Monsters Of Rock: O que realmente rolou no sábado
Resenha - Monsters Of Rock (Arena Anhembi, SP, 19/10/2013)
Por Luiz Urbano Jr.
Postado em 21 de outubro de 2013
Uma primeira noite destinada a um público bem peculiar, praticamente aos adolescentes do final da década de 90 e inicio dos anos 2000, a primeira noite do Monsters of Rock teve casa cheia e público bastante participativo.
Um dos pontos negativos do festival é a ausência de bandas nacionais, em um dia que só tivemos o Project 46 abrindo o dia. O público ainda chegava embaixo de um sol forte para ver a banda paulista. Os franceses do Gojira também tiveram o mesmo problema que o Project, o horário e o sol quente.
Quando o Hatebreed subiu ao palco, com o sol ainda forte, mas já indo embora, o público que já comparecia em maior número se empolgou de verdade. Com um som direto ao ponto, o Hatebreed fez o público pular quando chamou ao palco Andreas Kisser (Sepultura) para tocar Refuse/Resist, clássico do metal nacional. Outro detalhe deste show foi a presença de Mike D'Antonio, baixista do Killswitch Engage que substituiu o baixista Chris Beattie que se acidentou pouco antes da turnê.
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O Killswitch Engage soube aproveitar bem o clima deixado pelo Hatebreed e continuou colocando a galera pra pular. O vocalista Jesse Leach em seu retorno a banda não deixou o clima cair e manteve a galera animada com o show.
Já era noite quando o Limp Bizkit pisou no palco, a banda de Fred Durst fez um show bem manjado pra quem já a acompanha e acabou deixando de fora as músicas dos últimos álbuns e decidiu só emplacar os hits da carreira. Wes Borland, guitarrista, é uma atração extra com seu visual cada vez mais surpreendente. Afim de agitar ainda mais o público o guitarrista soltava riffs de Sanitarium, Holy Wars, Sweet Child o' Mine até a hora que pôs o público pra pular com Smells Like Teen Spirit. Outras covers que o Limp Bizkit mandou muito bem foi Killing in the Name do RATM e Faith do George Michael. A banda poupou do repertório músicas como mais lentas como Behind Blue Eyes, sem deixar a adrenalina abaixar.
Uma das bandas mais esperadas da noite,o Korn subiu ao palco com o público já aquecido e por conta disso emendaram uma trinca de Blind, Twist e Falling Away From Me. A banda que está em turnê de divulgação do novo álbum "The Paradigm Shift" e apostou em algumas canções novas como parte da divulgação. O Korn também conhecidos por suas grandes versões de clássicos, trouxe ao palco Andreas Kisser (novamente) e Derrick Green para uma versão de Roots Bloody Roots, que considerados por muitos o melhor momento da noite. Por conta da divulgação do novo álbum e pelo curto tempo destinado a banda, alguns hits como ADIDAS, Thoughtless, Right Now e Alone I Break. Mais uma vez, um show só com porradas, sem descanso.
O Slipknot quando subiu ao palco já encontrou um público extasiado e a procura de mais. Com todas as canções já conhecidas do público geral. Corey Taylor e sua trupe levou a Arena Anhembi abaixo com a sua abertura Disasterpiece e Liberate. O Slipknot soube aproveitar bem o tempo, maior do que o do Rock in Rio 2011, e pode mesclar músicas dos quatro álbuns de estúdio da banda. A banda prestou a sua tradicional homenagem ao ex-baixista Paul Grey, durante a música Duality. Poucos hits ficaram de fora da apresentação, Vermillion e My Plague ficaram de fora.
Pontos fortes: Organização com os horários, nenhum atraso considerável, o maior foi de 10 minutos.
Pontos fracos: Caixas de som estouradas e o som baixo prejudicaram algumas performances, principalmente do Slipknot que conta com dois percussionistas e um grande baterista.
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