Steelwing e Fúria Louca: recebidos de braços abertos em Fortaleza

Resenha - Steelwing (Beach Club, Fortaleza, 30/03/2014)

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Por Leonardo Daniel Tavares da Silva
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Há quem critique bandas como SKULL FIST, ENFORCER e STEELWING. Além de ter passado recentemente pelo Brasil, estas bandas tem em comum o fato de que fazem parte de uma nova geração que compõe, toca, veste-se e até se comporta como grandes medalhões da NWOBHM. No entanto, embora em seus discos nem sempre as bandas mais jovens se saiam tão bem ou tão inovadoras quanto aquelas que lhes servem de inspiração, o conselho que podemos dar é: se uma delas estiver tocando em sua cidade, não perca tempo, vá ao show. Toda a energia que a STEELWING compartilhou com algumas centenas de presentes no Beach Club, na Praia de Iracema, em Fortaleza, você acompanha no texto abaixo.

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Um fato a deixar os bangers cearenses muito confiantes de que grandes shows continuaram ocorrendo em nossa cidade é a configuração da produção (as duas produtoras envolvidas no show deste domingo são do Ceará). A Underground Produções, já bastante acostumada a trazer para o Brasil e América do Sul bandas gringas de pequeno e médio porte, é a produtora nacional. Mas, a principal produtora responsável pelo show é a Gino Productions, que já trouxe para Fortaleza o inglês BENEDICTION e a alemã DESASTER e alguns outros nomes bem conhecidos no cenário underground nacional e comprou o show da Underground. Enquanto em outros shows uma produtora fazia ambos os papeis ou havia a associação de uma produtora local com outra das regiões sul-sudeste, esta configuração é importante e precisa ser mencionada para que se tenha uma ideia do quanto progrediu o heavy metal e o rock pesado nas terras alencarinas. Oportunamente, o cenário é tema de uma série de reportagens publicadas no jornal Diário do Nordeste, um dos maiores da região, assinadas pelo repórter Leonardo Bezerra e que você pode conferir ao clicar nos links abaixo.

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FIST BANGER

Bem, vamos aos shows da tarde/noite de domingo. A tarde começou com o thrash metal rápido da FIST BANGER. O vocal de Vinny Fist impressiona pelo tom demasiadamente agudo. Se a princípio ficamos impressionados com o tom de voz do vocalista, algum tempo depois ficamos impressionados pelo fato de que ele consegue manter o mesmo tom até o final do show, dando apenas algumas pausas para respirar e conversar com a galera. Os solos ultra-rápidos de Jardel Stick também são dignos de nota. Entre as faixas tocadas está "Speed of Light", que estará no próximo play e "Fist Banger", a tradicional faixa homônima (que não poderia fazer feio e não faz). É nela também que o batera Paulo Drunk pode mostrar toda a extensão de sua técnica. O show fechou com "Violence and Force", cover muito bem executado do EXCITER.

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

FIST BANGER é Vinny Fist no vocal, Jardel Stick na guitarra, Paul Drunk na bateria e Yan Silva no baixo. Algo que não poderia deixar de ser notado, embora não pertinente ao show em si, é a homenagem às demais bandas cearenses na capa da demo da FIST BANGER, lançada ano passado. Ali estão representadas além da própria FIST BANGER, bandas como WARBIFF, AGRESSIVE (do guitarrista Jardel Stick), AGONY, FLAGELO, ORÁCULO (do baterista Paul Drunk) e BLASFEMADOR, entre outras.

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

THE KNICKERS

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

Às 18:30 é a vez do trio feminino THE KNICKERS, com Alinne Madelon (vocal), Paloma Oliveira (guitarra) e Alessandra Castro no baixo, acompanhadas de Ítalo Rodrigo na bateria. O show começou com "Take My Hand". Alinne Madelon, grávida do primeiro filho, não perde nada da sua conhecida postura de palco, mas dá sinais de que está sofrendo com o calor. A banda já é bastante conhecida na cidade e empolgou bastante o público. Vale ressaltar que elas eram provavelmente as responsáveis pelo comparecimento de um número acima do habitual de meninas naquela noite. Faixas como "Motherfucker" (que dá nome à sua primeira demo) e "Rock N' Roll tem todos os elementos para animar qualquer festa, inclusive um solo brilhante de Paloma em "Rock N' Roll". "We Are The Knickers" até começa bluesy, mas termina numa explosão de hard rock. Ao fim do set, as meninas chamam para o palco João Júnior (que continuaria ali para o show da próxima banda, a sua FINAL PROPHECY) para uma cover de "Eternal Dark", do PICTURE. Embora intenso, o show pareceu curto, mas não poderia ser mais que isso pois um pequeno headbangerzinho estava também no palco.

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

FINAL PROPHECY

De Maracanaú (Região Metropolitana de Fortaleza) chega a FINAL PROPHECY com melodia e beleza nos solos de Joel Sousa, muito bem acompanhados pelo baixo de Done Sousa, Mário Lima na guitarra base e Glauco Luiz nas baquetas. O vocalista João Júnior (a quem já elogiei aqui no Whiplash em uma oportunidade anterior), além da voz afinada, tem pleno domínio de palco, sempre dialogando com a plateia, pedindo palmas para acompanhar Glauco Luiz na batera e as recebendo espontaneamente no fim de cada canção.

Foto: Acácio Vidal
Foto: Acácio Vidal

Antes de "Ready To Fly", JJ fez questão de agradecer ao produtor Roberto Gino e a dois outros grandes nomes da cena underground do estado, o guitarrista Tales Groo (DARK SIDE/TOTAL ECLIPSE) e a quem considera seu grande mentor, Sílvio Barros (BEOWULF).

Foto: Acácio Vidal
Foto: Acácio Vidal

Apesar de definir-se como power metal, a banda apresenta muitas referências ao IRON MAIDEN, principalmente em "Lost In The Wonderland", com sua longa e bela introdução, o baixo que parece cavalgar e até mesmo nos múltiplos solos, executados por ambos os guitarristas. Esta é uma faixa que vale a pena ouvir tanto ao vivo quanto no vindouro trabalho de estúdio, a ser lançado em junho (acompanhada de "Lord Have Mercy" e "Wings of Freedom"). A banda está programando o full length para outubro.

FÚRIA LOUCA

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

O show do quinteto maranhense, FÚRIA LOUCA, que estava pela primeira vez no Ceará, começou com uma bela instrumental "Ella Maligna" (uma pena que não esteja no CD dos caras), seguida da excelente "On The Croup Of The Sinner" (que dá nome ao play).

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

Dirigindo-se a plateia, o vocalista Henrique Sugmyama comentou: "A gente não esperava tanta gente numa noite de domingo. A galera aqui bota o Rock and Roll em primeiro lugar". E mandou "Lost n' Found" (do marcante verso "I sould my soul for rock n' roll) e "Fatuous Fire", outra pancada hard rock que foi escolhida para ser o primeiro videoclipe, seguidas de "Bewitched, a mais pesada composição do FÚRIA.

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

O show continuava bastante energético, com riffs e solos levantando a plateia, mas tornou-se ainda mais quente, levantando gritos do público, quando a banda tocou "Wild Child", cover do WASP, que teve até participação do John Naza, do DYNAMITE (uma das revelações do hard rock cearense e que bem poderia estar dividindo aquele palco com os maranhenses e as meninas do THE KNICKERS).

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

Ao fim dessa explosão, a galera começou a pedir "Rock Fever". E foi atendida. Bastante entusiasmados e felizes com a recepção recebida dos cearenses, Sugmyama, Hugão Away (guitarra), Allex Kyel (guitarra), Tiago Guinevere (baixo) e Ronaldo "The Truck" (bateria) fizeram questão de tirar foto com a plateia (não, não estamos falando de nenhum selfie aqui). E fecharam o set com a música que lhes dá nome, "Fúria Louca" (o inusitado aqui é que, mesmo com esse nome, a letra é em inglês!). Convidados para tocar com o STEELWING em Fortaleza e Natal, a FÚRIA LOUCA prometeu não demorar a voltar ao Ceará. Que voltem mesmo.

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

Foto: Marcelo Cunha
Foto: Marcelo Cunha

STEELWING

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

A noite já avançava. Era hora da atração principal. Oskar Åstedt (bateria), Alex Vega e Robby Rockbag (guitarras) e Nic Savage (baixo) subiram ao palco do Beach Club e receberam Riley com uma bela introdução até que "In The Shadow, Out In The Darkness, I'm The Hunter, You're The Prayer", versos de "Headhunter", levantaram os punhos da plateia. Em seguida, a belíssima "Nightwatcher" teve sua vez de arrancar aplausos. A canção é um hino "maidenico" (essa palavra teve que ser inventada).

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

Falando com a plateia, Riley se apresentou (em inglês): "Nós somos a STEELWING, da Suécia. E nós viemos de longe até aqui para tocar pra vocês. E se vocês querem ouvir metal, eu quero ouvir vocês gritar". E continua saudando a cidade da forma que seu sotaque sueco lhe permite. "'Fortaleja', eu quero ouvir vocês gritar. Mandando um 'Putaquepariiiiiiu' num agudo ele anuncia a veloz "Point of Singularity".

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

Discípulos de bandas como SAXON (que já tocou em Fortaleza) e IRON MAIDEN (que tem que tocar), os jovens suecos mostraram que em seu som não há economia nos arranjos.

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

Ao contrário do que se pode esperar dos povos "lá de cima", R
iley é sempre muito simpático e fez questão de comentar que esta é a primeira vez que estão em tour fora da Europa e estão muito felizes que seja no Brasil. Em seguida, uma das melhores deles, "The Illusion". Outro que se destaca na simpatia é o guitarrista Alex Vega.

Foto: Chris Machado
Foto: Chris Machado

E o idioma também não foi barreira (além do termo já citado e de mais alguns "Fortaleja", a banda não passou de um "obrigado" e "saúde", ao tomar uma cerveja). Não houve um banger que não atendesse ao pedido dos suecos para bater palmas junto com eles. Ao som das guitarras em solos e riffs frenéticos, era difícil se conter e até Riley fazia air guitar, enquanto Alex faz seu solo com a guitarra nas costas.

A próxima é "Never Slow Down, Full Speed..." É o público que completa o nome da faixa. Ao fim dela, Riley comenta: "A gente está se acabando aqui. Esperamos que vocês estejam se acabando aí também. Do contrário, nós falhamos com vocês.

"Nós pagamos tributo a uma banda de metal americana". E manda a cover do MANILLA ROAD, "Necropolis". E por falar em MANILLA ROAD, esta banda estará no Brasil em junho/julho. Que dêem uma passadinha na Terra de Iracema.

Enquanto Oskar, Alex, Robby e Nic executam a magnífica instrumental "They Come From Skies", Riley chega a fazer um stage dive seguido de um crowd surfing antes de voltar ao palco para "The Running Man", outra super "maidenica" (olha lá o termo de novo).

Enquanto Robby Rockbag é mais discreto, Alex Vega destaca-se como segundo frontman, agita a galera, toca apoiando-se nas costas do baixista Nic Savage e até mesmo sobe no bumbo da bateria para solar sua guitarra.

Foto: Caio César Rodrigues
Foto: Caio César Rodrigues

Foto: Caio César Rodrigues
Foto: Caio César Rodrigues

Riley continua: "Vocês querem cantar conosco hoje à noite"? E rege o "ô ô ô ô", tão característico da NWOBHM, imortalizado por outro vocalista baixinho que conhecemos bem.

Com um boa noite que não engana ninguém (até porque apenas Riley sai do palco) a banda se despede rapidamente. Apenas para voltar com uma de suas melhores composições "Roadkill (...or Be Killed").

É aí que vem a chuva. Não sabíamos ainda, mas seria uma das maiores chuvas dos últimos anos. Como o STEELWING não é nenhum METALLICA (que parece tocar com instrumentos a prova de água) o show (que já estava mesmo no fim) teve que ser interrompido. De fora, infelizmente ficou a suite "Lunacy Rising", que o público paulista teve a chance de conferir ao vivo. Parte dos presentes procurou abrigo na parte coberta do Beach Club, mas muitos resistiram em frente ao palco cantando "Stiu-uinguê", "Stiu-uinguê". O heavy metal tem mesmo a capacidade de levar seus apreciadores ao êxtase. Ainda bem que bandas como STEELWING, ENFORCER (que tocara no mesmo palco no ano anterior) manterão acesa essa chama. E cidades como Fortaleza, com público ávido por metal e produtores sérios (ressalte-se novamente que esta era uma noite de domingo e estamos às vésperas de um show do GUNS N' ROSES), estarão sempre de braços abertos para recebê-las. As centenas de presentes não me deixam mentir.

Agradecimentos: Roberto Gino (Gino Productions) pela atenção e credenciamento.

Set List FIST BANGER

Intro 2
Welcome to Hell
Merciless Death
Deathrider (ANTHRAX)
Speed of Light
Hammerhead
Fist Banger
Invaders of The Thrash
Violence and Force (EXCITER)

Set List THE KNICKERS

Take My Hand
I'm Better Than You
Follow This Highway
Listen To Your Heart
I Rule The Ruins
Devil In Me
Motherfucker
Rock N' Roll
We're The Knickers

Set List FINAL PROPHECY

Lord Have Mercy
Wings of Freedom
Ready To Fly
Lost In The Wonderland
Against The Storm

Set List FÚRIA LOUCA

Ella Maligna (intro)
On The Croup of The Sinner
Lost And Found (I Sold My Soul For Rock N' Roll)
In A War By Love
Fatuous Fire
Bewitched
Wild Child (WASP)
Wild Horse
Rock Fever
Fúria Louca

Set List STEELWING

Intro
Headhunter
The Nightwatcher
Point of Singularity
The Illusion
Full Speed Ahead
Necropolis (MANILLA ROAD)
They Came From Skies
The Running Man
Roadkill (...Or Be Killed)

Crédido das próximas fotos: Caio César Rodrigues

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Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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