Resenha - Eternal Winds - Endless
Por Paulo Finatto Jr
Postado em 31 de maio de 2003
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O Endless foi um dos maiores destaques do heavy tradicional/melódico no Rio de Janeiro (RJ), sendo formado em 1995 e tem uma demo lançada antes deste ‘debut’, intitulada "Violent Sky" (1998). Em 2000, pela Megahard Records, a banda lançou este seu primeiro disco, "Eternal Winds", que foi muito bem repercutido na época, tanto que a banda conseguiu fazer grandes shows, ao lado do Symbols (quando ainda contava com Edu Falaschi no vocal) e ao lado do Primal Fear, em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente.

Mas infelizmente, a banda acabou em 2002, por problemas internos. A formação que contava com Vitor Veiga (vocal), Cris Moura e Leandro Monteiro (guitarras), Rey Araújo (baixo), Márcio Brito (teclado) e Sérgio Sanchez (bateria) resumiu-se somente a este disco, diga-se de passagem, muito bem composto. O único problema fica por conta da gravação, um pouco aquém para ser considerada ótima. Nota-se que o vocal ficou com uma "cara" digital demais, e o ponto fraco fica especialmente para a "cozinha", considerada por mim abafada, se compararmos com os outros instrumentos. Apesar destes problemas, nota-se com muita clareza a boa performance de todos os músicos, especialmente do vocalista e da dupla de guitarristas.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Musicalmente, o álbum está repleto de músicas na linha heavy tradicional, mas que com a presença do teclado, estas mesmas receberam algumas influências do metal melódico (principalmente) e também, do progressivo. "Visions of Tomorrow" é uma perfeita música para abrir o disco, só ficando atrás na minha lista de favoritas, da "Wasting My Time", segunda música, esta, com uma cara de Rhaposdy do "Legendary Tales". "Eagle’s Top" é outra música que merece destaque, já que não são todas as bandas que conseguem fazer uma balada como esta, com linhas interessantes de teclado, refrão grandioso e ainda bonitos e melódicos solos de guitarra. Depois de uma pequena introdução, há outra grande faixa do Endless: "Minstrels of Dawn", com direito a riffs pesadíssimos com boas quebradas na bateria. E mesmo sendo uma música pesada, possui algumas partes de teclado sem deixá-la sinfônica ao extremo. Finalizando, a longa (com mais de dez minutos) "I’m Alone" merece destaque, uma balada com algumas claras influências do rock progressivo, e ainda, com direito a um jogo de vozes e um refrão muito bem inspirado.
Se o Endless ainda estive na ativa, poderia ser hoje, tranqüilamente, um dos maiores representantes do heavy metal (e do metal melódico) aqui no Brasil, e até no exterior, onde a banda conseguiu um pequeno, porém expressivo reconhecimento. Quem sabe, a banda ainda não volta à ativa?!
Line-up:
Vitor Veiga (vocal);
Cris Moura (guitarra);
Leandro Monteiro (guitarra);
Rey Araújo (baixo
Márcio Brito (teclado);
Sérgio Sanchez (bateria).
Track-list:
01. Visions of Tomorrow
02. Wasting My Time
03. Holy Ground
04. Guiding Light
05. Eagle’s Top
06. Mind of Indecision
07. Intro
08. Minstrels of Dawn
09. Eternal Winds
10. I’m Alone
11. Good Bye
Material cedido por:
Megahard Records
Caixa Postal 41698, São Paulo/SP, Cep:05422-970
Site: www.megahard.com.br, e-mail: [email protected]
Fax: (11) 3224.8297. Telefone: (11) 3224.0709.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O lendário guitarrista que Steve Vai considera "um mestre absoluto"
As 10 piores músicas do Slipknot, de acordo com a Louder Sound
A música que David Gilmour usou para fazer o Pink Floyd levantar voo novamente
Membros do Iron Maiden não deram depoimentos a documentário de Paul Di'Anno
Como era o baixista Cliff Burton, de acordo com as palavras de Scott Ian
A música pela qual Brian May gostaria que o Queen fosse lembrado
Copa do Mundo do Rock: uma banda de cada país classificado, dos EUA ao Uzbequistão
O músico que tocava demais e por isso foi cortado de álbum de Roger Waters
Rockstadt Extreme Fest anuncia 81 bandas para maratona de 5 dias de shows
Os 5 álbuns favoritos de Dave Mustaine de todos os tempos, segundo o próprio
Pearl Jam já tem novo baterista, revela Dave Krusen
FBI está preocupado com segurança de Bruce Springsteen em atual turnê
Slayer vem ao Brasil em dezembro de 2026, segundo José Norberto Flesch
A melhor música que Bruce Dickinson escreveu para o Iron Maiden, segundo a Metal Hammer
Slayer e Dimmu Borgir juntos no Brasil? Site mexicano afirma que sim.
A pior banda que Mick Jagger já ouviu: "Horrível, lixo, estúpido, porcaria nauseante"
O guitarrista que Alex Lifeson do Rush elogiou e disse que nunca tocaria igual
O curioso motivo que levou a Blitz a encerrar as atividades nos anos 1980
Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Draconian - "In Somnolent Ruin" reafirma seu espaço de referência na música melancólica
Espera de quinze anos vale cada minuto de "Born To Kill", o novo disco do Social Distortion
"Out of This World" do Europe não é "hair metal". É AOR
"Operation Mindcrime III" - Geoff Tate revela a mente por trás do caos
O Ápice de uma Era: Battle Beast e a Forja Implacável de "Steelbound"
"Acústico MTV" do Capital Inicial: o álbum que redefiniu uma carreira e ampliou o alcance do rock
Iron Maiden: "The Book Of Souls" é uma obra sem precedentes
