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Pestilence: belíssimo show com os precursores do Death Metal europeu

Resenha - Pestilence (Vic Club, São Paulo, 07/04/2018)

Por Diego Camara
Em 10/04/18

Pela primeira vez por estas bandas, uma das mais notórias bandas do death metal europeu desembarcaram no Brasil. Na estrada desde 1986, é um dos grandes precursores do gênero na Europa. Trazendo aos palcos brasileiros uma turnê cheia de clássicos, baseada nos seus três primeiros discos, a banda aterrorizou o público da capital paulista, detonando num incrível show regado a muito mosh e técnica impecável.

VULTURE

A primeira banda a subir ao palco foi o Vulture. A banda tocou um show curto, para um público ainda reduzido para a noite, mas encarou o desafio com uma apresentação bastante firme no palco. Puxada pela força das guitarras, a banda apresentou um death metal bastante tradicional, rápido, com uma bateria bastante visceral, similar aos mestres do gênero.

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CARNATION

Uma grata surpresa de 40 minutos é um bom resumo para a apresentação dos belgas da Carnation. Nunca havia ouvido falar deles, e a própria turnê deles por aqui é impressionante. Em uma grande homenagem ao estilo clássico do death metal, eles empolgaram bastante o público com um som cru, direto e fortemente cravado nas guitarras. O vocalista Simon Duson é um destaque a parte: vermelho como um pimentão, comandou o público, fazendo os bangers baterem muita cabeça durante todo o show.

PESTILENCE

Com 10 minutos de atraso, o Pestilence subiu ao palco para a apresentação principal da noite. Em pouco mais de uma hora de espetáculo, eles fizeram um show digno dos bons e velhos momentos de casas como o Hangar110, onde normalmente ocorriam shows deste nível. O Pestilence seria perfeito para o Hangar, pelo clima e pelo palco, e o Vic Club aparece agora como uma boa opção de substituinte, pelo seu palco baixo e pelo clima da casa, favorável ao estilo de show que requere o gênero.
Aos gritos do público, e ao som da intro, a banda subiu ao palco para lançar "Non Physical Existent". A acústica da casa não era das melhores, e a voz de Patrick Mameli desaparece em meio aos instrumentos. O som pareceu concentrado, não fugindo para o resto da casa. O publico era bem maior para o show principal, porém não chegou perto de lotar a casa. Na seguinte, "Malleus Maleficarum", o som já se apresentou melhor, em especial o solo e a bateria de Harsan, que soava excelente e rápida, como o estilo técnico da banda requere.

O público não demorou para ir a loucura, o mosh pit já se abriu desde o início do show bem na frente do palco, e a pancadaria comeu solta quase que do início ao fim da apresentação. Pessoas foram lançadas no palco, alçadas nos braços dos bangers e a animação incrível foi acompanhada de perto pela banda, que no palco parecia extremamente empolgada para dar a resposta aos fãs. A casa pegou fogo em músicas como "Commandments" e "The Secrecies of Horror".

Na parte final do show, o som estava realmente excelente, certamente no nível que merece uma banda com a técnica dos holandeses. A incrível performance de "Prophetic Revelations", com a força e a rapidez das baterias anima bastante o público. As guitarras, aqui, soam com um tom de mistério e misticismo, dando magia a temática da música. Após apresentar a banda, arrancando aplausos efusivos dos fãs, ainda tocam a extremamente empolgante "Mind Reflections", que já mostrava um pouco de cansaço do público presente.

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Fechando o show, a banda veio com "Out of the Body", do "Consuming Impulse" de 1989. A melhor apresentação da noite registrou o fechamento do show. O público foi com tudo para a frente do palco, impulsionados pela agressividade da banda. O solo de guitarra, em especial, foi um convite para o mosh generalizado que ocorreu na pista. Aos aplausos, a banda finalizou o show, agradecendo ao público presente.

A apresentação sem dúvidas foi excelente, de uma banda que não se esperava ver por aqui por estas bandas. A produção, bastante minuciosa e com uma qualidade digna do tamanho da banda e do potencial da casa, trouxe um bom resultado para os fãs do death metal. Só basta esperar, agora, que o Pestilence não demore tanto para retornar aos palcos brasileiros, e que ainda talvez possamos ver uma nova turnê deles por estas terras.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Setlist:
Intro: Unholy Transcript
1. Non Physical Existent
2. Malleus Maleficarum / Antropomorphia
3. Subordinate to the Domination
4. Commandments
5. Dehydrated
6. Chronic Infection
7. The Secrecies of Horror
Intro: Bitterness
8. Twisted Truth
9. Land of Tears
Intro: Free Us Temptation
10. Prophetic Revelations
11. Presence of the Dead
12. Mind Reflections
13. Out of the Body

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Sobre Diego Camara

Nascido em São Paulo em 1987, Diego Camara é jornalista, radialista e blogueiro. Seu amor pelo metal e rock começou há 6 anos. Um amante da nova geração, é um grande fã de Arjen Lucassen, Andre Matos e bandas como Nightwish, Hammerfall, Sonata Arctica, Edguy e Kamelot. Também não deixa de ter amor pelos clássicos, como Helloween, Gamma Ray e Iron Maiden e do Rock de bandas como Oasis, Queen e Kings of Leon. Atualmente seus textos podem ser lidos no blog OCrepusculo.com sobre assuntos diversos, além de planos para criação de um projeto totalmente voltado aos blogs de Rock e Metal.

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