Resenha - Assembly - Theatre Of Tragedy
Por Thiago Sarkis
Postado em 04 de março de 2002
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Quem, em sã consciência, poderia dizer em meados dos anos noventa, que o Theatre Of Tragedy se transformaria numa banda de techno-pop gótico? Com certeza nenhum fã, e provavelmente nem mesmo Liv Kristine e Raymond Rohonniy.
Theatre Of Tragedy - Mais Novidades
O doom / death apresentado nos primeiros álbuns teve sua queda oficializada em "Musique". No entanto, muitos admiradores criaram fortes expectativas sobre o novo trabalho, crendo num retorno do conjunto às suas raízes. Pois bem, se você é um destes, pode começar a chorar.
"Assembly" é bem superior a seu antecessor, todavia segue a rotina de modernismos e música eletrônica, características que chocaram os fãs logo que o grupo começou a se enveredar por essas tendências.
O fato é que o Theatre Of Tragedy de hoje tem apenas uma marca semelhante ao seu início de carreira: o poder de inovar, com qualidade e inteligência. E isso, mesmo se assemelhando a Depeche Mode e Garbage, e conseqüentemente não se adequando ao estilo pretendido por seus antigos seguidores.
Não gostar da vertente escolhida por eles, tudo bem, é um direito. Agora, negar qualidades na produção espetacular e em composições como "Automatic Lover" e "Flickerlight", também é bobagem.
Apenas três pontos são realmente tristes: o nível das faixas citadas acima não é mantido por todo o álbum; os vocais perderam bastante com a mudança de estilo; e o terceiro e pior de todos, que é a possibilidade de qualquer dia um conhecido meu (ou seu), fanático por boates, voltar da noitada cantando músicas do Theatre Of Tragedy.
Material cedido por:
NUCLEAR BLAST - http://www.nuclearblast.de
Oeschstraße 40 – 73072 Donzdorf - GERMANY
Phone: (+49) 7161-9849966
Fax: (+49) 7161-9849960
Email: [email protected]
Liv Kristine (Vocais)
Raymond I. Rohonniy (Vocais)
Frank Claussen (Guitarra)
Vegard K. Thorsen (Guitarra)
Lorentz Aspen (Teclados)
Hein Frode Hansen (Bateria)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
O vocalista que tatuou a banda no braço e foi demitido em seguida
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
Para Matt Sorum, Velvet Revolver poderia ter sido tão grande quanto o Guns N' Roses
O primeiro disco de heavy metal do Judas Priest, segundo Ian Hill
A banda que é boa para ouvir num churrasco discutindo sobre carros, segundo Regis Tadeu
Os títulos de músicas do Metallica que aparecem em "The Last Note", do Megadeth
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
A música do Megadeth que James Hetfield curte, segundo Dave Mustaine
Como EP de apenas três músicas mudou o rumo do rock dos anos 2000, segundo a Louder
Dave Mustaine aponta o que poderia resolver sua relação com o Metallica
A sincera opinião de Jéssica Falchi sobre o Iron Maiden sem Nicko McBrain
A voz mais pura do rock de todos os tempos, segundo Bruce Springsteen


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai


