Resenha - Sticky Fingers - Rolling Stones

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Por Marcos A. M. Cruz e Márcio Ribeiro
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Meio-dia em Sampa num self-service qualquer da vida, dois "old rockers" papeiam ao som de mais uma Bohemia sendo entornada nos copos, enquanto aguardam o rango:

Terry O'Neill: Morre, fotógrafo que trabalhou com Beatles, Stones e outros gigantesMetallica: Casal toca "Master" no casamento e ganha encontro com a banda

Socram: ... pois é Creed, agora que foi publicado meu texto sobre o Sgt.Pepper's, dos Beatles, é hora de preparar algo sobre as Pedras que Rolam, senão meus amigos "Stonemaníacos" vão me acusar de traição...

Creedance: podes crê... até hoje ainda persiste um pouco desta idéia de rivalidade entre eles... embora esteja mais que comprovado tratar-se de puro marketing...

Socram: ...inclusive os caras eram até meio amigos, tanto que no início da década de 60 Lennon e McCartney chegaram a oferecer "I Wanna Be Your Man" para os Stones, que a registraram num compacto...

Creedance: verdade... difícil será decidir sobre qual álbum tu vais escrever... afinal ao lado dos Beatles, foram a banda mais influente da década de 60... Embora no início tocassem basicamente standards de rhythm'n'blues, com o passar do tempo foram também catalisando as vibrações da época, regurgitando-as e nos devolvendo em forma de arte...

Socram: ei, este texto é meu! (risos). Mas uma banda servia como contraponto a outra... pois inicialmente a estratégia do empresário deles, Andrew Oldham, não era justamente fazer dos Stones uma espécie de antítese dos Beatles? Afinal os Fab Four, pelo menos até 1965, eram o tipo de rapazes que toda mãe aprovaria como genro, posavam de bons moços...

Creedance: ...do qual não tinham nada...

Socram: ...todos comportados e de terninho, enquanto os Stones eram vistos como um bando de baderneiros que se vestiam de forma espalhafatosa. Mesmo depois que os Beatles literalmente "desbundaram", deixando de ser aqueles tais bons moços, os Stones persistiram nesta história de antagonizá-los. Veja o caso do "Let It Be" (deixe estar) dos Beatles, que virou "Let It Bleed" (deixe sangrar) dos Stones...

Creedance: mas Socram, saiba você que isso é mais uma daquelas lendas criada pela rivalidade dos fãs ao invés de retratar a realidade.

Socram: rapaz, pensando bem... cronologicamente falando o álbum dos Stones saiu cerca de seis meses antes, não?

Creedance: exato, embora as sessões que geraram o disco Let It Be fossem gravadas em Janeiro de 1969, ou seja, antes de tudo. Só que o disco iria se chamar Get Back. A capa seria igual à capa do Please, Please Me, só que com eles cabeludos. Mas por problemas que não vou entrar aqui agora em detalhes, o projeto ficou engavetado. A atitude geral foi mesmo de "deixa estar" (tradução de let it be).

Socram: e nesse meio tempo os Stones lançam o Let It Bleed (deixa sangrar). Será que ao contrário do que se pensa então, neste caso os Beatles é que copiaram os Stones?

Creedance: pô, tu gosta mesmo de botar lenha na fogueira! (risos) Sei não, é provável que Paul quisesse a esta altura que o carro-chefe fosse mesmo a canção Let It Be, já que Get Back havia sido lançada em compacto ainda em 1969. O fato dos Stones terem lançado um disco com nome similar não lhes atingia.

Socram: certo. Quanto ao Deixa Sangrar, o Brian tinha morrido naquele ano, a canção já existia com esse nome e o título acabou refletindo bem o inferno astral e as incertezas que a banda, mormente Jagger e Richard, estavam vivendo.

Creedance: mas tudo isto são detalhes secundários, que servem apenas para termos assunto para discutir... pois realmente não faz a mínima diferença, ambas bandas foram marcantes para a história do rock.

Socram: sem dúvida...

Creedance: o melhor a fazer é curtir as duas sem preconceito. Tanto que houve até aquela música do Gianni Morandi 'C'era un ragazzo che come me amava i Beatles e i Rolling Stones', que na versão brazuca virou "Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones"... lembra?

Socram: lembrar não lembro, pois não sou da tua geração (risos)

Creedance: tá bom... só que eu estou mais conservado (risos)

Socram: (risos) acho que vou escrever sobre o "Sticky Fingers".

Creedance: não seria mais interessante algo da década de 60, a banda com Brian Jones?

Socram: pode ser... mas na minha opinião o "Sticky Fingers" é um verdadeiro "divisor de águas" na carreira dos Stones...

Creedance: estes termos que os "críticos musicais" inventam são um barato (risos)... e você se amarra em usá-los, não?

Socram: (risos)

Creedance: mas realmente este álbum é um marco zero (risos) na obra dos caras...

Socram: inclusive uma das mais famosas bandas cover dos Stones chama-se justamente "Sticky Fingers Band". Os caras têm até discos gravados... e têm a capacidade de serem parecidos prá caramba com os originais, tanto musical quanto fisicamente!

Creedance: sabia que na época eles haviam se separado definitivamente da (gravadora) Decca depois de sete anos juntos?

Socram: não lembro dos detalhes...

Creedance: pois é, e assinaram com a (gravadora) Atlantic um contrato que lhes ofereciam um selo próprio, "The Rolling Stones Records". O selo servia para reafirmar o status de banda rica e independente, exigindo também a criação de um logo, o desenho da boca, hoje largamente conhecida e associada aos Rolling Stones.

Socram: na realidade o logo é muito mais conhecido que a banda... difícil crer que todos os proprietários de fusca-bala que usam este logo no parabrisa sejam fãs da banda! (risos)

Creedance: (risos) este desenho, assim como a capa do disco, foram criados por ninguém menos que o mago da arte underground, Andy Warhol. Os lábios são inspirados nos de Jagger e a capa do disco, uma foto de uma calça, tirada na altura do pélvis, também é do homem-símbolo maior, chefe e organizador dos Rolling Stones.

Socram: isto sem contar o zíper que quando aberto nos mostra outra coisa, também inspirada em Jagger...

Creedance: (risos) é, a cueca e o umbigo. Dentro da cueca mora um volume misterioso. Arte tipicamente Warhol. Tão underground como underwear. (mais gargalhadas)

Socram: esta capa foi censurada na Espanha, se não me engano...

Creedance: ah é? O quê que eles fizeram como capa alternativa?

Socram: uma foto de uma mão saindo de uma lata de óleo, toda melecada. Sticky fingers, dedos melequentos, pescou?

Creedance: outro detalhe importante nesta época é que Jagger já cuidava de todos os negócios da banda. Os serviços de Allen Klein foram dispensados, uma vez que este estava dando mais atenção ao seu contrato com os Beatles do que com os Rolling Stones...

Socram: eheheh o "famoso" Allen Klein...

Creedance: ... sendo assim o consultor financeiro da banda, Sir Rupert Lowenstein, aconselha-os a requisitar moradia em outro país para evitar problemas com impostos. Até o final de maio de 1970, a banda toda mudaria para o sul da França. Todas as pressões estavam sobre os ombros de Jagger, a organização desta mudança, como também a preparação para a excursão européia. Precisavam de dinheiro e suas carreiras se encontravam novamente em cheque-mate. Em compensação, se este disco fosse um sucesso, eles lucrariam mais do que em todos os discos gravados até então somados...

Socram: (interrompendo) sabia que existe um álbum do Mott The Hoople com o mesmo nome?

Creedance: ué, não conheço!

Socram: trata-se de um bootleg de uma apresentação da banda na BBC em 1971... inclusive conta com a participação de David Bowie...

Creedance: interessante... pois saiba que o termo Sticky Fingers, dedos gosmentos ou melequentos, é uma alusão a uma mão esporrada. Sacanas, não?

Socram: bleargh, seu porco, quer estragar meu almoço? (risos)

Creedance: (risos) não foi minha intenção...

Socram: ok, está perdoado... que isto não se repita (risos)... mas voltando ao assunto... engraçado que aparentemente Jagger nunca sucumbiu a toda pressão que sempre sofreu desde o início... parece que nasceu mesmo para a coisa...

Creedance: sem dúvida... um grande artista...

Socram: em compensação também encarou de tudo na vida, não?

Creedance: pois é... tudo mesmo... (risos)

Socram: não é por nada... mas como que ele tinha coragem de trocar uma coisinha daquela ali (apontando para uma garota recostada no balcão) pelo Warhol?

Creedance: realmente a moreninha é linda... deve ter uns 22 aninhos...

Socram: vou te falar uma coisa (...)

NOTA DO EDITOR: DEVIDO AO CONTEÚDO EXTREMAMENTE MACHISTA E RECHEADO DE PALAVRAS DE BAIXO CALAO CONTIDO NESTE TRECHO, FOMOS OBRIGADOS A SUPRIMÍ-LO, AFINAL O WHIPLASH TAMBÉM É LIDO POR MOÇOILAS INCAUTAS E ADOLESCENTES PRÉ-PÚBERES!

Creedance: (risos) ...putz... você têm uma mente muito pérfida...

Socram: (mais risos)

Creedance: Jagger sempre teve este lance de ser extremamente narcisista. Adora ser desejado por homens e mulheres. Ele, ao que parece, faz mais o gênero de viado ativo (que come) do que passivo (ser comido). Mas vai saber... (risos)

Socram: só quem sabe é quem chegou perto para sentir o cheiro. (gargalhadas)

Creedance: apesar disso teve (e ainda têm) praticamente todas as mulheres que desejou...

Socram: ... grande vantagem... (risos)

Creedance: mas o que você vai contar de novo sobre o disco afinal?

Socram: de novo? Sei lá... vou falar que o álbum é bem barra-pesada, tipo periga cheirar o disco e ficar chapado, essas coisas... Citarei o fato de Brown Sugar se referir a entorpecentes, essas coisas todas...

Creedance: entorpecentes?

Socram: é, heroína com éter, depois esquentada. Acho que o éter pode ser substituído por benzedrina, enfim... Brown Sugar... eheheheh... o pessoal sempre teve fama de detonar todas mesmo...

Creedance: bom, que cocaína e heroína eram o soup d'jour nesta época, com certeza. Mas acho a música não é sobre isso não. É só prestar atenção na letra.

"I bet your moma was a tent show queen
And all her boyfriends were sweet sixteens
I'm no schoolboy, but I'm doing alright
You should of heard me just about midnight."

Tradução livre:
Aposto que sua mãe era a rainha dos sonhos juvenis
E todos seus namorados, jovens de dezesseis anos
Não sou nenhum estudante, mas me garanto
Você deveria ter me ouvido por volta da meia noite.

Creedance: isso te parece soar sobre drogas ou sobre sexo?

Socram: entendo o que você quer dizer. De quem que você acha que ele se refere?

Creedance: provavelmente uma personagem fictícia. Mas talvez não totalmente...

Socram: como assim não totalmente? Te conheço cara, quando começa a falar deste jeito sempre têm alguma coisa para contar. Desembucha logo.

Creedance: bom, entre 69 e 70, Jagger estava saindo com uma cantora negra chamada Marsha Hunt. Talvez a música, ou o refrão pelo menos, seja inspirado nela.

Socram: quem é essa mulher ? Conta esta história direito, nunca ouvi falar.

Creedance: (entre risadas) Você vai ter que esperar eu escrever o meu livro, "Pedras Rolantes Não Carregam Limo - A História Impopular dos Rolling Stones".

Socram: quê isso Creed? Você não vai deixar essa história no meio assim não. Conta isso direito. Garçom! Mais uma pro meu amigo aqui!

Creedance: eu aceito (risos). Bom, a Marianne, sua então esposa, estava muito mal de saúde, se matando com heroína. Depois que Brian Jones morreu ela ficou ainda pior. O Jagger não é o tipo de pessoa que você pode ficar conversando sobre os seus problemas. Ele simplesmente não é este tipo de amigo e com a mulher não era diferente. Então já que é assim, enquanto ela deteriorava em casa, ele passou a sair com a Marsha Hunt, que cantava na peça Hair.

Socram: e a Marianne sabia?

Creedance: sabia. Ficava puta da vida mas acabava ficando por isso mesmo. No relacionamento deles não havia muito diálogo não. Frio, distante e bem inglês. Marsha acabou engravidando do Mick e lhe deu sua primeira criança, uma menina que foi chamada de Karis, nascida em novembro de 1970.

Socram: esta história eu tou por fora... pensava que a primeira filha dele tivesse sido a Jade, nascida em 1971 logo após o polêmico casamento dele com a Bianca...

Creedance: que nada cara... te digo mais, teria sido com Marianne em 1968, mas ela perdeu a criança no oitavo mês. Também teria sido uma menina.

Socram: deixa eu adivinhar uma coisa, Mick tentou negar a paternidade?

Creedance: és bastante esperto, rapaz! (risos). Mas eu vi uma foto da guria ainda bebê e era a cara do Jagger, só que negra. (risadas geral) Enfim, o refrão de Brown Sugar:

"Brown Sugar, how come you taste so good
Brown Sugar, just like a young child should"

Pode ser para Marsha e não heroína.

Socram: ok, você venceu... mas e o que me diz de Can't You Hear Me Knockin'

"Yeah, you got satin shoes
Yeah, you got fancy boots
Y'all got cocaine eyes
Yeah, you got speed freak jive"

ou mesmo de Sway:

"Did you ever wake up to find
A day that broke up your mind
Destroying your notion of circular time
It's just that demon life has got you in its sway
It's just that demon life has got you in its sway"

Que dirá então de Sister Morphine?

Creedance: (risos) é como você disse Socram, se cheirar o disco, não só podes acabar ficando doidão como certamente vais ficar viciado. (mais gargalhadas)

Socram: uma frase que acho bastante poética é o refrão de Wild Horses... "Wild Horses... couldn't drag me away"...

Creedance: essa frase é da Marianne.

Socram: como assim? A música não é da dupla Jagger e Richards?

Creedance: não é isso que quis dizer. A composição é do Jagger sim, mas a inspiração vem de uma frase dita pela Marianne Faithful.

Socram: explica melhor.

Creedance: quando o casal viajou para Austrália para filmar Ned Kelly, em 69, Marianne estaria no elenco. Mas sem a maldita heroína ela ficara extremamente doente. No seu descontrole, se aplicou excessivamente e teve uma overdose. Não morreu, mas foi por muito pouco. Depois de dois dias em coma ela acordou com Jagger ao seu lado dizendo algo tipo "Não se preocupe querida, tudo vai ficar bem" com lágrimas nos olhos e tudo. Foi quando ela saltou a frase "Wild horses couldn't drag me away". Meses depois, em uma tentativa de reconciliação, pois o relacionamento já estava nas últimas, ele compõe a música. Se você ler a letra, é praticamente uma carta dirigida para ela.

"Graceless lady, you know who I am
You know I can't let you, slip through my hands
Wild horses couldn't drag me away"

Tradução livre:
Dama sem fineza, você sabe quem eu sou
Sabe que não lhe deixarei, escorregar pelas minhas mãos
Cavalos selvagens, não conseguiriam me arrastar embora

Socram: é mesmo bem romântico e pessoal. Mas porque graceless lady?

Creedance: porquê ela já estava saindo com um italiano chamado Mario. Pô, assim eu não vou ter o que contar no meu livro.

Socram: qual é Creed, você fica falando deste título sem texto a meses, quando é que você vai escrevê-lo afinal?

Creedance: calma, não sou baiano mas sou carioca. Não nego minha raça, vamos devagar.

Socram: pô, também sou carioca (risos).

Creedance: as gravações foram realizadas durante o início de 1970, a maioria delas à noite, muitas terminando nas madrugadas ou primeiras horas da manhã.

Socram: devem ter sido uma loucura...

Creedance: como devem...

Socram: em compensação renderam verdadeiras pérolas... pois além de Mick Jagger, Keith Richard, Charlie Watts, Mick Taylor e Bill Wyman, ainda contaram com algumas participações muito especiais... Billy Preston, Jimmy Miller, Ry Cooder, Jack Nitzche e alguns outros... sem contar o maravilhoso sax de Bobby Keys, e olha que não gosto muito deste instrumento...

Creedance: Bobby Keys começou a tocar com eles a partir da excursão americana de 1969, a primeira dos Stones desde 1966. Ele acabou se dando muito bem musicalmente e pessoalmente com todos, especialmente Keith. Até tentou ser preso junto com ele naquela vez que Keith deu uma porrada no guarda.

Socram: o quê?! Conta essa estória pra mim.

Creedance: na-nã-ni-na-não! O evento não tem nada a ver com o álbum Sticky Fingers. Agora sério, vais ter que esperar o livro. Afinal, marketing é isso, deixar o público com água na boca. (risos) Em todo caso, Bobby Keys neste disco fez muita diferença. A música Bitch por exemplo não seria o mesmo sem ele e seu maravilhoso solo.

Socram: hora de irmos embora cara...

Creedance: ok... deixe essa conta comigo... a próxima você paga...

Socram: tudo bem... agora é minha vez de aceitar... (risos)

Creedance: (já saindo do restaurante) Socram... você está vendo o que eu vejo?

Socram: pior que estou... parece que aquela cervejinha que tomamos não bateu legal...(gargalhadas gerais)

Pairando acima de um prédio um outdoor gigante com o logotipo dos Stones, parecendo rir... enquanto dois old rockers ligeiramente bêbados perambulavam felizes pela Rua da Consolação, cantarolando em afinação ébria:

"You got to move
You got to move
You got to move child
You got to move..."

Qualquer semelhança com fatos ou pessoas NAO é mera coincidência... apesar do diálogo ser em parte fictício... o restaurante... os protagonistas... o outdoor... a cidade... a banda... bem, talvez tudo isto seja real, quem sabe ao certo? Não importa... I know it's only Rock'N'Roll, but I like it...)


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Sobre Márcio Ribeiro

Nascido no ano do rato. Era o inicio dos anos sessenta e quem tirou jovens como ele do eixo samba e bossa nova foi Roberto Carlos. O nosso Elvis levou o rock nacional à televisão abrindo as portas para um estilo musical estrangeiro em um país ufanista, prepotente e que acabaria tomado por um golpe militar. Com oito anos, já era maluco por Monkees, Beatles, Archies e temas de desenhos animados em geral. Hoje evita açúcar no seu rock embora clássicos sempre sejam clássicos.

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