Resenha - Alchemy - Yngwie J. Malmsteen

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Por Thiago Sarkis
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Alchemy (Yngwie J. Malmsteen)
Site Oficial - http://www.yngwie.org

O lendário guitarrista, Yngwie Malmsteen, vem com tudo, nesse novo álbum, que tem como um dos destaques, a volta do nome 'Rising Force'. Na verdade, essa volta, foi motivo de grande expectativa por parte dos fãs, pois, grande parte deles, tem como discos favoritos, aqueles, da 'era Rising Force'.
Malmsteen, 'acompanhado' pelos comentários de que esse seria o melhor trabalho de sua carreira,
prometeu voltar aos velhos tempos e recuperar sua imagem, já muito abalada, por uma seqüência de álbuns fracos e repetitivos e por comentários um tanto quanto polêmicos.
Ele cumpriu a promessa. Ao lado de Mark Boals (Vocais), Barry Dunaway (Baixo), John Macaluso (Bateria) e Mats Olausson (Teclados), Yngwie lança um dos melhores álbuns de sua carreira.
Tecnicamente, ele está melhor do que nunca e suas composições e arranjos melhoraram bastante também. Porém, para os fãs, talvez o mais importante seja o fato de Yngwie seguir firmemente a linha do neo-clássico que o consagrou, mas ao mesmo tempo apresentar novas idéias, mais criativas e trabalhadas do que nos últimos álbuns.
Uma grande surpresa é a atuação de Mark Boals, que mostra uma evolução INACREDITÁVEL de "Trilogy" (Lançado em 1986. Primeiro e, até então, único, trabalho de Mark ao lado Yngwie.) para "Alchemy (1999). Ele está bem mais seguro e preciso. Vai aos limites nos agudos, mas não 'tenta' fazer nada a mais do que pode. Não 'suja' e consequentemente não atrapalha o andamento das composições. Pelo contrário, ajuda e muito.
São 13 faixas, sendo cinco instrumentais. Na versão japonesa há uma faixa extra, chamada "God Is God". Essa música é a mais fraca do álbum, com frases pouco criativas na guitarra, Yngwie falando algumas coisas e nada mais. É a famosa faixa para 'encher lingüiça' (e que, por sinal, acaba é enchendo o saco de quem pagou vários reais a mais por causa dessa faixa extra).
"Leonardo" (em homenagem a Leonardo DaVinci), "Blitzkrieg", "Asylum" (divida em três faixas, Asylum, Sky Euphoria e Quantum Leap) e "Wield My Sword" são grandes destaques.
Porém, a música que me deu aquela vontade de repetir várias e várias vezes foi "Playing With Fire". Uma música capaz de enlouquecer o público, em apresentações ao vivo, com o peso dos riffs e capaz, aos mesmo tempo, de impressionar músicos pela técnica presente e pelos belíssimos contrapontos de até 4 vozes no refrão.
"Alchemy" vai, com certeza, agradar muito os fãs que seguiram Malmsteen durante todos esses anos e também pode agradar àqueles que estavam desanimados, principalmente pelos trabalhos mais recentes de Yngwie.

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Sobre Thiago Sarkis

Thiago Sarkis: Colaborador do Whiplash!, iniciou sua trajetória no Rock ainda novo, convivendo com a explosão da cena nacional. Partiu então para Van Halen, Metallica, Dire Straits, Megadeth. Começou a redigir no próprio Whiplash! e tornou-se, posteriormente, correspondente internacional das revistas RSJ (Índia - foto ao lado), Popular 1 (Espanha), Spark (República Tcheca), PainKiller (China), Rock Hard (Grécia), Rock Express (ex-Iugoslávia), entre outras. Teve seus textos veiculados em 35 países e, no Brasil, escreveu para Comando Rock, Disconnected, [] Zero, Roadie Crew, Valhalla.

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