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Resenha - Neon God Part I; The Rise - WASP

Por
Postado em 17 de junho de 2004

Nota: 9 starstarstarstarstarstarstarstarstar

"Oh Tell Me My Lord, Why am I Here?"... Blackie Lawless é definitivamente um cara atormentado. Agora ele resolve encarnar a pele de Jesse Slane, um garoto que questiona sua existência e a própria existência de Deus. Ao invés de procurar ajuda médica, Blackie resolve expressar suas dúvidas em forma de álbuns conceituais, como já fizera em "The Crimson Idol". Este "Neon God" é dividido em duas partes, e a segunda deverá estar disponível até o fim do ano.

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"Wishing Well" é o típico hard rock do Wasp, movido pelas guitarras de Blackie e de Darrell Roberts, assim como "Sister Sadie" e a épica "The Rise" (com belos teclados). Blackie não consegue se achar dentro de si mesmo, e isso surge num rock pesadão como "Asylum #9", e em sons mais ligados ao heavy, como "The Red Room for the Rising Sun".

Mesmo com tanto som pesado, e de qualidade, Blackie ainda não acha sua identidade, e produz músicas soturnas como "What I´ll Never Find" e "Someone to Love Me", aonde ele finalmente descobre alguma coisa sobre si mesmo, ao som de uma bela balada, e com Blackie cantando num falsete nunca apresentado antes. Sons mais pesados como "XTC Riders" (heavy oitentista de respeito), a hard pesada "The Running Man" e a novamente climática "The Raging Storm" finalizam esta primeira parte, aonde Blackie continua perdido em si, procurando pelo menos uma, uma razão para existir.

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Musicalmente o álbum é muito bom, e arrisco dizer, o melhor desde "Still Not Black Enough". Resta esperar o que Blackie e o Wasp irão nos trazer na segunda parte, agora me diga Deus, porque ele está aqui mesmo??? (Risos).

Line Up:
Blackie Lawless - Vocais/Guitarras
Mike Duda - Baixo
Darrell Roberts - Guitarra
Frankie Banali - Bateria

Lançamento nacional pela Century Media em 2004.

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Sobre Rafael Carnovale

Nascido em 1974, atualmente funcionário público do estado do Rio de Janeiro, fã de punk rock, heavy metal, hard-core e da boa música. Curte tantas bandas e estilos que ainda não consegue fazer um TOP10 que dure mais de 10 minutos. Na Whiplash desde 2001, segue escrevendo alguns desatinos que alguns lêem, outros não... mas fazer o que?
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