Symphony X: verdadeira aula de Heavy Metal no Via Funchal

Resenha - Symphony X (Via Funchal, São Paulo, 04/06/2011)

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Por Renato Rossini
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Uma noite fria e público apenas razoável estavam presentes à Via Funchal para mais um show dos americanos do SYMPHONY X. E o que esperar do show era uma incógnita, pois com um novo álbum ainda por ser lançado era provável que pouca coisa nova fosse apresentada.

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Pouco após as 22h apagam-se as luzes e os primeiros acordes de 'Oculus Ex Inferni' começam a soar. Era a banda iniciando a 'nova turnê' com uma música de seu último álbum, mas não que isso fosse um problema.

O que se viu a seguir foi uma verdadeira aula de heavy metal do quinteto norte-americano. A técnica de cada um dos integrantes é de deixar qualquer um de queixo caído. Vale citar também que a qualidade do som estava acima da média, o que tornava o espetáculo ainda mais agradável.

Música após música o show ia ficando melhor, até que ótima 'Paradise Lost' foi anunciada, para delírio total dos presentes. Cantada em uníssono do início ao fim, foi um dos pontos altos do show. É interessante ver como o SYMPHONY X consegue mesclar músicas pesadas onde a energia é alta e outras, onde a banda toca leve, mais baixo, dando a cada música um clima muito especial.

O show seguiu agitado com as clássicas ‘Smoke and Mirrors’ e ‘Set the World on Fire’, que fechou a primeira parte. A todo o momento a apresentação do último sábado nos remetia as duas últimas apresentações que a banda fez por aqui, na turnê de Paradise Lost, o setlist no geral foi bem similar. As únicas duas músicas novas foram 'End of Innocence' e 'Dehumanized' que estarão no próximo álbum, 'Iconoclast'. Mesmo ainda desconhecidas do público, mostraram que o novo álbum promete ser mais uma obra-prima.

Após uma pausa mais longa que o habitual, a banda retorna para o Bis com a épica 'The Odyssey'. Sem utilizar nenhum 'sampler', a banda tratou de tocar todas as partes, dando uma nova leitura a música. Sem dúvida um clássico da banda e que fez o público se agitar e cantar pelos seus mais de 20 minutos de duração.

E ao término da música eis que a banda se despede do público, mas então todos começam a se olhar e perguntar, já? Será que voltam para mais um Bis? Não. Não voltaram.

Antes das 23:30h o show já tinha acabado e as luzes acesas deixavam um ar de incerteza entre todos os presentes. O setlist todo não durou nem 1 hora e 30 minutos, e deu para ouvir muita gente reclamando do show muito curto, e não sem razão. Apenas 11 músicas tocadas, muitos clássicos de fora. Mais duas músicas e esse teria sido um show para se lembrar por muito tempo. Está aí o grande ponto negativo do show, uma coisa que os fãs vão se lembrar muito bem em uma próxima passagem da banda por aqui.

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Sobre Renato Rossini

Renato Rossini, nascido em 27/09/1984 em São Caetano do Sul. Formado em Relações Internacionais, mas trabalha com informática (?!?!). Ouve heavy metal desde os 8 ou 9 anos. Começou com os clássicos, Metallica, Iron Maiden, Black Sabbath, mas hoje em dia ouve de tudo quando o assunto é metal. Pra variar tem uma banda, onde toca bateria.

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