Black Sabbath: leia resenha do primeiro show da nova tour

Resenha - Black Sabbath (Vector Arena, Nova Zelândia, 19/04/2013)

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Por Fernando Portelada, Fonte: Stuff.co.nz, Tradução
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Já dizia o ditado: “Panela velha é que faz comida boa”, e nunca houve um significado melhor para isso do que a noite de ontem, na Vector Area.

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Por Shane De Barra no site Stuff.com

A vida privada de Ozzy pode ter virado capa de jornal com muito conteúdo neste momento, mas isso é pouco perto do mar de camisas pretas que foi prestar homenagem aos pés do BLACK SABBATH, para seu primeiro show na Nova Zelândia em 40 anos.

Com a plateia já aquecida, graças a um encorpado setlist dos veteranos do SHIHAD, o palco foi montado para o BLACK SABBATH fazer seu show e libertar todo o seu catálogo, que fez desta banda os verdadeiros pioneiros do gênero heavy metal.

Todos têm que amar Ozzy. Não há muitos velhos rockstars que conseguiriam entrar no ridículo mundo de reality shows da MTV e ainda sair de lá com respeito dos colegas e fãs.

Uma vez que a cortina subiu e a banda lançou War Pigs, você podia ver que o homem já estava em casa.

Verdade, ele envelheceu – muito mais que o baixista Geezer Butler e o guitarrista Tony Iommi. De fato, quando ele corre pelo palco, ele lhe lembra de sua avó correndo para pegar um ônibus, mas ele está disposto a cantar, e todos agradecem que ele ainda consiga.

No entanto, em uma noite onde o SABBATH provou porque eles pertencem ao restrito panteão das verdadeiras lendas do rock, foi Iommi que roubou a cena.

Conhecido por muitos como um dos melhores – se não o melhor – mestre de riffs de todos os tempos, o guitarrista mostrou seus talentos com facilidade e compostura.

Vestido para impressionar, como algum sedutor lorde das trevas, sua classe faz você perceber que assistir o SABBATH neste palco, neste ponto de suas carreiras, é uma experiência única em sua vida.

O show, porém, não foi perfeito. Algumas coisas pareceram sair um pouco incorretas – Symptom of the Universe, por exemplo, acabou de forma bem abrupta.

Ela foi seguida de um impressionante solo de bateria do ridiculamente talentoso Tommy Clufetos. Muitas pessoas, no entanto, estavam se perguntando onde estavam Ozzy e companhia durante todo o solo.

Houve ainda alguns que achavam que o frontman ia perguntar se eles estavam tendo uma ótima noite um milhão de vezes. Um pequeno deslize, mas nada que importasse muito.

Com sorte eles voltaram para lançar Iron Man, que rapidamente diminuiu a preocupação da plateia.

Os pontos altos do show incluíram: Fairies Wear Boots, Snowblind, Black Sabbath, N.I.B and Children of the Grave, e algumas novas músicas, como: End of the Beginning and God is Dead, que mostraram que a banda não tem intenção alguma de se desviar do caminho que lhes trouxe tanto sucesso por quase meio século.

A despedida padrão no final da noite foi rapidamente seguida pelo encore obrigatório – Paranoid – que, como previsto, trouxe a casa abaixo.

Ainda houve um pedacinho de um maravilhoso Sabbath Bloody Sabbath, mas a banda encerrou-a rápido.

Há muitos pretendentes ao trono do Heavy Metal desde que este grupo entrou em cena muitas luas atrás, mas sob evidência da noite passada é fácil ver porque há muitos rivais, mas somente poucos a altura.

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Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.

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