Resenha - Infinite - Stratovarius
Por Rodrigo Simas Pinto e Castro
Postado em 12 de março de 2000
O Stratovarius é uma banda que já tem um certo nome e um número grande de fans espalhados pelo mundo, principalmente nos lugares onde o heavy melódico tem mais força. Esse novo disco é o primeiro trabalho na sua nova gravadora, a Nuclear Blast, e não foi poupado trabalho para realizá-lo. Começando pela capa , que é maravilhosa (mais uma obra prima de Derek Riggs), pela produção e pela gravação impecáveis, o CD não traz falhas nesse sentido. Os músicos também fazem sua parte, pois Kotipelto continua cantando bem, sem soar chato (o que é comum em vocalistas que cantam agudo), Tolkki continua tocando sua guitarra com seus solos neo-clássicos, Jens continua um gênio do teclado, e mais uma vez prova ser um dos melhores do mundo estando léguas a frente de seus companheiros de banda, e Jari (baixo) e Jorg (bateria) continuam mantendo a correria na cozinha. O problema é que, como já de costume, o disco não traz nenhuma inovação, sendo apenas mais um na discografia da banda. Quando o Stratovarius lançou Episode e depois Visions , os dois cd’s eram praticamente a mesma coisa, sendo que com Destiny ficou um pouco mais leve e agora com Infinite voltou a ficar um pouco mais pesado. Seria a única diferença latente. Como de costume, duetos de guitarra/ teclado, dois bumbos e refrões que grudam na primeira audição, como o de Hunting High and Low, primeira música, bem melódica. Em seguida entra Millenium, a velocidade e o peso duplicam, com grandes riffs e ótimas "cavalgadas", a música segue bem o estilo mais rápido do Stratovarius , porém com arranjos mais elaborados. Outros destaques do disco são Mother Gaia e Infinity, mais épicas, mais lentas, com melodias muito bonitas e grandes solos, além de que em várias passagens foram utilizados instrumentos de orquestra e não apenas teclados. O resto do disco também é muito bom mas a gigantesca semelhança com tudo que já foi feito pela banda e a mesmice cansam um pouco. Se você é fan incondicional da banda compre na hora, eles continuam fazendo o mesmo som de antes, se você apenas gosta, é melhor ouvir antes, e se você nunca gostou não perca seu tempo ouvindo.

Outras resenhas de Infinite - Stratovarius
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
O vocalista que tatuou a banda no braço e foi demitido em seguida
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
Para Geezer Butler, capa de disco do Black Sabbath é "a pior de todos os tempos"
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
Para Matt Sorum, Velvet Revolver poderia ter sido tão grande quanto o Guns N' Roses
O primeiro disco de heavy metal do Judas Priest, segundo Ian Hill
A banda que é boa para ouvir num churrasco discutindo sobre carros, segundo Regis Tadeu
A música do Megadeth que James Hetfield curte, segundo Dave Mustaine
Os títulos de músicas do Metallica que aparecem em "The Last Note", do Megadeth
A banda que dá "aula magna" de como se envelhece bem, segundo Regis Tadeu
Dave Mustaine aponta o que poderia resolver sua relação com o Metallica
A sincera opinião de Jéssica Falchi sobre o Iron Maiden sem Nicko McBrain
O clipe do Linkin Park que não envelheceu bem, na opinião de Mike Shinoda
O dia que músico expulso dos Beatles desabafou com João Barone: "Ele ficou triste"
O megahit do Iron Maiden que não representa o som da banda, segundo Steve Harris


Guitarrista do Stratovarius defende que o power metal precisa se reinventar
5 discos lançados em 1997 que todo fã de heavy metal deveria ouvir ao menos uma vez na vida
Timo Tolkki diz que é estranho ouvir Stratovarius tocando suas músicas
Timo Tolkki, ex-Stratovarius, afirma que criar músicas novas não faz mais sentido
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



