Resenha - Eternal Winds - Endless

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Por Paulo Finatto Jr
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O Endless foi um dos maiores destaques do heavy tradicional/melódico no Rio de Janeiro (RJ), sendo formado em 1995 e tem uma demo lançada antes deste ‘debut’, intitulada "Violent Sky" (1998). Em 2000, pela Megahard Records, a banda lançou este seu primeiro disco, "Eternal Winds", que foi muito bem repercutido na época, tanto que a banda conseguiu fazer grandes shows, ao lado do Symbols (quando ainda contava com Edu Falaschi no vocal) e ao lado do Primal Fear, em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente.

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Mas infelizmente, a banda acabou em 2002, por problemas internos. A formação que contava com Vitor Veiga (vocal), Cris Moura e Leandro Monteiro (guitarras), Rey Araújo (baixo), Márcio Brito (teclado) e Sérgio Sanchez (bateria) resumiu-se somente a este disco, diga-se de passagem, muito bem composto. O único problema fica por conta da gravação, um pouco aquém para ser considerada ótima. Nota-se que o vocal ficou com uma "cara" digital demais, e o ponto fraco fica especialmente para a "cozinha", considerada por mim abafada, se compararmos com os outros instrumentos. Apesar destes problemas, nota-se com muita clareza a boa performance de todos os músicos, especialmente do vocalista e da dupla de guitarristas.

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Musicalmente, o álbum está repleto de músicas na linha heavy tradicional, mas que com a presença do teclado, estas mesmas receberam algumas influências do metal melódico (principalmente) e também, do progressivo. "Visions of Tomorrow" é uma perfeita música para abrir o disco, só ficando atrás na minha lista de favoritas, da "Wasting My Time", segunda música, esta, com uma cara de Rhaposdy do "Legendary Tales". "Eagle’s Top" é outra música que merece destaque, já que não são todas as bandas que conseguem fazer uma balada como esta, com linhas interessantes de teclado, refrão grandioso e ainda bonitos e melódicos solos de guitarra. Depois de uma pequena introdução, há outra grande faixa do Endless: "Minstrels of Dawn", com direito a riffs pesadíssimos com boas quebradas na bateria. E mesmo sendo uma música pesada, possui algumas partes de teclado sem deixá-la sinfônica ao extremo. Finalizando, a longa (com mais de dez minutos) "I’m Alone" merece destaque, uma balada com algumas claras influências do rock progressivo, e ainda, com direito a um jogo de vozes e um refrão muito bem inspirado.

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Se o Endless ainda estive na ativa, poderia ser hoje, tranqüilamente, um dos maiores representantes do heavy metal (e do metal melódico) aqui no Brasil, e até no exterior, onde a banda conseguiu um pequeno, porém expressivo reconhecimento. Quem sabe, a banda ainda não volta à ativa?!

Line-up:
Vitor Veiga (vocal);
Cris Moura (guitarra);
Leandro Monteiro (guitarra);
Rey Araújo (baixo
Márcio Brito (teclado);
Sérgio Sanchez (bateria).

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Track-list:
01. Visions of Tomorrow
02. Wasting My Time
03. Holy Ground
04. Guiding Light
05. Eagle’s Top
06. Mind of Indecision
07. Intro
08. Minstrels of Dawn
09. Eternal Winds
10. I’m Alone
11. Good Bye

Material cedido por:
Megahard Records
Caixa Postal 41698, São Paulo/SP, Cep:05422-970
Site: www.megahard.com.br, e-mail: [email protected]
Fax: (11) 3224.8297. Telefone: (11) 3224.0709.

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