Imago Mortis: Show marca retorno à ativa da banda carioca
Resenha - Vida; The Play of Change (Teatro Odisséia, Rio de Janeiro, 30/01/2011)
Por Marcos Garcia
Postado em 04 de fevereiro de 2011
O Teatro Odisséia, localizado na Lapa, no Rio de Janeiro, foi o espaço escolhido para o concerto que marcou o retorno à ativa de uma das bandas cariocas de maior expressão no undergroud brasileiro, o IMAGO MORTIS, que ganhou fama e respeito por meio de ‘Vida, the Play of Change’, CD de 2002, que foi recebido como um dos melhores discos de todos os tempos no Metal Nacional por várias revistas e sites especializados. E foi justamente um show com o CD tocado ao vivo na íntegra que chamou um ótimo público para este evento.
O local é bem localizado, o espaço é muito bom, com condicionadores de ar estrategicamente bem postados, para que ninguém sofresse com as penúrias do verão carioca. E que seja aplaudida a organização do evento, que realizou um trabalho muito profissional e digno de elogios, pois a estrutura dada ao evento foi de um nível muito bom, com som digno da banda e a disponibilização de um telão, algo que tem se tornado cada vez mais comum.
Antes da banda subir ao palco, houve a apresentação do DJ americano Defiant, onde a maioria do público preferiu beber e conversar, embora uma boa parte estivesse observando e dançando.
Enfim, após muita expectativa, o telão da casa começa a mostrar vídeos com os depoimentos de várias pessoas que contribuíram para a história da banda, entre eles, Eliton Tomasi, Janaína Souza, Tufi Samy (ex-vocalista), para, logo depois, a banda entrar no palco e começar seu set com ‘Long River’, pesada, muito cadenciada e densa, levando o público presente ao delírio. Uma grande parte cantou junto com o vocalista Alex Voorhess, que não só canta bem, mas é um excelente intérprete e frontman, cativando a atenção de todos com sua performance, bem como André Delacroix, outro veterano do Metal, que é dono de uma técnica muito boa.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Os novos membros encaixaram como luvas na banda: o baixista Marcelo Val, além de tocar bem e ajudar com os backing vocals, agita o tempo todo, assim como o guitarrista Daemon Ross, que também ajuda nos backing vocals, já conhecido por sua ótima técnica. Ele tocou na primeira parte do show, sendo que, na segunda, entrou Rafael Rassam, outro que tem ótima postura e muito boa técnica; além do tecladista Marcos Ceia, que não só toca muito bem como agita bastante.
Tocaram ainda ‘Central Hospital’ e a ótima ‘Three Parchae’, esta, cantada em uníssono pelo público presente, com Alex tendo todos em suas mãos. Em ‘Pain’, a banda mostra uma face ainda mais agressiva, com muita agitação por parte do público, assim como ‘Envy’. Mas na ótima e climática ‘The Silent King’, a banda trouxe o público ao êxtase, deixando muitos com lágrimas nos olhos, tamanha a emoção e feeling que a banda esbanja no palco, coisa de quem, nas palavras de Alex, gosta mesmo do que faz.
Como divulgado, tocaram todas as músicas do ‘Vida’, sem cansar e esbanjando carisma, simpatia e pegada. Diferente de muitas, a banda retorna as atividades e pretende em breve gravar e lançar trabalhos, não ficar vivendo de seu passado glorioso, que bem merecem.
Fica aqui o testemunho de mais um grande show no Rio de Janeiro, e que venham cada vez mais ótimos shows assim.
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