Resenha - Chinese Democracy - Guns N' Roses

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Resenha - Chinese Democracy - Guns N' Roses

Por Denis | Fonte: GunnersBrasil.com

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O texto representa a opinião do autor, não do Whiplash.Net ou de seus editores.

A matéria abaixo foi publicada originalmente no www.gunnersbrasil.com:

Este é um momento um tanto estranho, acabou a espera! Depois de vários reviews internacionais e nacionais (vergonhosos), agora quem irá falar sobre o novo álbum do GUNS N’ ROSES, 'Chinese Democracy', é o maior site sobre o grupo do Brasil, GunnersBrasil.com!

Então vamos lá!

01. Chinese Democracy: Nota 7,5

Tudo começa com sons que te levam para algum outro lugar, distante talvez. Barulhos de tambores anunciam o grande retorno de um dos maiores ícones da história do rock. O som da guitarra puxa o grito rasgado de Axl Rose, é bom ouvir essa voz depois de tantos anos, a sensação é estranha, depois de tanto tempo a espera acabou. 'Chinese Democracy' traz um riff marcante, uma bateria muito presente e é o começo de uma nova era para os gunners. A tendência moderna e o peso substituem o hard rock cru que o mundo conheceu, e acreditem, isso não soa nem um pouco mal. Ron "Bumblefoot" Thal, o ultimo membro a entrar na banda, fez um excelente trabalho aqui, deixando a música mais "suja", usando e abusando de sua habilidade, ele vai para um lado e para outro de sua guitarra, o harmônico aos 1:48 soa como um grito feroz que apenas o Guns N' Roses pode proporcionar nos dias de hoje. Logo se percebe a presença de dois outros grandes nomes do álbum: Robin Finck e Buckethead. Algumas pequenas linhas já te preparam para o que vem a seguir. Um duelo de sentimento e harmonia vs técnica e velocidade. Logo volta a frase que marca a música, dizendo que "nada disso importa realmente". Tudo acaba com uma grande explosão, nos deixando no mínimo curiosos de saber o que vem por aí.

Pontos positivos:

1. Leva o nome do álbum mais esperado de todos os tempos
2. A introdução seguida pela explosão da banda e os solos, tudo muito bem feito

Pontos negativos:

1. A introdução pode ser legal de se escutar nas primeiras vezes, mas depois não, por conta de sua grande duração, as rádios não devem ter gostado muito desse começo.

02. Shackler’s Revenge: Nota 7,5

O começo da segunda faixa, "Shackler's Revenge", é um tanto pesado. Guitarras fortemente distorcidas numa música que você nunca iria imaginar que o Guns N' Roses pudesse fazer, principalmente pelos elementos eletrônicos nela contida. “Eu estou com um sentimento engraçado, tem algo errado hoje” diz Axl Rose com uma voz bem diferente da que você está costumado a ouvir, acompanhado de uma sutil camada de falsetes. Logo entra em ação o guitarrista Ron ''Bumblefoot'' Thal, trazendo um riff de guitarra que complementa a base da música. Junto dele, volta a marcante voz aguda de Axl, até que chegamos num pré-refrão no qual a bateria tem papel fundamental. “Nunca tente me dizer o quanto você se preocupa comigo. Nunca tente me dizer o quanto você esteve aqui para mim.” Logo após disso entramos no refrão, aqui nota-se o peso das guitarras e a presença do baixo. Muitos detalhes marcam essa música, que não é tão simples quanto parece. O guitarrista ''Bumblefoot'' é destaque; enquanto esbanja habilidade em um solo ironicamente harmônico e estranho, o resto da banda parece te levar para uma cena típica de piratas. “Ninguém aqui está te impedindo de fazer o que você quer”, grita Axl.

E falando nele, não podemos deixar de comentar sobre as várias camadas de voz que estão presentes, para falar a verdade, parece que estamos ouvindo vários "Axls" nesta faixa, uma voz mais grave e sinistra, outra mais aguda e rouca e uma outra cantando o refrão bem calmamente, todas elas causam um contraste e um nó em nosso cérebro se tentarmos decifrar todas as vozes. Como nós estamos aqui para ouvir e não brincando de caça ao tesouro, vamos curtir esse trabalho diferente, mas nem por isso ruim. Pelo contrário, muito interessante!

Pontos positivos:

1. Excelente trabalho nas camadas de voz.
2. Refrão que não sai da cabeça.

Ponto negativo:

1. Música um tanto industrial e experimental, que pode fazer com que os fãs torçam o nariz para ela.

03. Better: Nota 9,0

Uma introdução um tanto bizarra, interrompida por uma explosão de peso. A partir daí, tudo na música passa a fazer sentido. Com versos pesados e com potencial radiofônico, "Better" foi sem dúvida uma escolha certa para single. O refrão traz uma força incrível para a música composta pelo guitarrista Robin Finck. Mais uma vez devemos exaltar o trabalho da bateria. Logo caímos em uma parte com riffs típicos de Robin, que remetem ao Nine Inch Nails, enquanto Axl canta gritando com sua tradicional voz ríspida. Tudo pára na música com efeitos produzidos por Chris Pitman, e logo entramos num lindo solo, um coro e voltamos ao início. Aqueles barulhos estranhos do começo da música, agora não são mais barulhos, eles fazem sentido, mesmo distorcidos.

Pontos positivos:

1. A música "pega" de primeira
2. Refrão cantante
3. Perfeita para as rádios

Pontos negativos:

1. A edição deixou muito a desejar em algumas partes da música, principalmente nos vocais. Quando entramos no primeiro refrão, é notável o corte na voz.
2. O "aviãozinho" de Ron Thal, que ficou meio estranho por conta da mixagem.

04. Street Of Dreams: Nota 9,5

"Street Of Dreams" começa apenas com um piano, que logo é acompanhado por violões, orquestrações e uma guitarra distorcida. O baixo tem papel fundamental no começo da música, dando a sonoridade certa na música. Logo entra a bateria e mais uma guitarra. Ron Thal é o responsável pelos riffs na direita, mais uma vez se destacando. A música anteriormente conhecida como "The Blues" teve várias mudanças ao longo dos anos, mas não perdeu sua essência. Outra coisa que vale a pena notar são os belíssimos solos na música. Tudo pára e volta apenas o piano novamente, evoluindo até chegarmos no auge da música, que trará consigo um belo desfecho para "Street Of Dreams".

Pontos positivos:

1. Pianos muito bem executados
2. Orquestra muito bem encaixada
3. Solos lindos

Ponto negativo:

1. Mudança no nome de “The Blues” para “Street of Dreams”

05. If The World: Nota 8,0

Uma mistura interessante de elementos eletrônicos, modernidade, violões, funk e rock n' roll definem o que consiste a faixa 'If The World'. Esta é uma música que cairia bem como trilha sonora de um filme de ação (leia-se 007), e certamente teria lugar nas rádios de hoje. Pode se notar a clara influência do ex-guitarrista Buckethead, nos remetendo ao seu disco solo 'Colma', com uma cara mais Guns N' Roses. Outra coisa que se pode destacar na música é a forte presença de teclados que definem a atmosfera da música. Deve ser escutada com bastante atenção aos detalhes.

Ponto positivo:

1. Uma música bem diferente.

Ponto negativo:

1. Uma música bem diferente.

06. There Was A Time: Nota 10,0

Talvez a música mais complexa do álbum. Há muita coisa acontecendo ao mesmo tempo nos versos de 'There Was A Time'. Quando chegamos ao refrão, tudo isso dá lugar a guitarras distorcidas, e no meio delas, podemos notar um vocal um tanto sinistro de Axl Rose, que com uma voz grave repete a frase que dá título para a música. Logo entramos numa fase de transição, chegando a um solo acompanhado por violões e orquestrações. O resto da banda volta a acompanhar o solo, até chegarmos num persistente coro. "Yeah there was a time, didn't want to know at all, and i don't wanna know it now...". Agora é vez de outro longo e emocionante solo, que mais tarde volta a ser acompanhado pelo coro, até que chegamos no fim da música. É importante destacar a presença do baixo a partir da segunda metade da música. Um excelente trabalho de Tommy Stinson.

Pontos positivos:

1. Todos os integrantes estão em grande forma.
2. Música épica.

Ponto negativo:

1. Introdução meio estranha.

07. Catcher In The Rye: Nota 10,0

"Catcher In The Rye" tem um estilo muito parecido com Queen. Originalmente tínhamos a presença Brian May na música, mas sua participação foi cortada, e Ron "Bumblefoot" Thal o substituiu. Essa é outra música em que se deve dar créditos ao trabalho feito por Tommy Stinson. Talvez as melhores linhas de baixo do CD estejam aqui. Com uma estrutura simples, melodia contagiante e coros marcantes, pode-se dizer que essa deve ser uma música muito interessante de se ver sendo tocada ao vivo.

Pontos positivos:

1. Baixo excelente
2. Tudo para virar clássico

Ponto negativo:

1. Não é que esteja ruim, mas Axl Rose poderia ter regravado esta faixa, que está com o vocal de 1999.

08. Scraped: Nota 9,0

Em "Scraped" devemos destacar, e muito, os trabalhos vocais de Axl Rose. Vai cantar assim lá na p**a que pariu! A facilidade com que Axl alterna entre sua voz regular e falsetes é impressionante. O vocalista anuncia logo de cara, com uma entonação diferente da que você está acostumado: "não tente nos parar agora, eu simplesmente não vou deixá-lo". É notável a presença da percussão. Bongôs acompanham a banda por toda a música. Perto dos 2:00 de música temos um solo, mas até agora não conseguimos parar de dar mais atenção às guitarras base, que deixam esse momento mais pesado. A letra traz uma mensagem clara, que é passada do jeito mais simples quando nos aproximamos do final da música. Axl é claro ao dizer: "Acredite em si mesmo".

Ponto positivo:

1. Peso, agressividade. Axl em excelente forma.

Ponto negativo:

1. Uma introdução no mínimo bizarra.

09. Riad N' The Bedouins: Nota 6,5

Outra longa introdução, assim como a da primeira faixa do álbum, "Chinese Democracy". Talvez essa seja (não nos matem ainda) a faixa mais fraca do álbum. Mesmo assim, ela é muito melhor do que qualquer coisa que temos por aí hoje em dia. Damos destaque aos solos de Ron Thal e Buckethead, e ao empolgante refrão da música, além da base muito bem elaborada.

Ponto positivo:

1. Base pesada
2. Bom refrão

Pontos negativos:

1. Vocal de Axl Rose deveria ter sido regravado
2. Falta algo, não sabemos o que, então não devemos culpar Axl por também não saber.

10. Sorry: Nota 10,0

Uma introdução que faz lembrarmos no mesmo momento de Buckethead, com sua guitarra cheia de efeitos e um delay eterno preparam o terreno para a entrada da melhor música deste álbum. "You like to hurt me, You know that you do" - dispara Axl Rose logo no começo, com uma voz simplesmente magnífica, bem grave, acompanhada de um violão não menos importante. "You've got all the answers, You know everything" - Axl começa a demonstrar que ainda tem seu poder nesse pré-refrão, voltando a cantar com sua voz rouca e cortante, não deixando de dar um grande destaque para tudo que está acontecendo ao fundo, que não é pouca coisa! "I'm sorry for you, Not Sorry for me, You don't know who in the hell to, Or not to believe" - Axl rose, acompanhado de seu amigo Sebastian Bach, cantam um dos mais belos refrões de toda a história do Guns, um sentimento de angústia, vingança e vários outros aparecem por aqui. Logo depois, Buckethead mostra porque não deveria ter saído da banda e faz um solo que consegue transmitir tudo que ele precisa, sem dizer uma palavra, a guitarra fala por si mesma. O final da música mostra uma bateria digna dessa faixa e termina com a mesma guitarra agonizante do início.

Isso é Pink Flody? Você poderia se perguntar, mas não, é o Guns N' Roses, você pode chamar de newgnr, nova formação, axl's band, o que quiser, mas o que interessa aqui é: Essa música é excelente, e não importa quem está tocando, vamos apenas curtir este trabalho que beira a perfeição.

Pontos positivos:

1. Axl Rose em grande forma
2. Sebastian Bach faz seu trabalho muito bem feito
3. Refrão perfeito para se tocar ao vivo
4. Solo lindo
5. Característico assovio de Axl Rose no meio da música

Ponto negativo:

1. Se encontrar, nos avise.

11. I.R.S.: Nota 9,0

Essa é a primeira música que vazou deste lendário álbum e comprovou para o mundo que realmente existia um novo material gravado em estúdio. “I.R.S.” talvez seja a faixa que mais evoluiu desde as primeiras demos que vazaram; o começo calmo e reconfortante talvez possa enganar quem nunca a escutou, pois logo de cara, Ron “Bumblefoot” Thal (sim, outra vez ele) entra com sua base agressiva no canal direito, acompanhado por um bom vocal de Axl Rose e uma bateria muito melhor que a que estava nas demos.

Tommy fez um bom trabalho aqui outra vez, deixando seu baixo simples e objetivo. O solo é muito agressivo, Buckethead outra vez não deixa a desejar e Robin Finck introduz seus bends característicos ao final da música, deixando-a com a atmosfera que deveria ter.

Pontos positivos:

1. A música evoluiu muito
2. Bumblefoot fez um excelente trabalho nas guitarras base
3. Bons solos

Ponto negativo:

1. A faixa perdeu um pouco de peso ao longo dos anos

12. Madagascar: Nota 10,0

Tudo começa em "Madagascar" com inusitadas cornetas francesas, fazendo soar uma melodia única. A bateria convencional dá lugar aos loops eletrônicos programados por Chris Pitman durante grande parte da música. A voz de Axl Rose, apesar do que dizem por aí, em nossa opinião está em grande. Logo que entramos em um refrão monossilábico, entram junto guitarras distorcidas e finalmente a bateria acústica de Brain Mantia. O que mais nos chama a atenção é a genial montagem no meio da música. Trechos de filmes como ‘Cool Hand Luke’ e discursos históricos como o de Martin Luther King são misturados a um solo de guitarra de Buckethead, e você parece ser levado, mais uma vez, para o meio de uma cena cinematográfica. Impossível passar por essa parte da música sem um arrepiozinho sequer. A música acaba de uma forma sutil, deixando você sentindo o impacto do que foi toda essa mistura de informações.

Pontos positivos:

1. O trabalho de Chris Pitman com a programação da bateria eletrônica
2. A montagem de trechos de filmes e discursos
3. O solo de Buckethead

Ponto negativo:

1. Até procuramos, mas não conseguimos encontrar.

13. This I Love: Nota 10,0

"This I Love" é sem sombra de dúvidas a música mais sentimental do álbum. Gostaríamos imensamente de saber o que cada um sentiu ao ouvir essa música. O nosso sentimento foi um tanto estranho. Um tanto angustiante. A melodia suave do piano é acompanhada pelos toques orquestrais que se fundem a um vocal melancólico, fazendo algo que hoje é difícil de ter por aí: transmitir a emoção do artista. O solo de "This I Love" é algo fenomenal. Uma guitarra distorcida se infiltra no meio de pianos, teclados e harpas, até que entra uma levada de bateria, junto do baixo e guitarras base. Esses elementos não ficam presentes por muito tempo, mas o suficiente para tornar desse o clímax da música, que então entra em processo de descenso até chegar ao seu final.

Pontos positivos:

1. A evolução da música a partir do solo.
2. Transmite a emoção do artista
3. Deixa-te em estado de choque na primeira vez que escuta

Ponto negativo:

1. Não estamos bem o suficiente para escrever algo aqui depois de ouvirmos isso.

14. Prostitute: Nota 9,5

"Prostitute" é outra faixa de forte potencial radiofônico e de um modo irônico, é uma música épica. A evolução da melodia é algo para se ouvir com atenção. A música alterna partes calmas, guitarras distorcidas e pesadas, e novamente, orquestrações. A letra dessa faixa é uma das coisas que mais nos surpreendeu. Axl Rose parece estar em uma conversação aberta com uma prostituta. Não se sabe, porém, qual o sentido que ele gostaria de dar a isso tudo. 'Where would you go if i told you i loved you and then walked away?'...'Ask why i would choose to prostitue myself, to live with fortune and shame'... É algo para se pensar, por incrível que pareça. Tudo termina com os instrumentos sumindo aos poucos, deixando apenas as cordas, que finalizam o álbum em grande estilo, e deixando aquela sensação estranha de que a espera finalmente acabou. Quanto a vocês, não sabemos, mas para nós, ao término do álbum, o primeiro comentário foi: "Que vontade de ouvir de novo".

Ponto positivo:

1. Música muito bem trabalhada e marcante

Pontos negativos:

1. Axl Rose poderia ter aproveitado um pouco melhor sua voz com drive.
2. Os loops da bateria eletrônica tem uma sonoridade simplesmente horrorosa.

Conclusão:

As músicas contidas no álbum nos agradaram muito, mas algumas deficiências na produção do álbum afastaram "Chinese Democracy" da nota máxima. Gilby Clarke uma vez disse: “Fico curioso para saber que tipo de disco vale a separação de uma banda tão boa?!” – Não sabemos se “Chinese Democracy” consegue acabar com essa dúvida e nem se valeram a pena os 9 anos de espera, e para falar a verdade, acho que o Guns N’ Roses não está nem aí para isso, mas uma coisa é certa, este é o melhor álbum da atualidade, e simplesmente sensacional! Não concorda? Aponte um melhor!

OBS: Para se dizer que esse álbum é menos do que muito bom, tem que faltar é muita vergonha na cara!

Capa: Nota 7,0
Contra-Capa: Nota 5,0
Encarte: Nota 8,0

Média final do álbum: Nota 9

Review escrito por Denis e Gregory.
Equipe GunnersBrasil.com.

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