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Rita Lee: fotos e resenha do show em Porto Alegre

Resenha - Rita Lee (Teatro do Bourbon Country, Porto Alegre, 11/06/2010)

Por Paulo Finatto Jr.
Em 16/06/10

Em março de 2010, RITA LEE se apresentou em Porto Alegre e, surpreendentemente, lotou por duas noites consecutivas o Teatro do Bourbon Country. Na sua nova turnê – intitulada "ETC" – o roteiro não poderia ser diferente. A cantora e compositora voltou, em menos de três meses, à capital gaúcha para mais duas datas no mesmo local.

Com um público bastante devoto, que ocupou novamente todos os mais mil lugares disponíveis do teatro, RITA LEE subiu ao palco precisamente às 21h12 para dar início ao show. Em cena, além dos músicos Beto Lee (guitarra, filho da cantora), Roberto de Carvalho (guitarra, marido da cantora), Brenno Di Napoli (baixo), Danilo Santana (bateria) e Edu Salvitti (bateria), estava montada uma estrutura excepcional: com pequenas placas de LED e uma imensa tela de alta definição. Com um ambiente bastante colorido, o repertório de RITA LEE abriu com a famosa "Agora só Falta Você".

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Na sequência, a banda executou "Vírus do Amor", outro clássico da carreira de RITA LEE. A apresentação – que deixava o indício de ser uma seleção dos maiores sucessos da cantora – teve uma ótima recepção por parte dos gaúchos, fato que deixou RITA LEE bastante a vontade para trocar algumas palavras com a plateia. Após dizer que veio de São Paulo, que tem sessenta e cinco anos, que vai torcer para Argentina na Copa porque não gosta do jeito autoritário de Dunga, ela ganhou um inusitado presente das mãos de uma fã. Depois do momento de descontração e com um violão em punho, ela executou duas canções que os fãs timidamente cantaram junto: "Pagu" e "Bwana". No entanto, a surpresa da noite, para muitos, foi com a composição seguinte. De peruca e outros acessórios, RITA LEE relembrou os dias de OS MUTANTES com "Baby". Na plateia, um misto de contentamento e emoção com a lembrança.

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Entretanto, o show perdeu um pouco da sua vibração intensa no momento seguinte. Com as músicas "Insônia" e "Atlântida", mesmo utilizando muitíssimo bem os recursos do telão de alta definição, a plateia não teve a mesma empolgação do início do show. Muitos, inclusive, pareciam não conhecer amplamente a carreira de RITA LEE – que conta com mais de trinta discos e quatrocentas composições. Por outro lado, uma versão dublada de "Bad" (MICHAEL JACKSON) com um sósia do cantor americano animou novamente os presentes. Depois de apresentar a banda, a cantora executou "Ôrra Meu!" e "Doce Vampiro". Essa última contou com o apoio da plateia, que cantou sozinha o final da música.

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Certamente, RITA LEE nunca foi uma das maiores vozes da música brasileira. Embora tenha um repertório e uma produção musical de referência, a sua performance ao vivo não se sustenta sozinha. Com o apoio de Débora Reis e Rita Kfouri (backing vocais), a artista conseguiu fazer do seu show uma experiência divertida e interessante para todos os fãs. Na sequência, outro grande sucesso e de inevitável presença no set: "Ovelha Negra". Nessa música, o telão exibiu fotos e pequenos vídeos da carreira de RITA LEE, seja em shows ou em momentos com a família. Na primeira despedida da cantora, ela acabou confessando que não conseguiria torcer para Argentina e que beijaria o Dunga na boca – para as risadas dos mais atentos.

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No entanto, os músicos não deixaram o palco para o bis. O show ainda continuou com outros dois sucessos: "Banho de Espuma" e "Lança Perfume". Somente às 22h22 que RITA LEE se despediu dos gaúchos, após contar com o apoio de praticamente todos como voz de apoio em "Lança Perfume". Com a plateia de pé e fora dos lugares pré-definidos, o bis contou com "Flagra" e uma versão interessante de "It’s Only Rock n’ Roll (But I Like It)", do ROLLING STONES, cantada por Roberto de Carvalho. No fim e para encerrar a apresentação de vez, RITA LEE executou "Erva Venenosa", a composição mais pedida pelo público antes do bis.

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Depois de uma hora e meia de show, o público que lotou mais uma vez o Teatro do Bourbon Country deixou a casa com a sensação de dever cumprido. Embora não tenha apresentado um espetáculo muito diferente se comparado com o show de três meses atrás, a cantora trouxe as principais músicas que o público sempre faz questão de conferir ao vivo. Se muitos acharam que o espetáculo poderia ser mais longo, ele – em minha opinião – teve a medida exata para não cair em composições desconhecidas por uma parcela de admiradores da RITA LEE.

Set-list:
01. Agora só Falta Você
02. Vírus do Amor
03. Pagu
04. Bwana
05. Baby (Os Mutantes)
06. Insônia
07. Atlântida
08. Bad (Michael Jackson)
09. Ôrra meu!
10. Doce Vampiro
11. Ovelha Negra
12. Banho de Espuma
13. Lança Perfume
14. Flagra
15. It’s Only Rock n’ Roll (But I Like It) (Rolling Stones)
16. Erva Venenosa

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Sobre Paulo Finatto Jr.

Reside em Porto Alegre (RS). Nascido em 1985. Depois de três anos cursando Engenharia Química, seguiu a sua verdadeira vocação, e atualmente é aluno do curso de Jornalismo. Colorado de coração, curte heavy metal desde seus onze anos e colabora com o Whiplash! desde 2000, quando tinha apenas quinze anos. Fanático por bandas como Iron Maiden, Helloween e Nightwish, hoje tem uma visão mais eclética do mundo do rock. Foi o responsável pelo extinto site de metal brasileiro, o Brazil Metal Law, e já colaborou algumas vezes com a revista Rock Brigade.

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