Resenha - Infinite - Stratovarius

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Por Fábio Trovão
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Infinite é o 8o. álbum da banda finlandesa de metal melódico, lançado em 2000. Aproveitando o embalo do lançamento de seu mais recente álbum (Elements Part 1), a gravadora Nuclear Blast está relançando-o no Brasil. Tivemos a oportunidade de assistir apresentações da banda em nosso país durante a turnê deste álbum.

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O álbum começa a impressionar pela capa. Uma pequena obra-prima do mestre Derek Riggs (Iron Maiden). Ao começar a ouvir o cd, a boa impressão continua, com uma produção soberba (este foi o primeiro álbum com essa gravadora, que não economizou em nada) e 2 músicas empolgantes abrindo: Hunting High & Low, um metal melódico cadenciado e de linhas melódicas cativantes, e a pesadísima Millennium. Porém, a partir daí o álbum cai no mesmo pecado que a banda vem cometendo desde o álbum Episode, a autorepetição. Dois bumbos ultravelozes pra todo lado, solos à velocidade da luz, linhas vocais pegasojas... É inegável o talento técnico de todos os integrantes da banda (com destaque para Timo Kotipelto, que consegue não ser chato como a maioria dos vocalistas do estilo), porém a coisa consegue atrair mais a atenção do ouvinte quando a banda procura usar todo esse talento em função de boas composições, usando um andamento mais cadenciado, e colocando alguns raros riffs... como em Mother Gaia, uma pequena preciosidade no meio da pouca inspiração da maior parte do álbum.

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No final, chega-se a conclusão que quem não gosta, vai continuar não gostando, e quem gosta não vai chegar a se decepcionar. Indicado para os fãs da banda ou os fanáticos por Heavy Melódico.


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