Klatu: música repleta de influências, mas sem soar como um cover
Resenha - Klatu (Kabul, São Paulo, 02/08/2013)
Por Pedro Zambarda de Araújo
Postado em 12 de agosto de 2013
Banda Klatu está no seu segundo disco e fez um show no começo deste mês para divulgar seu trabalho. Na apresentação realizada no dia 2 de agosto, às 23h, o grupo tocou acompanhado por uma exposição de fotos da artista Camila Fontenele, que chegou a exibir seus quadros em outros países na América do Sul.
Camila e a banda Klatu defenderam a arte autoral naquele noite, o conteúdo e a cultura difundidos de acordo com os gostos dos autores e não seguindo padrões do mercado artístico. "Nós, do Klatu, fazemos um rock repleto de referências. O rock infinito. Não nos enquadramos na forma de arte de muitos", disse Carol Arantes, a cantora da banda, durante o concerto.
A casa Kabul estava relativamente cheia, com um repertório de Nirvana, Led Zeppelin e outras bandas clássicas antes do começo do som do Klatu. Camila Fontenele exibiu imagens de pessoas e cenários inspirados em artistas como Frida Kahlo e paisagens naturais abertas.
Formado por Carol Arantes (vocal), Leco Peres (baixo), André Barará (guitarra) e Felipe Silva (bateria), Klatu começou com improvisações de guitarra e baixo puxando referências de blues e jazz para tocar, com muita liberdade, as músicas de seu segundo disco, "Um Pouco Mais Desse Infinito". Carol Arantes ficou bem próxima do público, praticamente fora do palco, batendo um papo descontraído com o pessoal no Kabul.
Tocaram "Não Cante Essa Música", "Mais blablabla" entre as novas e até a tradicional "Rock Infinito" do disco de 2008. A banda já conseguiu que a música "Nunca é Tarde" entrasse no filme de Lays Bodanzy, "As Melhores Coisas do Mundo", de 2010. Por esse motivo, o Klatu está conseguindo ganhar relevância no rock independente com um som próprio, que defende uma música repleta de influências, mas sem soar como um cover.
Foi dessa forma que o show no Kabul pareceu, embora Carol tenha seu momento como frontwoman a la Rita Lee com os Mutantes, Leco Peres use roupas com referências à Aliança Rebelde de Star Wars e André Barará execute solos inspirados em Stevie Ray Vaughan. Que tal dar uma chance ao rock nacional com tantas influências interessantes?
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