The Ed Sullivan show - atestado de uma era

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The Ed Sullivan show - atestado de uma era


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No Brasil, a maioria das pessoas ouviu falar primeiramente no programa do Ed Sullivan por causa dos Beatles. Todo mundo sabe que a Beatlemania explodiu mundialmente quando explodiu nos Estados Unidos. E este fenômeno teve dia e local registrado como sendo 9 de fevereiro de 1964, quando os Beatles se apresentaram no Ed Sullivan Show. Mas se os Beatles ficaram famosos a partir deste show, o mesmo não pode ser dito pelo Ed Sullivan. O seu programa já era largamente assistido por todo seu país já fazia bem uns dezesseis anos, e continuaria fazendo sucesso até o inicio da década seguinte.

Ed Sullivan e os Beatles
Mas Ed Sullivan foi muito mais do que apenas a apresentação dos Beatles e gostaríamos de tirar o tempo para explorar alguns dados interessantes e tentar mostrar um pouco do que era o programa no mundo televisivo que surgia após a Segunda Guerra Mundial.

Edward Vincent Sullivan era um americano de Nova York descendente de irlandês. Nascido em setembro de 1902, se tornou jornalista em 1919, trabalhando como repórter esportivo durante a década de vinte em uma serie de jornais diferentes. Na década de trinta mudou-se para o jornal "The New York Daily News" onde ficou conhecido como colunista, escrevendo sobre fofocas de teatro, mormente o vaudeville. Neste período encontrou tempo e inspiração para escrever quatro roteiros de filmes que foram produzidos. São eles "Mr. Broadway" em 1933, "There Goes My Heart" em 1938; "Big Town Czar" de 1939; e "Ma, He's Making Eyes at Me" de 1940. Sullivan chegou a atuar em alguns fazendo o papel dele mesmo.

Imagem
Com a Segunda Guerra Mundial, Sullivan fez locução em alguns programas de rádio, como também foi mestre de cerimônias para eventos visando arrecadar verbas para o esforço militar americano na Europa. Foi graças a estes trabalhos que seu nome surgiu como uma opção para conduzir um programa de variedades na CBS.

O programa em questão, idealizado pela emissora, iria ao ar para concorrer com o programa de Milton Berle. A emissora não conseguia chegar em um consenso quanto a um nome para ser o apresentador do programa, mesmo porque, ninguém de valor iria querer concorrer com Sr. Berle, o homem mais popular na televisão da época. Alguém então sugeriu o nome de Ed Sullivan que tinha contrato com a emissora por conta de seu programa de radio, "Ed Sullivan Entertains". O ano era 1948 e foi assim que Ed Sullivan se tornou o apresentador do programa "Toast of the Town".

O que não se esperava era o tamanho do sucesso deste seu programa que em 1955 passou-se a chamar "The Ed Sullivan Show". A TV, como uma indústria de entretenimento, vivia sua primeira infância em uma época que as famílias assistiam televisão juntas. Um programa de variedades como o de Ed Sullivan hoje em dia não duraria uma quinzena. Para poder compreender e realmente apreciar o valor deste programa, você precisa necessariamente considerar os fatos e mentalidade da época.

Imagina então um mundo onde ainda não fora inventado a fita cassete, quanto mais o video cassette. VCR e video locadora então nem pensar! (e de fato ninguém pensou nisso mesmo). O aparelho de televisão era ainda um artigo caro, portanto de luxo. Famílias que possuíam esta modernidade tecnológica, por se tratar de um supérfluo, compravam apenas um. O costume geralmente era de posicionar o aparelho na sala, onde as famílias (e as vezes os vizinhos mais chegados ou intrusos) assistiam juntos os programas. O aparelho vinha montado em um móvel, como os rádios da época, e oferecia uma tela menor do que a tela de qualquer laptop.

Assim como não existiam video locadoras, também não existia TV a cabo. Você recebia o seu sinal com o auxílio de uma antena posicionada em cima do aparelho (muitas vezes com o reforço milagroso de uma folha de alumínio ou um tufo de Bom-Brill colocado em suas extremidades). Levaria algum tempo até alguém ter a idéia genial de colocar uma antena externa no teto da casa com um fio comprido até o aparelho. Outro gênio mais adiante teria a idéia inexplorado de construir uma casa com fiação para antena de televisão embutida (a idéia provavelmente foi da esposa). Enquanto isto, naquela telinha, com aquela recepção, tudo que você podia assistir eram as duas ou três estações que existiam. As programações das emissoras também não permaneciam 24 horas no ar como hoje em dia, até porque não havia público para tal. Pois é, ouvir rádio, ler livros e conversar em família ainda eram passatempos mais populares do que assistir (novela na) TV!

Ed Sullivan e o time de baseball NY Yankees
Havia a necessidade da indústria criar razões para as pessoas ficarem paradas por uma hora ou mais, sentadas em frente ao aparelho para assisti-lo. Para se criar esta audiência, a mentalidade não era de oferecer programas específicos para público alvo, como hoje em dia. Não havia a mentalidade de se encontrar um público alvo ainda. O povo sequer tinha o hábito de ficar sentados em frente ao aparelho! (Difícil de acreditar, não?) O caminho naturalmente escolhido foi o de procurar programas que englobassem variadas atrações de forma que pudessem agradar a todos os gostos.

A televisão nos Estados Unidos inicialmente procurou em seus programas de entretenimento espelhar o teatro de vaudeville, rico em variedades. O que fazia do programa do Ed Sullivan especial é que ele levava esta mentalidade de "um pouco de tudo para agradar um pouco a todos" muito a sério. Sua fórmula trazia apresentações circense para a garotada, artistas do pop e rock para os adolescentes, atrações da Broadway para as senhoras da casa, celebridades esportivas para os homens e naturalmente comediantes que geralmente agradavam a todos.

Ed Sullivan e o ator James Cagney
E é este o grande legado de Ed Sullivan: o de identificar talento, principalmente talento emergente e não ter medo ou escrúpulos de colocar qualquer coisa que ele acreditasse ser de bom nível e que agradasse uma facção de sua vasta audiência. Em nenhum outro programa você teria um espectro de atrações tão diversificados como os oferecidos por Ed Sullivan. Desde o primeiro programa onde colocou o pianista classico Eugene List e a bailarina Kathryn Lee, seguidos de um grupo de cantores do corpo de bombeiros local, o formato de apresentar estilos extremamente diferentes em justaposição uma da outra faria parte de sua concepção de variedade. Sullivan acabaria oferecendo para as famílias americanas acesso à cultura que o povão, principalmente os que moram fora dos grandes centros, só ouvia falar a respeito.

No Ed Sullivan Show apresentaram-se bailarinos de renome em seu auge, como Margot Fonteyn e Rudolf Nureyev, cantoras de ópera como Roberta Peters e Maria Callas. Assistia-se o melhor da Broadway como Richard Burton e Julie Andrews debutando na televisão, recriando uma cena de "Camelot" ou Yul Brynner encenando trechos de "O Rei e Eu".

Ed Sullivan e Elvis Presley
Foi esta mentalidade que o tornou popular com a juventude da década de cinqüenta ao trazer para o seu programa Elvis Presley em 9 de setembro de 1956. Elvis já havia se apresentando anteriormente em outros programas televisivos (sua estréia televisiva foi no Milton Berle Show), contudo, é da sua apresentação no Ed Sullivan Show que todos se lembram. Seu segundo e maior acerto no rock evidentemente foi os Beatles em '64, o programa conseguindo o maior registro de audiência na história, recorde ímpar até hoje.

É justo e torna-se necessário parabenizar Ed Sullivan pela sua audácia. Era um homem cuja imagem dura e fala enrolada representava a antítese de um bom apresentador, mas que acreditava no talento alheio com uma paixão que o levou a brigas internas notórias. Não pense que trazer Elvis ou os Beatles eram opções óbvias e aceitas de bom grado por todos dentro e fora da CBS, principalmente considerando o valor que a emissora pagou para tê-los. Evidentemente bastou ver no dia seguinte os níveis de audiência registrados durante o programa para provar que Sullivan apostara certo trazendo rapidamente seus opositores a lhe oferecer os costumeiros tapinhas nas costas e parabéns.

Com Louis Armstrong
Mas as maiores batalhas de Ed Sullivan foram as que ele lutou sistematicamente para ter atrações de artistas negros em seu programa. Mostrando-se claramente a favor ao Movimento dos Direitos Civis, Sullivan conseguiu muitos inimigos ao trazer para seu prestigioso programa artistas como Pearl Baily, Nat "King" Cole, Leontine Price, Louis Armstrong, George Kirby, Bill "Bojangles" Robinson, Ethel Waters, Richard Pryor, Duke Ellington, Richie Havens, Marvin Gaye e the Supremes. Dizia-se na época que bastava um aperto de mão de Ed Sullivan após a apresentação de um artista do programa e este artista estava feito. Como se um aperto de mão de Sullivan fosse um atestado incontestável de qualidade. Sullivan deu tapinhas nas costas, quase um abraço no ator negro Pearl Baily como também no trumpetista Louis Armstrong, após suas respectivas apresentações, levando seus patrocinadores e vários alto-executivos da CBS à loucura.

Ao comparar o programa com os moldes e mentalidade aplicadas hoje, seria justamente nesta variedade de atrações que tornaria o programa inaceitável na televisão moderna. Poucos se lembram ou comentam que após a apresentação de Elvis Presley seguiu uma apresentação de um equilibrista cuja atração consistia em manter em uma mesa comprida, vários pratos rodando equilibrados na ponta de uma vara comprida. Que no mesmo dia que os Beatles estreavam na América, trechos da peça musical "Oliver - The Artful Dodger" que excursionava em solo americano seriam recitados e cantados pelo seu ator principal, o inglês de Manchester Davey Jones (o mesmo que dois anos depois se tornaria membro dos Monkees). Nem tudo apresentado no programa agradavam a todos. Depois de apresentarem The Supremes, Sullivan trouxe ao palco o boneco italiano Topio Gigio.

O sucesso de audiência que o show dos Beatles ofereceu ao programa ensinou Sullivan a investir no público jovem com atrações musicais modernas. Assim, pelos seus palcos desfilaram personalidades musicais como The Rolling Stones, The Doors, Janis Joplin, Jefferson Airplane e Marvin Gaye, entre outros. Bob Dylan estaria na lista se não fosse a política essencialmente familiar do programa. Esta política criava uma censura interna para canções que fugiam dos temas consideradas permissíveis em um ambiente familiar. Dylan seria reprimido no ensaio geral por querer apresentar "Talkin' John Birch Society Blues," uma canção sobre um rapaz que procurava respostas no comunismo. Ao ser informado que ele teria até depois do almoço para escolher outra canção, Dylan deixou o palco e não voltou mais.

Este era ainda um tempo em que adultos não discutiam assuntos desagradáveis em frente das crianças e a maioria acreditava que música era apenas diversão e não uma forma de expressão política. Esta censura interna embora sempre presente, ficou particularmente mais visível quando os Rolling Stones cantaram a canção "Let's Spend The Night Together" com o refrão "Let's spend some time together".

The Doors
Ficou também conhecido através dos tempos a censura imposta ao the Doors onde a frase "girl we couldn't get much higher" da canção "Light My Fire" teria que ser mudada. Jim Morrison concordou e na hora falou a frase de qualquer maneira, olhando desafiadoramente para as câmeras. A banda foi então banido do programa.

Ao final da década de sessenta, o país havia mudado muito. Em parte graças aos níveis de mortandade na Guerra do Vietnã e os assassinatos de figuras politicamente ativas dentro do país. O gosto televisivo do povo mudara conforme os tempos e naturalmente os programas de televisão passaram a mudar para se ajustarem. Assim, a CBS concluíra que o Ed Sullivan Show simbolizava já uma velha mentalidade e o programa foi tirado do ar, ainda com fortes níveis de audiências, no ano de 1971. Ed Sullivan estava com setenta anos e seu programa de televisão era então o de duração mais longa da historia da telinha se mantendo no ar direto por vinte e três temporadas (1948-1971).

Com o cancelamento do programa, Ed Sullivan se aposentou do show business. Sua esposa veio a falecer em 1973 e Sullivan a acompanhou em outubro de 1974, dois meses depois de ser diagnosticado com cancer no esôfago. Ele tinha setenta e três anos. O palco e teatro onde Sullivan fez historia televisiva foi rebatizado de The Ed Sullivan Theater e é hoje o local onde se realiza o programa "The David Letterman Show".

Lista de atrações em seu programa por ordem alfabética:

Toast of The Town

Ames Brothers
Andy Griffith
Ann Jeffreys
Art Carney
Audrey Hepburn
Barry Fitzgerald
Bert Lahr
Bill Haley
Bing Crosby
Bob Hope
Buddy Lester
Burl Ives
Cab Calloway
Celeste Holm
Christopher Plummer
Delores Gray
Desi Arnaz
Donna Atwood
Dorothy Dandridge
Dorothy Sarnoff
Eartha Kitt
Ed Wynn
Eddie Fisher
Edith Piaf
Eileen Heckert
Elaine Stritch
Elizabeth Taylor
Errol Flynn
Esther Williams
Ethel Waters
Farley Granger
Florence Henderson
Frankie Laine
Fred Astaire
Gary Merrill
Gary Wright
Gene Autry
Georgia Gibbs
Gertrude Lawrence
Gloria DeHaven
Grace Kelly
Gregory Peck
Harlem Globetrotters
Harry James
Harvey Lembeck
Helen Hayes
Helen Wood
Henry Fonda
Herbie Faye
Irving Berlin
Jack Cassidy
Jack Lemmon
Jack Palance
James Cagney
Jane Russell
Janet Blair
Jeanne Crain
Jerry Stiller
Jimmy Boyd
Jimmy Stewart
Joe E. Lewis
Joey Bishop
Joey Forman
John Forsythe
John Raitt
Josh Logan
Judy Garland
Julius LaRosa
Kirk Douglas
Larry Storch
Les Paul
Louis Armstrong
Louis Prima
Lucille Ball
Mario Lanza
Mary Ford
Mimi Benzell
Morton Downey Sr.
Nat King Cole
Oscar Hammerstein II
Pat O'Brian
Paul Ford
Paul Lynde
Paul Newman
Paulette Goddard
Pearl Bailey
Phil Silvers
Ralph Meeker
Raymond Massey
Rex Eberhart
Ricardo Montalban
Richard Rodgers
Roberta Peters
Rocky Marciano
Roddy McDowall
Rosemary Clooney
Sam Snead
Sammy Davis Jr.
Sarah Churchill
Sarah Vaughan
Sugar Ray Robinson
The Chordettes
Tony Martin
Van Heflin
Van Johnson
Victor Borge
Vivian Vance
William Frawley

The Ed Sullivan Show

Abbe Lane
Acker Bilk
Al Hibbler
Al Hirt
Al Martino
Alan King
Albert Brooks
Allen and Rossi
Ames Brothers
Andy Griffith
Ann Miller
Ann-Margret
Anne Meara
Annette Funicello
Art Carney
Arthur Godfrey
Astrud Gilberto
B.B. King
B.J. Thomas
Barbra Streisand
Barry McGuire
Beatles
Benny Goodman
Bernadette Peters
Betty Grable
Bill Haley
Bill Medley
Billy J. Kramer and the Dakotas
Billy Joe Royal
Billy Preston
Bing Crosby
Blood, Sweat and Tears
Bo Diddley
Bob Hope
Bob Newhart
Bobbie Gentry
Bobby Darin
Bobby Goldsboro
Bobby Helms
Bobby Sherman
Bobby Vinton
Boots Randolph
Brenda Lee
Brigitte Bardot
Brook Benton
Buck Owens
Bud Abbott
Buddy Hackett
Buddy Holly
Buddy Rich
Burl Ives
Burt Lancaster
Carmen McRae
Carol Burnett
Carol Channing
Carol Lawrence
Carpenters
Caterina Valente
Charles Laughton
Charlton Heston
Cher
Chris Connor
Chubby Checker
Cilla Black
Clark Gable
Cliff Richard
Clint Eastwood
Connie Francis
Connie Stevens
Conrad Hilton
Constance Towers
Dan Rowan
Danny Kaye
Danny Thomas
Dave Astor
Dave Brubeck
Dave Madden
David Seville
David Steinberg
Davy Jones
Debbie Reynolds
Della Reese
Desi Arnaz
Diahann Carroll
Diana Ross
Dick Dale
Dick Martin
Dick Shawn
Dick Van Dyke
Dina Ross
Dinah Shore
Don Rickles
Dorothy Dandridge
Dusty Springfield
Ed Ames
Ed Wynn
Eddie Fisher
Edgar Bergen
Edith Piaf
Edward G. Robinson
Edward R. Murrow
Ella Fitzgerald
Elvis Presley
Engelbert Humperdinck
Eric Morecambe
Ernie Wise
Ethel Merman
Fabian
Fats Domino
Fess Parker
Four Tops
Francis Farmer
Frank Fontaine
Frank Sinatra
Frankie Avalon
Frankie Laine
Frankie Valli
Fred Astaire
Freda Payne
Freddie and the Dreamers
Friends of Distinction
Gary Cooper
Gary Lewis
Gary Lewis and the Playboys
Gary Puckett and the Union Gap
George Carlin
George Hamilton
Gene Fulmer
Gene Krupa
Gene Vincent
George Raft
Georgia Gibbs
Gerry and the Pacemakers
Gertrude Berg
Gia Maione
Gina Lollobrigida
Gladys Knight and the Pips
Glenn Ford
Gordon MacRae
Grace Kelly
Gregory Peck
Guy Lombardo
Guy Mitchell
Gwen Verdon
Hal March
Hank Williams Jr.
Harry Belafonte
Harry James
Helen Shapiro
Henry Mancini
Herman's Hermits
Irving Berlin
Itzhak Perlman
Jack Carter
Jack Dempsey
Jack Durant
Jack Lemmon
Jack Paar
Jack Palance
Jack Webb
Jackie Mason
Jackie Wilson
Jackson Five
James Brown
James Cagney
James Mason
Jane Morgan
Janet Blair
Jay North
Jayne Mansfield
Jean Simmons
Jeannie C. Riley
Jefferson Airplane
Jerry Lewis
Jerry Vale
Jerry Stiller
Jimmie Rodgers
Jimmy Dean
Jimmy Roselli
Jo Stafford
Joan Rivers
Joe Bennett
Joe Frazier
Joe Lewis
Joe South
Joel Grey
Joey Heatherton
John Bryner
John Gary
John Huston
John Raitt
Johnnie Ray
Johnny Carson
Johnny Cash
Johnny Horton
Johnny Mathis
Johnny Rivers
Josh Logan
Joyce Grenfell
Judy Carne
Judy Garland
Julie Andrews
Julie Budd
Juliet Prowse
Julius LaRosa
June Valli
Kate Smith
Kaye Stevens
Keely Smith
Lauren Bacall
LaVern Baker
Lee Hazelwood
Lee Hazlewood
Lee Marvin
Lena Horne
Leslie Uggams
Lesley Gore
Liberace
Lillian Gish
Liza Minnelli
Lola Falana
Lou Costello
Louis Armstrong
Louis Nye
Louis Prima
Lucille Ball
Lulu
Mahalia Jackson
'Mama' Cass Elliot
Maria Callas
Marie Wilson
Marilyn Monroe
Mario Lanza
Marlon Brando
Martha and the Vandellas
Mary Hopkin
Mason Williams
Matt Monro
Maureen O'Hara
Maurice Chavalier
Maurice Chevalier
Melanie
Melba Moore
Melinda Marx
Michael Jackson (II)
Mike Douglas
Milton Berle
Mitzi Gaynor
Mitzi Green
Moms Mabley
Morey Amsterdam
Myron Cohen
Nancy Ames
Nancy Dussault
Nancy Sinatra
Nancy Walker
Nancy Wilson
Nat King Cole
Neil Diamond
Neil Sedaka
Nelson Eddy
New Seekers
Nina Simone
Norm Crosby
Oliver
Orson Bean
Orson Welles
Pat Cooper
Patti Page
Patty Duke
Paul Anka
Paul Lynde
Paul McCartney
Paul Revere & The Raiders
Pearl Bailey
Peggy Lee
Peter and Gordon
Peter Nero
Peter Noone
Peter O'Toole
Peter Sellers
Petula Clark
Phil Silvers
Polly Bergen
Ralph Meeker
Rare Earth
Ravi Shankar
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Red Skelton
Rex Harrison
Rhonda Fleming
Richard Burton
Richard Harris
Richard Pryor
Richie Havens
Rick Nelson
Rise Stevens
Robert Goulet
Robert Klein
Robert Mitchum
Roberta Peters
Rod Steiger
Rodney Dangerfield
Roger Williams
Rosemary Clooney
Roslyn Kind
Roy Clark
Roy Orbison
Rudolf Bing
Rusty Draper
Ruth Mayyeson
Sal Mineo
Sam and Dave
Sam Butera
Sam Cooke
Sam Goldwyn
Sam Snead
Santana
Shelley Winters
Shirley Bassey
Shirley Booth
Shirley Jones
Sid Caesar
Sid Fields
Simon and Garfunkel
Smith
Smokey Robinson
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Sophia Loren
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Soupy Sales
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Sugar Ray Robinson
Susan Hayward
Ted Lewis
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Teresa Graves
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The Animals
The Association
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The Byrds
The Chambers Brothers
The Champs
The Clancy Brothers
The Cowsills
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The Doors
The Everly Brothers
The Fifth Dimension
The Five Keys
The Four Seasons
The Grass Roots
The Lovin' Spoonful
The Mamas and the Papas
The McGuire Sisters
The Miracles
The Platters
The Righteous Brothers
The Rolling Stones
The Seekers
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The Supremes
The Temptations
The Turtles
The Young Rascals
Tina Turner
Tiny Tim
Tom Jones
Tommy James and the Shondells
Tommy Makem
Tommy Roe
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Tony Bennett
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Tony Randall
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Sobre Márcio Ribeiro

Nascido no ano do rato. Era o inicio dos anos sessenta e quem tirou jovens como ele do eixo samba e bossa nova foi Roberto Carlos. O nosso Elvis levou o rock nacional à televisão abrindo as portas para um estilo musical estrangeiro em um país ufanista, prepotente e que acabaria tomado por um golpe militar. Com oito anos, já era maluco por Monkees, Beatles, Archies e temas de desenhos animados em geral. Hoje evita açúcar no seu rock embora clássicos sempre sejam clássicos.

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