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A banda brasileira que levou 4 mil pessoas a show na Austrália: "Cara, olha o que fiz"

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Postado em 24 de dezembro de 2025

Durante muito tempo, a ideia de uma banda brasileira de rock fazendo turnês relevantes fora do país parecia distante, quase utópica. Nos anos 1990 e 2000, o caminho natural era o inverso: artistas estrangeiros vindo ao Brasil. Mas, segundo Ricardo Chantilly, empresário responsável por uma série de movimentos decisivos no mercado de shows, essa lógica foi quebrada quando O Rappa cruzou o oceano e passou a tocar para milhares de pessoas na Austrália.

Em entrevista ao Corredor 5, Chantilly relembrou sua própria trajetória até chegar a esse ponto. Antes de se consolidar como empresário musical, ele já havia passado por diferentes empreitadas. "Aos 15, 18 anos eu tinha confecção, ganhava dinheiro, perdia dinheiro. Eu sempre estive metido em tudo que a minha geração consumia", contou. Segundo ele, sua atuação sempre foi múltipla: rádio, eventos, campeonatos de surfe e produção cultural caminhavam lado a lado.

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Foto: Tijs van Leur @ www.unsplash.com
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Esse espírito inquieto o levou à Rádio Fluminense FM e, mais tarde, ao mercado de shows internacionais. Ainda assim, Chantilly admite que tudo poderia ter tomado outro rumo. "Se eu tivesse tomado uma ré gigante com o Spy vs Spy, talvez tivesse ido pra outra profissão", refletiu, destacando o quanto suas decisões iniciais foram apostas de alto risco.

Anos depois, já com uma carreira consolidada, Chantilly decidiu tirar férias e voltou à Austrália, um país que tinha papel central em sua história profissional. "Eu falei: 'Vou pra um lugar que eu não conheço', mas aí percebi que fazia tempo que eu não ia pra Austrália. Fui sozinho, pra surfar, relaxar", lembrou. Mesmo em clima de descanso, acabou se reencontrando com músicos e empresários com quem havia trabalhado décadas antes.

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O Rappa na Austrália

Foi nesse contexto que surgiu a ideia de inverter o fluxo que havia marcado sua carreira. "Eu comecei minha vida trazendo australianos pro Brasil. Aí pensei: agora eu vou levar a banda que eu trabalho no Brasil pra Austrália", disse. A banda em questão era O Rappa, que àquela altura já tinha forte reconhecimento nacional, mas ainda não havia testado seu alcance fora do país.

https://whiplash.net/materias/news_721/340145-rappa.html

O resultado surpreendeu até o próprio empresário. "Nós fizemos seis shows na Austrália, todos lotados", contou. Segundo Chantilly, em Sydney, a banda chegou a tocar para cerca de 4 mil pessoas em uma única apresentação. "Eu lembro de olhar aquilo e pensar: 'Cara, olha o que eu fiz na vida'. Comecei com os australianos e terminei levando uma banda brasileira pra tocar lá", afirmou.

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Para ele, aquele momento representou uma espécie de fechamento de ciclo. "Eu comecei a achar que a minha vida estava fazendo sentido. Não é que estava dando certo ou errado, mas as coisas se conectavam", explicou. Mais do que números, o feito simbolizava a consolidação de uma trajetória construída com base em intuição, risco e relações pessoais duradouras.

Chantilly também destacou que essa conexão internacional sempre foi sustentada por laços de confiança. Ele lembra que, mesmo após décadas sem trabalhar juntos, os contatos permaneciam. "Eu ligava pros caras das bandas, encontrava Hoodoo Gurus, amigos antigos. Era tudo muito natural", disse, reforçando como essas relações abriram portas para movimentos inesperados, como a ida do Rappa à Austrália.

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Confira a entrevista completa abaixo.

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Sobre Gustavo Maiato

Jornalista, fotógrafo de shows, youtuber e escritor. Ama todos os subgêneros do rock e do heavy metal na mesma medida que ama escrever sobre isso.
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