Guitarras: As mais icônicas do Rock - Parte 5

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Por Marco Pala
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Vamos à parte 5 da saga:

JOHN LENNON – EPIPHONE CASINO 1965


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Assim como o beatle George, John oscilou entre diferentes instrumentos durante sua carreira e a maioria das suas guitarras poderia tranquilamente figurar nesta lista. Mas não há como não falar da Epiphone Casino, que foi uma das guitarras mais usadas por John nos poucos anos de existência dos Beatles. Lennon a adquiriu “zero km” em 1966 e sua cor original era “sunburst”. Ele a estreou nas gravações do álbum “Revolver” e a guitarra logo se tornou seu principal instrumento (George e Paul também tinham Casinos e adoravam o modelo). Em 1968, com os Beatles já fora das turnês, John enviou a guitarra para um luthier deixá-la apenas na cor da madeira, retirando também o escudo. Além de gravações e shows, John usou a Casino em diversas situações antológicas, como no vídeo de “Revolution”, no “Live Peace In Toronto” (primeiro álbum da Plastic Ono Band, gravado ao vivo em um festival no Canadá), na sua participação no “The Rolling Stones Rock N´Roll Circus” e no último show dos Beatles, realizado no telhado do edifício da Apple Corps. A guitarra permaneceu na sua posse até sua morte, estando exposta hoje em dia no Lennon Museum, no Japão. Curiosidade: apesar de ser propagada a idéia de que a Epiphone Casino seja uma (boa) versão “mais em conta” da Gibson ES-335, ela na verdade é baseada na ES-330, ou seja, captadores P-90 “dog ear” e corpo totalmente oco (sem bloco central de madeira maciça, como na 335). Portanto, tecnicamente NÃO é uma semi-acústica, mas sim, uma guitarra oca, ou “hollow-body”. O termo “semi-acústico” significa misturar dois conceitos diferentes de construção: “acústico” e “sólido”, ou seja, uma guitarra oca que possui um bloco central de madeira maciça, não se tratando da relação “acústica x elétrica”. Já o termo “semi-sólido” indica uma guitarra com corpo sólido, mas com câmaras ocas (escavadas), a exemplo da linha Fender Thinline.

JOHN SYKES – GIBSON LES PAUL CUSTOM 1978

Este cultuado guitarrista inglês tem um currículo inacreditável, que além de sua carreira solo, tem passagens importantes por bandas como Tiger Of Pan Tang, Thin Lizzy e principalmente Whitesnake, que lhe deu fama mundial. Durante todos estes anos, sua principal guitarra (talvez tão ou mais icônica que seu dono) foi uma surradíssima Gibson Les Paul Custom preta ano 1978. Ele a adquiriu “zero km” e ao longo dos anos fez algumas modificações, trocando tarraxas originais pelas confiáveis Grover, a pestana de osso (trocada por uma de latão) e também os captadores. O pickups PAF (Gibson T-Top) original da ponte foi substituído por um potente Gibson Dirty Fingers, que depois foi novamente trocado por um Burstbucker (uma moderna versão da Gibson para seu antigo PAF). Um detalhe importante nesta Les Paul é que John trocou as molduras dos captadores e do switch (originais pretos) por modelos de metal, o que se tornou sua marca registrada e tornou o visual da guitarra inconfundível. Apesar de possuir diversas guitarras (incluindo versões de sua #1 feitas pelo Custom Shop da Gibson, que reproduz essa Les Paul desde 2006), John não se importa de levar sua preciosidade em turnê até hoje. Curiosidade #1: esta Les Paul foi produzida num período da Gibson que os colecionadores chamam de “Norlin Era”. Norlin é um apelido dado à junção do nome dos dois proprietários das empresas que controlaram a Gibson INC de 1974 a 1987, ou seja, Norton Stevens (presidente da ECL Industries) e Maurice Berlin (presidente da CMI). Muita gente reclama que a qualidade dos instrumentos caiu neste período, mas muitos músicos são completamente fãs das guitarras desta época e muitas guitarras icônicas desta lista são instrumentos Gibson “Norlin Era”. Curiosidade #2: quem deu a ideia para John trocar as peças de sua Les Paul por modelos de metal foi ninguém menos que o lendário líder do Thin Lizzy, Phil Lynott.

JOHNNY RAMONE (RAMONES) – MOSRITE VENTURES II 1965

Este é um caso de um guitarrista de uma guitarra só. Ou quase. Se você procurar pela internet, vai encontrar fotos raríssimas de Johnny Ramone usando Stratocaster e até mesmo Rickenbacker, mas não há como não associá-lo à Mosrite Ventures II branca com escudo preto. Curiosamente, sua guitarra principal nos dois primeiros anos de Ramones foi outra Ventures II, esta azul, que foi roubada em 1977. Desde então, até o fim da banda em 1996, sua principal guitarra foi a branca. Praticamente única, uma vez que as outras guitarras eventualmente usadas serviam apenas de backup. Ao longo do tempo, ele fez mudanças na guitarra, trocando os captadores originais por um Seymour Duncan Mini Humbucker (na posição do braço, mas desligado – ele nunca o usava) e um DiMarzio FS-1 na ponte (um single-coil com alta saída e resistência). Johnny costumava dizer que escolheu a Mosrite porque era uma guitarra muito barata, simples e que ninguém usava, uma vez que ele não queria usar um instrumento associado a músicos famosos da época, principalmente Gibson e Fender. De fato, ela não era uma guitarra comum. A Ventures II era uma versão simples e barata do modelo Ventures, e já na época era uma guitarra difícil de ser encontrada, porque cerca de 60 delas haviam sido fabricadas entre 1965 e 1966. Das originais, Johnny possuiu duas (azul e branca), além de algumas cópias feitas especialmente para ele, posteriormente. Somente em 1996 a Ventures II foi reeditada pela Mosrite, desta vez como o modelo Johnny Ramone. A guitarra original permaneceu com Johnny até sua aposentadoria em 1997, tendo sido vendida ao produtor Daniel Ray.

JONNY GREENWOOD (RADIOHEAD) – FENDER TELECASTER PLUS

O estranho Jonny Greenwood é, de fato, quem faz o principal trabalho de guitarra da sua banda, o Radiohead. E desde 1995, sua principal guitarra (quase onipresente) é uma Fender Telecaster Plus do início dos anos 90. Jonny é um adepto da Tele Plus: ele adquiriu duas delas antes do Radiohead gravar o primeiro disco (“Pablo Honey”, de 1993), mas ambas foram roubadas em 1995 em depois de um show em Denver (juntamente com todo equipamento da banda). Depois do triste evento, ele comprou outra Fender Telecaster Plus “sunburst” (da primeira safra), fazendo algumas modificações (que já haviam sido feitas em uma de suas Teles roubadas): a guitarra vinha de fábrica com uma chave para “splitar” o captador da ponte (um Lace Sensor Red-Red Dually, uma versão humbucker para o single-coil Red), que foi substituída por um “kill-switch” (um botão que, na prática, liga e desliga o circuito da guitarra). O captador do braço, um Lace Sensor Blue, também é original de fábrica. A relação de Jonny com seus instrumentos parece ser bastante prática e casual, não tendo, aparentemente, aquela relação passional que muitos músicos possuem com o universo das guitarras “vintage”. Por ser um cara recluso, as informações sobre seu equipamento nem sempre são exatas e precisas, apesar de haver na internet, inúmeros sites especializados em equipamentos do Radiohead. Desde que adotou sua Tele Plus #3 em 1995, a guitarra vem sendo seu principal instrumento de palco e gravações, ao lado de algumas coadjuvantes (como uma Fender Starcaster 1975). Recentemente, uma das Teles roubadas de Jonny (mais precisamente a #2, que ficava de reserva) foi recuperada e voltou ao seu dono original.

JOHNNY WINTER – GIBSON FIREBIRD V 1964

Este albino, vesgo e magistral guitarrista de blues e rock é, sem dúvida, um dos guitarristas mais importantes desta lista, apesar de sua carreira ser um pouco obscura para parte do público mais jovem. Em termos de guitarra, Johnny usou alguns modelos diferentes, mas dois deles se destacam: a Gibson Firebird, que cobriu grande parte do período mais antológico de sua carreira, e a Erlewine Lazer, que é aquela guitarra estranha, com corpo pequeno e sem headstock que ele usou bastante a partir dos anos 90, quando sua saúde começou a se debilitar. Mas as Firebirds, que viraram sua marca registrada a partir da metade dos anos 70, realmente são as suas guitarras mais antológicas. O modelo “sunburst” (de 1963) era sua principal guitarra-slide (e continuou sendo durante toda sua carreira), porém, a branca de 1964 (serial #242133) é considerada o seu “santo-graal”. Esta guitarra apareceu com seu dono na capa do mitológico álbum “Captured Live” (de 1976) e foi, durante muitos anos, sua principal guitarra em shows e gravações, até Johnny optar por viajar com as Erlewine (mesmo assim, vez ou outra, ele aparecia com ela em alguma ocasião). Durante todos estes anos, a única modificação feita por Johnny na Firebird branca foi trocar a ponte (que originalmente possuía um trêmulo Maestro) por uma “tune-o-matic” comum da Gibson, mais estável. A guitarra permaneceu com de Johnny até seu falecimento (em 2014) e em 2016 foi colocada à venda num leilão, junto de vários outros instrumentos lendários dele, com valor final estimado em US$ 400.000. Ainda não há notícias de quanto foi arrematada.

JOSH HOMME (QUEENS OF STONE AGE) – OVATION ULTRA GP 1984

Muitos músicos da cena alternativa e “stoner” dos anos 90 cultuam Josh Homme como um dos melhores guitarristas que passaram pela face da Terra, cujo culto se iniciou na época em que ele integrava a banda Kyuss, que existiu originalmente entre 1988 e 1995. Exagero ou não, Josh não é um guitarrista virtuoso no sentido de técnica, mas é um daqueles guitarristas que possui uma sonoridade única, que se tornou um dos nomes mais importantes do rock americano à frente do Queens Of The Stone Age, formado em 1996. Até 2003, Josh foi fiel a um modelo bastante obscuro de guitarra: a Ovation Ultra GP, que o ajudou a definir sua sonoridade (somada a “combos” Ampeg e pedais fuzz). Este modelo teve curta produção (1983 e 1984) e estima-se que exista por aí pouco mais de 100 peças, tornando-a muito rara e obviamente cara. Josh é dono de pelo menos três delas (preta, “sunburst” e vermelha), mas a preta (ano 1984) foi sua principal guitarra por muitos e muitos anos, que vão desde a época do Kyuss, sua passagem pelo Screaming Trees, Desert Sessions e pelos três primeiros discos do QofSA. Os pickups originais da Ultra GP eram DiMarzio, normalmente PAF ou Super Distortion.

K. K. DOWNING (JUDAS PRIEST) – GIBSON FLYING V 1964/1967

Durante as décadas que esteve dividindo as guitarras do Judas Priest com Glenn Tipton, Ken usou várias guitarras, de marcas como Gibson e Hamer, mas sempre no formato “V”, exceção feita a algumas poucas Stratocasters. Mesmo tendo sido “endorser” da Hamer por muitos e muitos anos, sua guitarra principal e mais icônica foi uma Gibson Flying V vermelha, dos anos 60. Ele a comprou de segunda mão em uma loja em Birminghan, semanas depois do lançamento do primeiro álbum do Priest (“Rocka Rolla”, de 1974) e a guitarra logo se tornou sua principal ferramenta no palco e também nos estúdios. Esta Flying V foi reservada para gravações depois de 1984, quando começou o envolvimento de Ken e Glenn com a Hamer. Curiosidade: segundo Downing (e também muitas matérias espalhadas pela net), a guitarra seria do ano de 1964, o que é contestado por especialistas. Ocorre que a Gibson não fabricou o modelo Flying V entre 1960 e 1966, depois do fracasso de venda quando foi lançado em 1958. Somente em 1967 é que o modelo foi reeditado, depois de uma repaginação visual (escudo maior), que, inclusive, é o mais conhecido e reproduzido pela Gibson até hoje. Em 1963, a Gibson vendeu no mercado algumas Flying V “encalhadas” da primeira tiragem (‘58 e ‘59), mas, pelas características visuais, é bem mais provável que a Flying V original de Downing seja realmente do ano de 1967. Ken possui esta guitarra até hoje, que é guardada com muito carinho.

KEITH RICHARDS (ROLLING STONES) – “MICAWBER”

Apesar de ser um guitarrista que sempre navegou entre os universos das Fenders e Gibsons, a Telecaster amarela (com escudo preto) é o modelo que mais combina com Keith Richards. E a razão de sempre haver uma destas em seus set-ups é a sua guitarra favorita, batizada de “Micawber” (nome tirado de uma obra de Charles Dickens, chamada “David Copperfield”). Trata-se de uma Fender Telecaster de 1953 que lhe foi dada de presente por Eric Clapton (ele de novo), no dia do aniversário de 27 anos de Keith, em dezembro de 1970. Fazia cerca de um ano que Keith vinha experimentando afinações alternativas em Telecasters (vide “Honky Tonk Women”) e ele acabou ficando apaixonado pela sua nova guitarra, que se tornou seu principal instrumento na afinação que ganhou seu nome, uma versão da G aberto sem a corda “mizona” (ou seja, somente 5 cordas). Keith também fez uma modificação na guitarra que depois se tornou um padrão novo para as Telecasters: um humbucker Gibson PAF dos anos 50 foi instalado no lugar do tradicional single-coil “lipstick” do braço. Curiosidade: para modificar o timbre natural do PAF, tornando o som menos robusto, Keith inverteu a polaridade do magneto do captador – uma barra de imã que vai dentro dos humbuckers – simplesmente trocando a barra de lado, ou seja, inconscientemente ele fez o mesmo “truque” que havia na guitarra de Peter Green/Gary Moore. Em relação ao captador da ponte, há muita discussão sobre qual seria, mas especula-se se tratar de um single-coil tirado de uma antiga Fender Esquire e rebobinado para ter maior resistência e saída. O seletor de pickups também não é trivial: na posição 1 temos o pickup da ponte, no meio o pickup do braço com a equalização do potenciômetro de tonalidade ativada, e na posição 3 o pickup do braço sem a equalização, passando o sinal através de um capacitor especial. Até hoje, Keith excursiona e grava com esta guitarra, apesar de possuir réplicas, além de outras Teles conhecidas.

KIM THAYIL (SOUNDGARDEN) – GUILD S-100 POLARA

Por conta das diversas afinações usadas no Soundgarden, o enigmático guitarrista Kim Thayil sempre se dividiu entre guitarras Gibson e Guild (e às vezes Fender). Mas sua marca registrada é justamente uma guitarra pouco usual: uma Guild S-100 Polara, preta, do início dos anos 90; basicamente uma versão re-estilizada da Gibson SG. Kim possui várias S-100 e também algumas outras guitarras raras da Guild, mas esta preta, que ele adquiriu “zero km”, esteve presente em tudo que gravou desde os anos 90, além das turnês. Sua preferência por este modelo (e não por uma SG original, por exemplo) se deve ao braço mais fino da S-100, além da distância entre a ponte e o cordal, que deixa espaço para ele produzir efeitos de “pitch” (alteração da tensão da corda) apertando as cordas neste espaço. A guitarra está 100% original e até hoje se encontra em seus rigs de shows.

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Sobre Marco Pala

Marco Pala, nascido em 1975 na cidade de Monte Alto-SP, é advogado, guitarrista da banda Roy Corroy nas horas vagas e um apreciador do bom e velho rock and roll desde a mais tenra idade.

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