Resenha - Assembly - Theatre Of Tragedy

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Por Thiago Sarkis
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Nota: 7


Site Oficial - http://www.theatreoftragedy.com

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Liv Kristine (Vocais)
Raymond I. Rohonniy (Vocais)
Frank Claussen (Guitarra)
Vegard K. Thorsen (Guitarra)
Lorentz Aspen (Teclados)
Hein Frode Hansen (Bateria)

Quem, em sã consciência, poderia dizer em meados dos anos noventa, que o Theatre Of Tragedy se transformaria numa banda de techno-pop gótico? Com certeza nenhum fã, e provavelmente nem mesmo Liv Kristine e Raymond Rohonniy.

O doom / death apresentado nos primeiros álbuns teve sua queda oficializada em "Musique". No entanto, muitos admiradores criaram fortes expectativas sobre o novo trabalho, crendo num retorno do conjunto às suas raízes. Pois bem, se você é um destes, pode começar a chorar.

"Assembly" é bem superior a seu antecessor, todavia segue a rotina de modernismos e música eletrônica, características que chocaram os fãs logo que o grupo começou a se enveredar por essas tendências.

O fato é que o Theatre Of Tragedy de hoje tem apenas uma marca semelhante ao seu início de carreira: o poder de inovar, com qualidade e inteligência. E isso, mesmo se assemelhando a Depeche Mode e Garbage, e conseqüentemente não se adequando ao estilo pretendido por seus antigos seguidores.

Não gostar da vertente escolhida por eles, tudo bem, é um direito. Agora, negar qualidades na produção espetacular e em composições como "Automatic Lover" e "Flickerlight", também é bobagem.

Apenas três pontos são realmente tristes: o nível das faixas citadas acima não é mantido por todo o álbum; os vocais perderam bastante com a mudança de estilo; e o terceiro e pior de todos, que é a possibilidade de qualquer dia um conhecido meu (ou seu), fanático por boates, voltar da noitada cantando músicas do Theatre Of Tragedy.

Material cedido por:
NUCLEAR BLAST - http://www.nuclearblast.de
Oeschstraße 40 - 73072 Donzdorf - GERMANY
Phone: (+49) 7161-9849966
Fax: (+49) 7161-9849960
Email: death@nuclearblast.de




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Sobre Thiago Sarkis

Thiago Sarkis: Colaborador do Whiplash!, iniciou sua trajetória no Rock ainda novo, convivendo com a explosão da cena nacional. Partiu então para Van Halen, Metallica, Dire Straits, Megadeth. Começou a redigir no próprio Whiplash! e tornou-se, posteriormente, correspondente internacional das revistas RSJ (Índia - foto ao lado), Popular 1 (Espanha), Spark (República Tcheca), PainKiller (China), Rock Hard (Grécia), Rock Express (ex-Iugoslávia), entre outras. Teve seus textos veiculados em 35 países e, no Brasil, escreveu para Comando Rock, Disconnected, [] Zero, Roadie Crew, Valhalla.

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