Michael Amott: "os anos com o Carcass foram muito importantes"

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Michael Amott: "os anos com o Carcass foram muito importantes"

Postado por Julia Sabbaga | Fonte: Wikimetal

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Leia abaixo a entrevista que Michael Amott do Arch Enemy deu para o Wikimetal:

Wikimetal (Nando Machado): Olá, Sr. Michael Amott.

Michael Amott: Olá, olá, boa noite.

W (NM): Boa noite, como você está?

MA: Muito bem, muito bem.

W (NM): Que bom. Você está na Suécia agora, certo?

MA: Sim, nós estamos em casa.

W (NM): Eu li que você está gravando guitarras, é verdade?

MA: Estou sim. Estou.

W (NM): Excelente.

MA: É algo que eu… Eu gosto de me manter ocupado. E aí na semana que vem nós temos ensaios para a turnê que vamos fazer na América Latina.

W (NM): Isso é ótimo.

W (Daniel Dystyler): Excelente, Michael. Aqui é o Daniel, do Wikimetal. Eu vou começar perguntando se você se lembra da primeira vez que você se envolveu com música, e quais foram as suas principais influências que fizeram com que você optasse por tocar guitarra em uma banda de rock e metal?

MA: Ah… Sim, essa é uma boa pergunta! Sabe, eu sempre amei música. Eu sempre estive perto da música… Meus pais, especialmente a minha mãe, eram muito fãs de muitas, sabe, música clássica, jazz… E rock também, mas principalmente música clássica e jazz. Então eu cresci ouvindo música, mas eu não sei… Eu tinha um amigo, e ele que me introduziu ao Kiss, na verdade, ao álbum “Destroyer”, então eu gostava muito disso, eu gostava muito de Kiss por uns anos. Mas aí eu comecei a gostar de punk também, o que era meio… Eu estava procurando alguma coisa com muita energia eu acho, e eu amava o punk e essas coisas hard core. E muitos dos meus amigos ouviam Judas Priest e Iron Maiden, e essas bandas dos anos 80, então eu curtia isso também, eu gostava meio que de tudo nesse momento. E aí comecei a tocar guitarra em uma banda quando eu tinha 14 anos, e isso era mais punk, na verdade. E desse ponto para frente… Ou talvez eu tivesse 13 anos, na verdade, quando eu comecei a tocar guitarra. Então sim, era um pouquinho de tudo, mas eu acho que eu fiquei mais sério em relação à guitarra quando eu ouvi bandas como Metallica e essas coisas, sabe… O álbum “Kill ’Em All”, eu fiquei muito impressionado com ele. Daí eu pensei “Sim, eu também quero conseguir tocar esses riffs extremos, mas muito bem tocados” sabe…

W (NM): Todo mundo sabe que o Arch Enemy tem um som muito único, como você descreveria a sua música para alguém que nunca ouviu a banda? Há um modo de rotular o som do Arch Enemy?

MA: Bom, sabe, músicos não gostam de rótulos, não é? Nós não queremos reconhecer isso, nós achamos que somos muito originais, cada um de nós. Eu acho que a música do Arch Enemy é… A ideia que eu tive quando eu comecei a banda era de criar o projeto mais incrível, mais perfeito, que pudesse combinar a música extrema, todo o peso do thrash e do death com o trabalho melódico das guitarras do heavy metal clássico e hard rock. E, sabe, ter essas duas coisas, tipo a bateria muito rápida e intensa, os riffs pesados, vocais extremos, e fazer com que as harmonias dos solos de guitarra fossem muito bonitos. Eu queria fundir essas duas coisas, queria que essa banda fosse para outro nível. E eu continua tentando fazer isso, eu acho. Sabe, ainda é o mesmo conceito que nós temos na banda, então… Às vezes as pessoas falam que o Arch Enemy… Nós somos chamados de death metal, ou death metal melódico. Eu não nos vejo como esse tipo de banda, eu nos vejo mais como um metal híbrido, nós combinamos um monte de coisas diferentes na nossa música. Mas nós definitivamente somos extremo, sabe, nós não somos a banda mais extrema do mundo, claro, e nós não queremos ser, mas sabe, nós queremos… Eu acho que nós somos um tipo de metal extremo. Definitivamente metal.

W (DD): Definitivamente, definitivamente. E você poderia falar um pouco sobre o seu tempo com o Carcass no início dos anos 90 e como foi para você tocar nesses shows de reencontro há alguns anos?

MA: Sabe, eu amei tocar com eles, foi uma honra enorme para mim tocar com eles. Quando eu me juntei a eles, no começo dos anos 90, foi uma experiência de aprendizado enorme, sabe, porque eles tinham mais experiência do que eu, e eu aprendi muito tocando com eles. Eles faziam isso a mais tempo do que eu, sabe, shows, eles já tinham mais estrada naquela época, mesmo sendo muito jovens. Então foi uma experiência muito, muito legal, eu amei, e eu toquei em dois álbuns: “Necroticism – Descanting the Insalubrious”, e no “Heartwork”. E sim, eu me diverti muito naqueles três anos incríveis. Anos muito importantes para o meu desenvolvimento como músico. E os shows de reunião que nós fizemos de 2008 a 2010, eu fiz shows com eles, muitos shows pelo mundo todo, na verdade. Isso também foi, mais uma vez, uma experiência muito, muito divertida. Foi ótimo poder tocar aquela música de novo, e apresentá-la para os fãs – para os fãs antigos que não nos viam há muito tempo, ou nunca haviam nos visto, talvez, e para os fãs novos – nós tínhamos fãs novos também. Então foi uma experiência muito agradável. E foi bom poder se reconectar, sabe, com esses caras, com o Jeff e o Bill também…

W (NM): Então, você se lembra da primeira vez que você conheceu a Angela? O que você se lembra das audições dela para poder se juntar à banda e como foi o convite para ela fazer parte do Arch Enemy?

MA: Sabe, eu conhecia ela um pouco através de e-mail e essas coisas, porque nós havíamos feito algumas entrevistas na verdade… Ou nós fizemos uma entrevista, e então eu a conhecia pessoalmente depois. Ela estava fazendo alguma coisa na internet na época, trabalhando em alguma coisa na internet. E eu a conheci em um show do Arch Enemy. Nós estávamos em turnê na Alemanha, e ela veio ao show nos dar olá. E daí ela nos deu uma fita demo, algumas coisas da banda dela… A banda antiga dela, e sim… Ela era alguém que nós sabíamos que gostava muito… Sabe, nós sabíamos que ela era cantora e tal, mas não era algo sobre o qual nós pensávamos muito. Mas então, quando nós decidimos nos separar do Johann, nosso primeiro cantor, nós começamos a fazer uma lista de quem seria uma pessoa legal… Sabe, quem seria… Nós queríamos alguém desconhecido, sabe, que entrasse e… Mas ao mesmo tempo, que fosse incrível, então o nome da Angela surgiu, e eu me lembrei de que ela soava muito, muito bem cantando o nosso material, então foi… Foi uma coisa muito legal, nós fomos quase que imediatamente para o estúdio. Nós já estávamos escrevendo o álbum “Wages of Sin”, e ele já estava quase todo escrito, e aí quando nós começamos a gravar, ficou muito bom no estúdio também, então… O resto é História do Heavy Metal.

W (DD): E é uma grande história. Michael, nós temos uma pergunta clássica no nosso programa que nós fazemos a todos os convidados, que é, imagine que você está ouvindo o seu iPod no modo aleatório, ou você está ouvindo uma estação de rock enquanto você dirige o seu carro, e de repente uma música de heavy metal começa a tocar, que faz com que você perca a cabeça e comece a headbangear imediatamente, independente de onde você esteja, você não consegue parar, você não consegue se conter. Que música seria essa para que nós possamos ouvi-la no programa agora?

MA: Ah, nossa… Provavelmente seria alguma música do Slayer, sabe, eles me deixam alucinado. Provavelmente “Chemical Warfare”, do Slayer.

W (NM): “Chemical Warfare”, do Slayer, no Wikimetal! Você também tocou teclado e baixo para o Arch Enemy por um tempo… Você acha que o fato de você tocar vários instrumentos diferentes te ajuda a compor músicas do Arch Enemy?

MA: Sabe, eu não sou um multi-instrumentalista, na verdade, eu tento… Eu realmente tento ficar só na guitarra, sabe, é o suficiente para mim. Mas eu sei tocar um pouco de baixo, um pouco disso e daquilo, mas nada sensacional. Eu consigo fazer algumas demos em casa e coisas assim, mas sabe… Eu tenho músicos tão bons no Arch Enemy, que eu realmente não preciso pensar em tocar outros instrumentos. Quando nós colocamos teclado, nós costumamos chamar o Per Wiberg, que toca comigo no Spiritual Beggars, e ele também tocou com o Opeth por muitos anos, ele é um tecladista fantástico, então nós costumamos chamar ele para tocar teclado se precisamos de alguém.

W (DD): E já que você mencionou o “Spiritual Beggars”, você poderia falar um pouco sobre os seus planos futuros? Vão lançar alguém álbum novo no ano que vem?

MA: Sim, vamos. Nós estamos gravando agora, eu estou gravando solos de guitarra essa semana, estive gravando guitarras a semana toda. Então sim, é um álbum completamente novo, comemorando 20 anos… Vigésimo aniversário da banda no ano que vem, e nós vamos fazer alguns shows no ano que vem. Porque o Arch Enemy vai ter uma pausa no começo do ano que vem, então eu posso me dedicar a outra coisa. E sim, eu vou tocar com o Spiritual Beggars aqui e ali, então vai ser divertido. Um novo álbum de estúdio vai ser lançado na primavera ano que vem.

W (NM): Ótimo, e falando sobre o show em São Paulo no dia 25 de novembro…

MA: Um completo Armaggedon, eu acho… Vai ser uma loucura. Nós sempre tivemos turnês incríveis no Brasil, em toda a América Latina, na verdade. Nós já fizemos duas turnês aí, e sempre foi uma experiência incrível, sabe. A energia dos fãs, a dedicação, o conhecimento que eles têm sobre a nossa música, sabe, nós podemos tocar qualquer música da nossa discografia e eles reagem a ela, sabe, eles ouvem a nossa música… Fãs muito dedicados e fantásticos, e eles cantam e fazem muito barulho, o que é incrível. Então foi muito divertido, nós amamos essas plateias energéticas, e nós vamos colocar um pouco disso no nosso próximo DVD que nós vamos trabalhar no ano que vem.

W (NM): Isso é ótimo de ouvir, eu tenho certeza que nossos ouvintes vão adorar fazer parte disso, e nós estaremos lá também, com certeza.

W (DD): E, Michael, se você pudesse pensar em um momento da sua carreira que você nunca vai esquecer, qual seria?

MA: Ah… Provavelmente, sabe, eu tive sorte de ter uma carreira incrível, realmente, na música, então eu tenho muitos desses momentos. Eu acho que às vezes, quando você toca em um país pela primeira vez, algum lugar muito longe. Eu me lembro da primeira vez que eu toquei no Japão, em 1997, e eu nunca havia tocado no Japão, e eu estava muito empolgado… Eu me lembro que foi uma sensação muito especial: estar no palco e tocar na frente de fãs que estavam tão longe da Suécia, mas que conheciam a minha música, foi uma sensação especial. Mas, sabe, eu tive muitas experiências legais. E acho que… Eu não sei, mas eu acho que nós tivemos tantas boas experiências, que nós somos até meio mimados, sabe, nós temos muitos… Muitos fãs incríveis no mundo todo, realmente. Então sim, muitos momentos legais, muitas histórias boas para os netos, eu acho, se eu ainda conseguir me lembrar delas.

W (NM): E nós gostaríamos de ouvir outra música, dessa vez eu vou pedir para você escolher uma música do Arch Enemy que você se orgulha muito para que nós possamos ouvi-la no Wikimetal.

MA: OK, legal. Vamos tocar a minha música preferida do nosso álbum mais recente, “Khaos Legions”, que é uma música chamada “Bloodstained Cross”.

W (DD): Já que você mencionou a “Bloodstained Cross”, deixe-me perguntar, o vídeo mostra o Arch Enemy tocando em muitos países ao redor do mundo. Quais são os mercados mais importantes para o heavy metal no mundo de hoje? Podemos dizer que o metal está passando por um momento especial em relação à popularidade em muitos lugares diferentes?

MA: Sim, quer dizer… Nós vimos, ao longo dos últimos anos, com o Arch Enemy, nós vimos que os lugares para os quais nós podemos ir estão se espalhando, sabe, nós podemos ir para muitos lugares malucos. Nós começamos o “Khaos Legions World Tour” no ano passado no Marrocos, na África do Norte. Quer dizer, quem teria pensado nisso? Eu acho que isso é uma loucura. Tipo, há dez anos, isso nunca seria algo que eu imaginaria que poderia acontecer. Nós tocamos em um monte de países que eu nunca pensei que eu iria, que eu visitaria. E eu acho que, sim, o metal é muito global agora, e isso é graças a internet, eu acho, nós todos podemos nos conectar, sabe, a banda, os artistas e os fãs podem se conectar, e sabe, os fãs podem ouvir música, todos os tipos de música. É só digitar a música que você curte. E sim, é muito… É uma coisa muito bonita. E sabe, graças a pessoas como vocês, é claro, divulgando a música também.

W (NM): Obrigado, nós apreciamos isso. E Michael, ter a Angela como cantora principal da sua banda, você acredita que mesmo em 2012 ainda existe preconceito contra as mulheres no heavy metal, você acha?

MA: Eu acho que enquanto existirem pessoas, vai existir algum preconceito, sabe, mas nós não… Quando ela entrou na banda, eu achei que seria 50/50, sabe. Eu achei que 50% seriam contra ter uma mulher nos vocais, e 50% seriam a favor. Mas acabou que 90% foram muito positivos em relação à isso, e 10% não foram tão positivos. E eu acho que nós temos cada vez menos disso, mas sabe, sempre vai haver pessoas mais quadradas, e sabe, pessoas quadradas são… Sabe, a vida é curta demais, é curta demais para você se preocupar com pessoas quadradas que não conseguem aceitar isso, ou não querem… Não é um problema para nós, na verdade, nós não nos importamos. Nós temos tantos fãs incríveis que apoiam a banda. Nós não precisamos que todo mundo nos ame, por qualquer motivo. Eles podem achar que eu toco mal guitarra, ou eles odeiam o fato que a Angela é uma mulher e consegue gritar… Quem liga? Sabe, nós temos tantos fãs fantásticos, que realmente… É o suficiente para nós. Nós nos mantemos positivos.

W (DD): Palavras sábias, Michael. Nós estamos quase chegando ao fim da nossa entrevista, mas antes de te liberarmos, nós gostaríamos de perguntar qual seria o seu conselho para um jovem que está pensando em formar uma banda e começar uma carreira, ou talvez tocar guitarra em uma banda de rock?

MA: Sim… Quer dizer, eu sempre ouço essa pergunta, então eu deveria ter uma resposta pronta para isso, mas eu não tenho, claro… Eu acho que você tem que tocar o tipo de música que você ama, que você curte, sabe. Não tente se encaixar na moda nem nada disso, porque eu acho que é melhor seguir o seu coração na música, sabe. Eu acho que é o que eu sempre fiz, não importa… Durante os anos 90, eu toquei o meu estilo, sabe, com solos de guitarra, e harmonias e essas coisas, e todo mundo ria disso, porque não era nem um pouco popular, sabe, ninguém curtia solos de guitarra. Mas aí voltou, sabe, e aí as pessoas começaram a gostar novamente do que eu fazia, então eu acho que ajuda você se manter fiel a si mesmo como músico, e fora esse conselho prático, eu não sei… Quer dizer, encontre alguns amigos que também queiram tocar, e forme uma banda assim que você puder, porque eu acho que você pode aprender muito tocando com outros músicos, tocando com os seus amigos… Foi assim que eu fiz, sabe? Você pode arrasar no seu quarto, assistindo clipes do YouTube, e coisas assim… Mas realmente interagir com outros músicos é essencial, eu acho.

W (NM): E deixe-me te perguntar, Michael: como foi a turnê europeia, o que significou para você… Como foi ter o VoiVod abrindo alguns dos shows para vocês?

MA: Foi uma turnê de muito sucesso, nós gostamos muito, nós nos divertimos muito. E alguns dos shows foram completamente épicos, como o de Paris – nós tivemos um show esgotado lá, em um local enorme, foi muito especial. Quase tão barulhentos quanto os fãs brasileiros, mas nem tanto. E no fim da turnê, nós fizemos… Nós nos juntamos ao VoiVod, sabe, lendas canadenses. Isso foi ótimo, foi muito, muito legal falar com eles, assistir eles tocarem, e tudo mais. Eu era fã nos anos 80, sabe, eu ouvia os álbuns deles… “Killing Technology”, especialmente, foi um album que eu amei na época. Então foi uma coisa muito bonita. Eu tive muita sorte, eu toquei com muitos dos meus heróis, sabe… Eu conheci o Dave Mustaine, e toquei em shows com ele, eu fiz turnê com o Slayer, eu fiz turnê com o Iron Maiden, eu fiz turnê com o VoiVod agora, sabe. Bandas que eu cresci ouvindo, então é muito legal, e uma das coisas que eu gosto muito é que eu posso olhar para trás e pensar “Nossa, é um ciclo que se fechou”, sabe?

W (DD): Michael, muito obrigado pelo seu tempo e sua paciência… Você pode deixar uma mensagem final para todos os fãs do Wikimetal que estão ouvindo?

MA: Sim, obrigado pela entrevista, obrigado pelo interesse no Arch Enemy, e, sabe, eu saúdo todos os ouvintes do Wikimetal… A banda… Nós estivemos em turnê agora por quase dois anos, a banda está pegando fogo.

W (NM): Isso é ótimo, muito obrigado, Sr. Michael Amott, do Arch Enemy, no Wikimetal. Foi muito bom falar com você, foi uma ótima entrevista.

MA: Ótimo, obrigado.

W (DD): Obrigado, tchau, Michael.

MA: Cheers, tchau.

Ouça a entrevista.

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Sobre Julia Sabbaga

Julia Sabbaga é assistente responsável pela área de marketing e conteúdo do Wikimetal. Formada em Relações Internacionais pela PUC/SP e apaixonada por música em geral. Classic Rock e Punk Rock sempre estiveram no topo das preferências, mas conhecer Heavy Metal tem sido uma grande experiência.

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