Guitarras: As mais icônicas do Rock - Parte 8

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Por Marco Pala
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Agora a parte 8 da extensa lista:

ROBERT SMITH (THE CURE) – FENDER BASS VI 1962

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Além de vocalista, Robert Smith é também guitarrista da banda que fundou em 1976, o The Cure. Como guitarrista, sua função na banda não é de “solo” ou “base”, a banda possui camadas de guitarras e teclados que se intercalam de forma criativa, e a sonoridade do guitarrista Robert é bastante singular. Porém, uma das características essenciais do som do Cure (e de Robert Smith) são os riffs tocados com um instrumento peculiar: o Fender Bass VI. Em termos visuais, parece uma guitarra que mistura elementos da Stratocaster e Jaguar. Porém, não se trata de uma guitarra normal, pois é afinada exatamente uma oitava abaixo do convencional, como um baixo. E, apesar do nome, também não se trata de um baixo do modo como estamos acostumados a ver, pois possui dimensões e escala comuns de uma guitarra Fender, além de seis cordas que não são cordas de baixo comuns, mas especiais para este modelo. Também não é, tecnicamente, uma guitarra barítono, pois se afina do modo tradicional (mas com uma oitava abaixo), nem mesmo um típico baixo de 6 cordas, daqueles usados pelo John Myung ou baixistas de axé. O Bass VI é um “Bass VI”, um curioso instrumento híbrido de guitarra e baixo, com controles e chaves incomuns para guitarras ou baixos, e que outras empresas também fabricam, a exemplo da Danelectro e Schecter. Robert possui três Bass VI originais Fender, dois dos anos 60 e uma reedição do início dos anos 2000, mas seu favorito é um preto (com escudo “tortoise red”) do ano de 1962. O baixo foi levado em gravações e turnês pelo mundo por mais de 30 anos, até ser substituído por um modelo “signature”, feito pela Schecter, estando hoje reservado apenas para gravações. Os outros guitarristas que passaram pelo Cure (Porl Thompson, Perry Bamonte e o atual, Reeves Gabrels) também usam ou usaram o Bass VI, muitas vezes emprestados por Robert Smith.

RONNIE WOOD (ROLLING STONES) – ZEMAITIS “DISC FRONT”

Ronnie é outro guitarrista que não se prende a um modelo específico de guitarra, tendo seu nome, inclusive, em um modelo “signature” feito pela ESP (baseado na Telecaster). Mas uma de suas guitarras mais icônicas (e de origens, até certo ponto, pouco conhecidas do público comum) é uma espécie de “marca registrada” de Ron quando se trata de guitarra-slide. Trata-se de um instrumento totalmente artesanal feito por um luthier inglês chamado Tony Zemaitis, falecido em 2002. As Zemaitis possuem uma beleza indescritível, na sua maioria, com incríveis detalhes em baixo relevo feitos em placas de metal. Há uma enorme lista de músicos privilegiados que possuem relíquias feitas pelo Sr. Zemaitis em pessoa (Rich Robinson, Gilby Clarke, etc), porém, Ronnie foi um dos primeiros a difundir o nome do luthier pelo mundo. Ele possui várias Zemaitis, mas a sua mais famosa (chamada de “Disc Front” por conta do escudo discóide de metal, que contém um mapa de tesouro pirata gravado em baixo relevo) lhe foi feita em 1971, na época que ele ainda tocava no The Faces. A guitarra tem o corpo de mogno com câmaras ocas (com algodão colocado nas cavidades), três captadores tipo PAF e o braço feito especialmente para o formato da mão de Ronnie (Zemaitis sempre moldava em gesso a mão da pessoa que lhe encomendava uma guitarra, para fazer a curvatura do braço sob medida). Outro detalhe: as guitarras Zemaitis normalmente possuem braço colado ao corpo, ao estilo Gibson, mas Ronnie pediu para que este modelo tivesse o braço aparafusado. Ele a usa normalmente em afinação “E-aberto” para tocar slides, e desde então esteve nos set-ups de todas as turnês feitas por ele com o Faces, Stones e também em gravações. Hoje em dia, as guitarras Zemaitis foram licenciadas e são reproduzidas em série (com qualidade bastante inferior) pela mesma empresa que comercializa as guitarras Greco. Mas se você quiser uma original, vai ser tarefa praticamente impossível encontrar alguma dando sopa por ai. E se encontrar, não vai desembolsar menos de US$ 20 mil por um bom exemplar.

RORY GALLAGHER – FENDER STRATOCASTER 1961

O magistral guitarrista irlandês de blues e rock é considerado um dos 100 melhores de todos os tempos, apesar de seu nome ser um tanto quanto obscuro para o público comum. Ele nunca foi um grande colecionador de instrumentos, tendo como peça fundamental de seu som uma muito (mas muito) surrada Stratocaster ano 1961, que, segundo consta, teria sido a primeira Strato a entrar na Irlanda. Rory a adquiriu de segunda mão em 1963, quando tinha 15 anos, sendo que o “sunburst” original do corpo desapareceu com o tempo. De tanto usá-la seguidamente, Rory teve de tirar o braço para deixá-lo secar algumas vezes, pois ele ficava úmido do suor das mãos e a guitarra perdia a afinação. Os potenciômetros e chaves foram trocados várias vezes, e os pickups rebobinados, tudo por conta do uso diário da guitarra. Nas palavras de Rory: “B. B. King teve várias Lucilles, mas eu tive apenas uma Strato e eu nem dei a ela um nome de mulher. Ela é o que é. E eu ainda toco com ela todos os dias”. Curiosidade: esta foi mais uma guitarra roubada da lista. O fato aconteceu ainda nos anos 60, enquanto Rory estava em turnê e a Strato foi levada de dentro de sua van. Um programa policial da única TV irlandesa na época fez um episódio especial contando a história do roubo da guitarra e o fato ganhou certa repercussão, fazendo com que o ladrão (ou o receptador) resolvesse abandonar a Strato perto de uma delegacia, sendo logo em seguida encontrada e devolvida ao seu dono. Depois da prematura morte do guitarrista em 1995, a Strato permaneceu sob a posse de seu irmão, que a manteve guardada por vários anos. Em 2007, ela foi exposta ao público em algumas ocasiões, quando acabou sendo “clonada” pela Fender, que comercializa um modelo “signature”. Em 2011, a guitarra novamente saiu do case para as mãos de Joe Bonamassa, que a tocou em um show comemorativo de seu aniversário.

SERGIO DIAS (MUTANTES) – “A GUITARRA DE OURO”

Quem gosta de menosprezar guitarras de segunda linha ou feitas na Ásia, deve saber: houve um tempo no Brasil em que ter um bom instrumento (e americano) era quase impossível, a não ser que você tivesse muita grana e conhecesse alguém que morasse no exterior para contrabandear uma guitarra importada. E, na época, não havia guitarras asiáticas como segunda opção. Para o pessoal dos Mutantes, este problema foi solucionado simplesmente pela genialidade de Claudio César Dias Baptista, irmão de Sérgio Dias e Arnaldo Baptista. Ele próprio construía o equipamento do grupo, incluindo pedais, baixos e guitarras. CCDB foi o criador da principal guitarra de Sérgio, a “Regvlvs Raphael”, ou “A Guitarra de Ouro”. A primeira delas foi feita para Raphael Vilardi (daí o nome). Depois, Claudio fez mais duas: uma para seu irmão Sérgio e outra para Henrique Bartch. Porém, o protótipo original (que era usado para testes dos componentes que depois iriam para os modelos de “linha”) ficou tão bom que Sérgio pegou para ele, transformando em sua #1. Trata-se de um instrumento único, com construção totalmente acústica (sem bloco central de madeira maciça) baseada no violino Stradivarius e com a parte interna banhada a ouro (com intuito de blindagem da parte elétrica, evitando ruídos, daí o termo “Guitarra de Ouro”). Os captadores (também concebidos por Cláudio) são dois single-coils de baixa resistência, somados a um captador de rastilho (tipo Piezo) fixado na própria ponte, que podem ser misturados de todas as formas. A guitarra também possui saída estéreo e distorção embutida. Há também uma placa atrás do instrumento, contendo uma enigmática mensagem: “Que todo aquele que desrespeitar a integridade deste instrumento, procurar ou conseguir possuí-lo ilicitamente, ou que dele fizer comentários difamatórios, construir ou tentar construir uma cópia sua, não sendo seu legítimo criador, enfim, que não se mantiver na condição de mero observador submisso em relação ao mesmo, seja perseguido pelas forças do mal até que a elas pertença total e eternamente. E que o instrumento retorne intacto ao seu legítimo possuidor, indicado por aquele que o construiu”. A guitarra está em posse de Sérgio até os dias atuais, e é um de seus principais instrumentos, ainda usado no palco. E 100% nacional.

SLASH – KRIS DERRIG LES PAUL

Quando o Guns N’ Roses começou a preparar seu primeiro álbum (“Appettite For Destruction”) em 1986, Slash era dono de algumas guitarras Jackson e B. C. Rich, e ele realmente gostava delas. Porém, foi no estúdio que ele percebeu que elas não soavam tão bem quanto ele imaginava, dando início a uma correria para encontrar uma boa guitarra para poder usar nas gravações. O empresário Alan Niven acabou encontrando numa loja uma belíssima edição da já procuradíssima Gibson Les Paul Standard de 1959, e a deu para Slash. Foi amor à primeira vista: todo álbum foi gravado com ela e a guitarra se tornou parte fundamental do som do Slash, que parou de levá-la em turnês depois de quase tê-la perdido diversas vezes, reservando-a para gravações (ele toca com ela no lendário show feito no Ritz, em 1988). Porém, um detalhe: não se tratava de uma Gibson autêntica, mas sim, uma cópia muito bem elaborada, feita no início dos anos 80 por um cabeleireiro que encarava a luthieria como um hobby e uma bela forma de expressão artística: Kris Derrig. A guitarra já veio com os pickups Seymour Duncan Alnico II Pro, que acabaram virando uma obsessão do guitarrista e também sua marca registrada. Para se ter uma idéia da qualidade do trabalho de Derrig, o Custom Shop da Gibson fabrica as caríssimas Les Paul AFS (Appettite For Destruction), que nada mais são do que réplicas da hoje lendária “cópia pirata”. Curiosidade #1: Derrig faleceu em 1987, sem ter gozado do prestígio que ganhou depois que as histórias sobre a qualidade de suas inacreditáveis guitarras piratas ganharam o mundo. Curiosidade #2: há rumores que Paul Stanley (KISS) tenha adquirido uma Derrig em 2014 achando que era uma Les Paul ‘59 real, mesmo depois de avaliada por especialistas.

STEVE JONES (SEX PISTOLS) – GIBSON LES PAUL CUSTOM 1974

Não dá para dissociar a imagem do guitarrista do Sex Pistols de sua Les Paul Custom branca, uma das guitarras que ajudaram a mudar a música para sempre. Por volta de 1975, o empresário/estilista inglês Malcolm Mclaren trouxe esta guitarra dos EUA para a Inglaterra. Ele havia viajado para New York para uma feira de moda e acabou virando empresário da banda New York Dolls por curto tempo. A Les Paul branca pertenceu ao guitarrista dos Dolls, Sylvain Sylvain, e diz a lenda que McLaren pegou a guitarra para vendê-la na Inglaterra e comprar uma passagem aérea para Sylvain, que iria integrar uma banda que o empresário montaria em Londres. Dependendo da fonte, há também versões de que o empresário (e mestre da pilantragem) simplesmente roubou a guitarra, ou até mesmo de que ela teria sido dada como parte da dívida dos Dolls para com o empresário. Seja lá como for, assim que juntou os Sex Pistols (sim, a banda foi “montada” por um empresário), Malcolm deu esta guitarra para Steve Jones, se tornando um instrumento icônico. Originalmente, a guitarra possuía um trêmulo Bigsby, que Jones fez questão de tirar assim que pegou a Les Paul, pois era difícil mantê-la afinada com aquilo. E logo depois vieram os adesivos de “pin-ups” que tornaram a guitarra inconfundível. Foi com ela (e com algumas outras Gibsons) que Steve gravou o lendário único álbum dos Pistols e ela esteve presente em diversos momentos antológicos da curta carreira da banda. As informações sobre o que aconteceu com esta Les Paul são desconexas: Steve a perdeu (ou vendeu) durante os anos 80, época que estava viciado em drogas, mas depois a teria (ou não) recuperado. Não há como saber a história real por trás disto, ou se Steve ainda a possui, uma vez que o próprio guitarrista admitiu ter ganhado muito dinheiro vendendo para desavisados algumas guitarras idênticas como se fossem a original (numa ocasião, ele trocou uma réplica com uma Harley Davidson). As Les Pauls que Steve usou depois do retorno dos Pistols em 1996 foram modelos Custom Shop, até que por volta de 2008 a Gibson passou a comercializar o modelo “signature” de Steve Jones, baseado nesta lendária guitarra, cujo paradeiro até hoje é incerto.

STEVE VAI – “EVO”

Fãs e especialistas em Steve Vai podem entender a relevância de guitarras usadas no início de sua carreira, pois elas serviram de base para os modelos “signature” que – estes sim – se tornaram marca registrada de Vai. E uma de suas guitarras mais lendárias é justamente um modelo “signature”: no caso, uma Ibanez JEM7VWH ano 1993, branca, batizada de “Evo”, que até hoje é uma de suas principais ferramentas de trabalho. O modelo JEM (e várias de suas subséries), desenvolvido por Steve Vai com a Ibanez, surgiu em 1987 e se tornou um sucesso de vendas. A história da Evo começa quando Vai decide encomendar para a Ibanez uma JEM com um visual mais limpo e com acabamento mais simples. A empresa enviou 4 peças para o guitarrista testar (todas elas modelos de linha, sem nada de especial) e ele gostou de uma delas. Na mesma época, Vai trabalhava com Larry DiMarzio desenvolvendo um captador que atendesse às suas necessidades particulares. Eles trabalharam em 4 tipos de pickups e os batizaram com nomes de motores de motocicletas Harley Davidson (Lathead, Knucklehead, Panhead e Evolution). O quarto modelo (Evolution) acabou sendo adotado por Steve Vai e comercializado pela DiMarzio, passando também a integrar as guitarras JEM. Então, o guitarrista batizou a guitarra favorita de Evo, em alusão ao pickup recém instalado. Ela vem sendo usada por Vai desde o álbum “Sex & Religion”, de 1993, tanto ao vivo quanto em gravações, e veio sofrendo diversas modificações ao longo do tempo. O braço foi trocado duas vezes (depois de quebrar) e o corpo também teve de ser reparado, depois de rachar. Curiosidade: além do nome “EVO” escrito à mão por Vai (próximo à ponte da guitarra), atrás do corpo há dois (isto mesmo, dois) autógrafos de B. B. King, feitos em épocas diferentes (1995 e 1998), já desbotados.

Em breve a parte 9.

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Post de 01 de março de 2017


Sobre Marco Pala

Marco Pala, nascido em 1975 na cidade de Monte Alto-SP, é advogado, guitarrista da banda Roy Corroy nas horas vagas e um apreciador do bom e velho rock and roll desde a mais tenra idade.

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