First Blood: Limitando muitos parâmetros de comparação
Resenha - Animal House - First Blood
Por Ya Exodus
Postado em 11 de julho de 2012
O álbum começa com introdução ‘Call of the Storm’, que apresenta o ruído da chuva como criador de um clima favorável à próxima música intitulada ‘Burning’, que desde o começo já nos demonstra o peso da bateria e da perseverante guitarra com Arion Diniz, que formam uma base sólida para os vocais únicos e memoráveis de Mutley Animal. Entre tantos harmônicos perfeitos o solo surge descontraidamente, nos deixando surpresos com a agilidade e limpeza do som; Como se não bastasse a música termina com a guitarra limpa, fazendo uma pequena introdução rústica.
Já na música ‘Skull King’ percebe-se, primeiramente, a mudança rítmica de bateria, contudo a guitarra mantém seu mesmo peso e foco, contando com palhetadas alternadas e abafadas que acompanham a bateria num ritmo mais lento, onde o vocal se torna mais brando, mas não menos preciso. O solo aparece subitamente, muito bem executado e com a qualidade de áudio admirável; Podemos dividi-lo em duas ou mais partes, pois é relativamente comprido e complexo.
Logo em seguida temos a ‘Booze Broads and Brawl’ que tem sua marca já desde o início, tanto com o destaque para a guitarra quanto à velocidade da bateria, além de seu refrão que é de fácil memorização. A música segue essa linha até o final, com um solo rápido e bem executado, assim como os das músicas anteriores sendo um clímax importantíssimo.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Finalmente a minha preferida ‘Middle Finger Blues’, que demonstra realmente o que a banda quer por ser uma música determinadíssima. Desde o início, com suas paradas e exploração de um vocal forte e imperativo nos leva ao êxtase. Seu tempo para um pequeno solo de bateria e guitarra faz uma despedida perfeita.
Na música ‘Devil Lady’ podemos perceber que se trata de um ‘Love Song’ hiper metálico, onde há um solo ‘apaixonante’, perfeitíssimo e um final instigante.
Um efeito diferente do tradicional e que foge de todo o álbum é encontrado na introdução da música ‘God Of War’ que nos remete, realmente, aos efeitos dos jogos. No youtube.com podemos encontrar uma pequena montagem de imagens do jogo ‘God Of War’, como um pequeno vídeo-homenagem para a música e jogo.
Na oitava faixa encontramos uma guitarra veloz e bastante densa, com riffs perfeitamente encaixados que se encaixam com a linha de bateria. Os vocais seguram todo esse peso, sem perder a agilidade de anteceder corretamente um bom solo que novamente nos surpreende, cada vez mais rápido e melhor.
Com um excepcional cover da música ‘Ghost Riders In The Sky’ (conhecida pela interpretação de Johnny Cash), encerra-se um brilhante trabalho. A música foi perfeitamente arranjada, inovando na arte da reprodução. Os vocais e guitarra se unem em harmonia, fazendo-a ainda mais especial. Com ela confraterniza-se o término do ‘First Blood’, para que fiquemos ainda mais ansiosos pelos próximos feitos da banda.
Esse álbum nos mostra que, a vontade de fazer com que algo se torne sólido, deixa marcas de aprendizado. Esse aprendizado fez com que todas as músicas fossem únicas, destacando-se a garra e espontaneidade. Um material de alta qualidade, que limita muitos parâmetros de comparação.
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