Guitarras: As mais icônicas do Rock - Parte 2

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Por Marco Pala
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Vamos agora à aguardada segunda parte da série. Lembrando que a lista está em ordem alfabética e dividida por partes.

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ANGUS YOUNG (AC/DC) – GIBSON SG 1968/1970

Angus Young é sinônimo de Gibson SG. Porém, ao longo dos anos, ele usou muitas e muitas delas (incluindo uma JayDee e também seus modelos “signature”). Mas sua preferida é justamente a primeira SG que ele adquiriu, ainda no começo do AC/DC. Há muita discussão na internet sobre a idade de sua SG #1, já que Angus não sabe ao certo qual seu ano de fabricação. Alguns especulam se tratar de um modelo 1968, e outros dizem ser de 1970 (antes da Gibson remodelar alguns aspectos da SG em 1971). A guitarra sofreu muito na mão de seu dono, sendo que no final dos anos 70 e início dos 80, ela tinha até fita adesiva prendendo os captadores (que foram trocados algumas vezes). Ela foi sua primeira opção em gravações e turnês até 1980, quando o AC/DC passou a faturar muito dinheiro e ele teve acesso a muitas outras SG’s, deixando sua favorita em casa. Sua preferência por esta guitarra se deve ao braço fino, que muitos, inclusive, creditam a um erro da fábrica. Angus gostou tanto que mandou fazer várias guitarras com especificações semelhantes durante sua carreira (algumas com “raios” marcando a escala, o que se tornou sua marca registrada); inclusive, sua SG Signature é baseada nesta guitarra. Apesar de ter seus modelos Gibson Signature, Angus nunca os usou como titulares em turnês (sua favorita nas últimas turnês tem sido uma SG 1967 preta), mas sua SG 1968 (ou 1970) serviu de base para muitas das outras guitarras usadas pelo lendário guitarrista do AC/DC durante toda sua carreira.

B. B. KING – “LUCILLE”

Todos devem conhecer a história por trás do nome da lendária guitarra do lendário Riley King: o bar em que ele tocava em 1949 se incendiou depois de uma briga, e ele arriscou sua vida para salvar sua guitarra, que havia lhe custado 30 dólares. Logo depois, ele descobriu que o pivô da briga foi uma mulher chamada Lucille. Porém, a guitarra que temos em mente (uma Gibson semi-acústica preta) não é a guitarra original desta história. Na ocasião, King tocava com uma guitarra acústica “archtop” Gibson L-30 (basicamente, um violão com tampo arqueado). “Lucille” foi o nome que ele deu a todas as guitarras que usou depois do episódio do bar, ou seja, além da L-30 (a “Lucille” original), teve Fender Telecaster, Gibson Les Paul, ES-175, ES-335, Epiphones, entre outras. Foi nos anos 60 que King passou a usar modelos Gibson ES-355-TD, que se tornaram as “Lucilles” do imaginário popular, até que em 1980 ele lançou, em parceria com a Gibson, o modelo “signature” Lucille definitivo: basicamente uma versão da ES-355 (e não 335) que ele vinha usando há anos, sem as cavidades “f” nas laterais do corpo e com o nome da moçoila no centro do headstock. Esta veio a se tornar oficial e eternamente a guitarra Lucille, que ele empunhou até sua morte em 2015, aos 90 anos.

BILLY GIBBONS (ZZ TOP) – “PEARLY GATES”

O barbudão Billy Gibbons é do tipo que não se prende a um modelo ou marca específicos de guitarra, tendo usado muitas Gibsons, Fenders, guitarras exóticas feitas por seu técnico (John Bolin), além de outras marcas. Mas sua grande preciosidade é a “Pearly Gates”: uma Gibson Les Paul Standard “sunburst” original de 1959. As Les Pauls “sunburst” fabricadas entre 1958 e 1960 são as guitarras mais cobiçadas por colecionadores, sendo a LP ‘59 considerada o “santo graal” das guitarras “vintage”. Desde a metade dos anos 1960, estas guitarras já eram raras (porque a Gibson havia parado de fabricá-las a partir de ‘61) e muito valorizadas, principalmente por influência de Eric Clapton. A história do nome da guitarra (“Portal Perolado” ou “Portal de Pérolas”, tirado de uma passagem bíblica) remete ao início do ZZ Top, quando a banda comprou um carro (um Packard 1939) para as turnês. Uma namorada de Billy pegou o carro emprestado para ir até Hollywood tentar um papel em um filme, e conseguiu. Eles batizaram o carro de “Pearly Gates” por achar que havia algo de mágico nele. Logo depois, o Packard foi vendido e com parte do dinheiro Billy conseguiu comprar a tão sonhada Les Paul de 1959, dando-lhe o nome do carro. Além de tê-la usado em praticamente toda carreira com o ZZ Top (turnês e estúdio), a guitarra também lhe rendeu muito dinheiro a título de merchandising. Os captadores dela foram clonados por Seymour Duncan e há décadas se encontram no seu catálogo principal, e a própria guitarra vem sendo reproduzida regularmente pelo Custom Shop da Gibson há anos. Em todas as situações, o nome é um só: Pearly Gates. Nesta lista serão citados outros “santo graals”, mas esta é uma das LP ‘59 mais icônicas de todas. A título de curiosidade, qualquer Les Paul Standard de 1959 em estado considerável não é encontrada hoje em dia por menos de US$ 500.000. Mas se ela pertenceu a alguém conhecido, o preço pode ser muitas vezes multiplicado. Segundo Billy, muitos colecionadores já lhe ofereceram fortunas pela Pearly Gates original; um deles (japonês) chegou à proposta de US$ 5.000.000 por ela, mas o guitarrista declinou da oferta.

BO DIDDLEY – GRETSCH CIGAR BOX

Bo Diddley possui grande importância para o universo do rock, pois, mesmo se tratando originalmente de um guitarrista de blues, ele ajudou a definir os padrões que depois seriam incessantemente usados pelos guitarristas fundadores do rock pesando. Além disso, ele era simplesmente muito doido! Foi nos anos 50 que o relacionamento entre ele e a empresa Grestsch se iniciou, sendo que Diddley costumava usar um modelo “hollow-body” (oco) parecido com uma Gibson L-5. Em 1959, Diddley procurou um ex-empregado da Gretsch (conhecido como Juliano) para lhe fazer três guitarras que ele mesmo havia projetado. O luthier somente fez os corpos e a montagem, o braço e todo hardware eram produtos de linha da Gretsch e o resultado foram os modelos que Diddley chamou de “Jupiter Thunderbird”, “Cadillac” e “Cigar Box”. Todos eles se transformaram em clássicos, porém, a guitarra mais inusitada de todas foi a Cigar Box, a “guitarra quadrada” que se tornou a marca registrada deste icônico guitarrista. Há muitas lendas sobre as razões para o design deste instrumento, porém, segundo o próprio Diddley, ela foi inspirada nos “Cigar Box” do início do século XX (um tipo rudimentar de instrumento de corda, cujo corpo retangular era feito de caixas de charutos, daí o nome). Além disso, o formato do corpo permitia a Diddley pular pelo palco enquanto tocava a guitarra, sem ter maiores problemas. Sua primeira “guitarra quadrada” foi feita artesanalmente (por ele mesmo) em 1945, e depois dos protótipos feitos pelo tal de Juliano, ela foi adotada pela Grestch, que fabricou várias delas para Diddley e também fez lançamentos esparsos durante todos estes anos. A primeira “Cigar Box” de Diddley (artesanal) foi roubada nos anos 50, sua primeira Gretsch (Juliano) está exposta no Hard Rock Cafe em Tampa e no Rock N’ Roll Hall Of Fame está um protótipo bem antigo, feito pelo luthier Tom Holmes. Curiosidade: Diddley deu sua Jupiter Firebird ‘59 original de presente para Billy Gibbons (ZZ Top), que a possui até hoje. Em 2005, a Gretsch lançou o modelo “Billy-Bo Thunderbird”, em homenagem a esta guitarra.

BRIAN MAY (QUEEN) – “RED SPECIAL”

Não dá para fazer uma lista de guitarras icônicas sem citar a “Red Special”. A história da guitarra já é bastante conhecida: foi construída pelo próprio Brian May com a ajuda de seu pai, o Sr. Harold May, em 1963, e foi sendo modificada nos anos seguintes. A guitarra é totalmente artesanal e bastante incomum em termos de construção: o braço foi feito em uma peça de mogno retirada de uma lareira, possui 24 trastes (algo raro pra época), “traste zero” (há um traste antes da pestana, também incomum para a época) e uma escala feita de carvalho (pintada de preto); o corpo é semi-acústico, ou seja, é oco, mas contém no seu interior um bloco central sólido de carvalho (tirado de uma mesa antiga). Até os captadores originais foram feitos pelos Mays, sendo depois substituídos por três single-coils da marca Burns, que na época eram os únicos vendidos separadamente na Inglaterra. Há chaves que ligam os captadores de diversas formas, sendo que o som “fora de fase” desta guitarra (resultado da combinação dos captadores em paralelo) é uma marca registrada da sonoridade de Brian May e do próprio Queen. É uma guitarra única, usada pelo seu dono incessantemente durante toda carreira do Queen até a morte de Freddie Mercury em 1991. Turnês ou gravações, ela sempre esteve ali e 90% das canções da banda foram gravadas somente com ela. Brian possui já há décadas muitas réplicas da Red Special, feitas por excelentes luthiers, além de marcas como Guild e Burns (que, inclusive, foram lançadas no mercado). Ele há anos vem usando algumas destas em turnês, mas a original ainda está em sua posse e é usada em ocasiões especiais.

CARLOS SANTANA – PAUL REED SMITH CUSTOM

Durante os primeiros anos de sua prolífica carreira, Santana usou diferentes modelos de guitarra, na maioria, Gibson SG Special e Yamaha SG. Porém, na virada dos anos 70 para os anos 80, ele conheceu o jovem luthier Paul Reed Smith, que lhe ofereceu seus serviços, lembrando que nessa época ainda não havia muita procura por instrumentos artesanais feitos por luthiers. Smith já havia feito guitarras “custom” para gente do quilate de Ted Nugent, Peter Frampton e Al Di Meola, mas ainda era um nome desconhecido. Em 1981, Santana recebeu seu primeiro protótipo PRS e desde então passou a usar exclusivamente estas guitarras. As PRS usadas por Carlos Santana nos anos 80 eram instrumentos artesanais, baseados na Les Paul Double Cutaway. No final dos anos 80, Smith se associou com o cara que foi presidente da Gibson nos seus áureos tempos, Ted McCarty, que lhe prestou importantes serviços de consultoria, os quais ajudaram a tornar o nome Paul Reed Smith em um sinônimo de excelência na construção de instrumentos top de linha. E foi somente em 1995 que a PRS lançou o primeiro modelo Santana Signature, um dos destaques da empresa. Porém, já na época, a imagem de Carlos Santana com suas PRS “Double Cutaway” estava consolidada, estando esta lucrativa parceria ativa até os dias de hoje.

DAVE MURRAY (IRON MAIDEN) – FENDER STRATOCASTER 1957

Dave Murray é sinônimo de Stratocasters. Nas suas quatro décadas de Iron Maiden, várias delas desfilaram na mão do guitarrista, mas a mais icônica, sem dúvida, foi a sua #1 durante os dez primeiros anos de sua carreira: uma Fender 1957. Esta guitarra, na verdade, é fruto de uma obsessão: Dave sempre foi um grande fã de Paul Kossoff, guitarrista da primeira encarnação da banda Free. Alguns meses depois da morte de Kossoff (em 1976), Dave leu um anúncio no Melody Maker, informando que a família do falecido estava vendendo alguns de seus pertences, entre eles, uma Fender Stratocaster (branca) ano 1957. Dave, munido do número de série da guitarra, foi checar o anúncio e realmente se tratava da Strato de Paul Kossoff, a mesma que ele empunhou na capa do álbum “Back Street Crawler”, de 1973. Ele pagou cerca de 1.400 dólares pela guitarra de seu ídolo (um bom valor para a época), e a transformou em sua principal ferramenta de trabalho, tanto em gravações como também na estrada. Pouco tempo depois de tê-la adquirido, Dave pintou o corpo da Strato de preto e instalou pickups humbuckers (primeiro Gibsons PAF e depois DiMarzio Super Distortion). Esta Strato foi a principal guitarra de Dave até a turnê do álbum “Somewhere In Time”, em 1987, quando precisou fazer retífica dos trastes. Desde então a guitarra foi aposentada, estando na posse de Dave até hoje, guardada na casa de sua mãe. O primeiro modelo Fender Dave Murray Signature é uma versão baseada nesta guitarra. Curiosidade #1: até onde consta, esta foi a única Stratocaster que Paul Kossoff possuiu, uma vez que o guitarrista era um aficionado por Les Pauls. Curiosidade #2: Dave Murray provavelmente não foi o primeiro a instalar humbuckers numa Strato, mas foi um dos primeiros; até então, pouca gente havia tido esta prosaica ideia (esperem até chegarmos em Ed Van Halen).

DAVID GILMOUR – FENDER STRATOCASTER “#0001”

O magistral guitarrista do Pink Floyd possui uma considerável coleção de guitarras, incluindo algumas icônicas que poderiam facilmente estampar esta matéria. Mas há uma preciosidade em seu arsenal que merece nota. Trata-se de uma bela Fender Stratocaster de 1954 (o primeiro ano de fabricação do lendário modelo), cujo número de série é “0001”. Você poderá ler por ai que se trata da “primeira Stratocaster”, mas não é verdade. Esta provavelmente foi a (ou uma das) primeira Strato a ter um número de série estampado. Alguns códigos escondidos indicam sua procedência: “TG 6.54” (inscrito atrás do braço) indica que ele teria sido confeccionado pelo luthier Taddeo Gomez (funcionário da Fender) em junho de 1954, e “Mary 9.28.54” (no corpo) faz referência a Mary Lemus (supervisora de produção da época), além da data de 28/09/1954. Especialistas dizem que o acabamento incomum (para uma Strato dos anos 50), ou seja, a cor branca e as ferragens douradas indicam que ela não seria da linha de produção normal, mas talvez uma peça feita especialmente para servir de mostruário em alguma feira. Segundo David Gilmour, esta Strato teria permanecido sob a posse de Leo Fender até os anos 70. Leo a teria vendido para Seymour Duncan por volta de 1976 e Duncan a teria repassado para outro lendário luthier, Philip Kubicki (dos baixos Factor). Em 1978, Kubicki pediu um empréstimo a David Gilmour (para poder comprar uma casa) e uma das condições impostas por David foi que Phil lhe vendesse a Strato. Porém, Seymour Duncan afirma que esta guitarra não seria uma Strato original de 1954, mas um “frankenstein” feito com partes de modelos de 1957. No fim, um jornalista especialista em guitarras chamado David Meads inspecionou a guitarra em 1995 e concluiu que não se tratava de uma Stratocaster da linha de produção comum da época, porém, era de fato original de 1954. Tanto faz: é uma guitarra icônica, que pertenceu a figuras antológicas, foi usada em gravações lendárias (a base “funky” de “Another Brick In The Wall Part 2” é um exemplo) e pertence até hoje a seu dono mais famoso.

DIMEBAG DARRELL – DEAN “FROM HELL”

Darrell Abbott foi o responsável por tornar as Dean ML (um híbrido entre Explorer e Flying V) em um instrumento clássico. Seu sonho, desde moleque, era ter uma guitarra Dean, até que seu pai lhe deu uma ML Standard novinha (ano 1981) de presente. Originalmente, a guitarra veio na cor “cherry sunburst” e com uma ponte fixa. Por volta de 1982, quando tinha 16 anos, Darrell vendeu a guitarra (por US$ 600) para poder comprar um carro, mas ficou muito tempo arrependido, até conseguir reencontrá-la alguns anos depois e comprá-la de volta (agora por US$ 2.500, um valor bem alto para uma guitarra destas até para os padrões atuais). Ela se tornou peça fundamental no som e imagem do agora legendário Dimebag Derrell, que a batizou de “From Hell”. A guitarra sofreu muitas modificações: na pintura (agora azul, com raios e um adesivo tirado da capa do primeiro disco do KISS), na ponte (Floyd Rose) e nos captadores (Bill Lawrence XL-500 e Seymour Duncan 59). Ao longo do tempo, Dime usou várias Dean ML, além de modelos “signature” feitos pela Washburn com base na ML, mas a “From Hell” original, sem dúvida, foi sua guitarra mais icônica. Depois da abrupta morte de Darrell, a guitarra foi herdada por sua antiga companheira, Rita Haney.

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Sobre Marco Pala

Marco Pala, nascido em 1975 na cidade de Monte Alto-SP, é advogado, guitarrista da banda Roy Corroy nas horas vagas e um apreciador do bom e velho rock and roll desde a mais tenra idade.

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