Resenha - Brasil Metal Union (Cie Music Hall, São Paulo, 08 e 09/07/2005)

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Por Rafael Carnovale
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.















Eis que chegamos à quinta edição do Brasil Metal Union, ou BMU para os íntimos. Depois da bem sucedida edição de 2004, a primeira realizada sob a parceria HEAVYMELODY / TOPLINK, muito se esperava do evento este ano, afinal a mudança do local para o CIE Music Hall (antigo DirecTV) e as melhorias estruturais em muito fortaleceram a qualidade do evento.

Fotos: Carolina Oliveira

Mas nem tudo foram alegrias neste BMU. Durante todo o processo que selecionou as bandas participantes em 2005, o festival se viu envolto em polêmicas que contestavam desde sua organização e a qualidade dos participantes até o caráter do evento, que seria mais um festival aonde o que vale é o que se paga e não o que se toca. No final sobraram acusações sem provas e tudo correu normalmente, mas tal fato num país que já sofre com o preconceito ao metal e a estilos derivados do mesmo, por em questão um evento que reúne apenas bandas nacionais constitui-se numa ignorância sem precedentes, pois muitas das bandas selecionadas têm no BMU a chance de se apresentar para um público maior, com uma exposição que nem sempre pode-se obter na mídia. Curiosamente a banda mais votada, o THUATA DE DANNAN, não se apresentou por estar excursionando pela Europa.

Deixando estes aspectos de lado, o festival também aproveitou para homenagear duas bandas que levam adiante a bandeira do rock nacional com bastante dignidade e que há muito batalham neste cenário complicado e por muitas vezes injusto: o DR. SIN e o KORZUS, que tocariam um “set” de 20 min antes das últimas bandas de cada dia. Ponto para a galera da organização.

Quando tudo parecia pronto para mais um festival eis que cai uma bomba na cabeça de todos que iriam ao BMU: O DARK AVENGER, banda do Distrito Federal, que tocaria no primeiro dia antes do KORZUS, encerrou suas atividades uma semana antes de seu show no BMU. Deixando de lado os motivos que levaram o líder Mário Linhares a tomar tal decisão (o mesmo nos deu um depoimento que pode ser conferido neste “review”), tal fato constituiu-se em um grande problema, pois a banda foi uma das mais votadas na seleção inicial, e especulações começaram a aparecer por todos os cantos (briga interna, ego...). Até que a seguinte decisão foi tomada: o vocalista e líder Mário Linhares tocaria com uma banda de apoio, já que não foi possível reunir os integrantes da última formação.

O CIE Music Hall recebeu um público bem aquém do esperado (cerca de 1000 a 1300 pessoas por dia), contrastando com a média de 2000 pessoas do ano anterior. Os motivos que podem ter acarretado tal falta de público são tantos que não cabe a este redator sair dissertando sobre os mesmos. A verdade é que o público perdeu uma oportunidade de conferir 16 bons shows a um preço módico, mas cada um sabe dentro de si porque resolveu não comparecer (o fórum está aberto para considerações).

Como sempre as bandas tocariam um “set” de 40 minutos com intervalos de 20 minutos entre cada show. As primeiras bandas de cada dia (TOCCATA MAGNA E HARLLEQUIN) fariam a passagem de som e os técnicos da organização fariam os ajustes para cada banda que fosse se apresentar. De fato neste ano o som esteve bem fraco e oscilante, e algumas bandas foram prejudicadas por tal situação, mas isso não tirou o brilho do evento nem a garra dos participantes, que demonstraram em todos os shows sua satisfação por se apresentar no festival.

O TOCCATA MAGNA (RS) foi o encarregado de abrir o evento no dia 08 (antes da tradicional execução do hino nacional, com o pano de fundo do brasão do BMU se destacando). A banda, que executa um prog-metal com adição de elementos regionais, se saiu bem, apesar da nítida falta de entrosamento. Músicas como “Tierra Mystica”, “Forbidden Tears”, “Incognite Soul” e “Ashes of Heaven” foram bem recebidas. O vocalista Ricardo Duran é competente e possui boa presença, mas foi infeliz ao cantar “No More Tears” (deveria ser proibido executar versões de músicas de Ozzy!!!!). Seu tom de voz não soou bem com o estilo da música e isso acabou sendo o ponto negativo da apresentação, embora a banda mereça muita atenção, pois é bem talentosa.

Os paulistas do ANDRALLS vieram em seguida com seu “Fast Thrash”, entrando praticamente com o jogo ganho. “Fear is My Ally”, “Hate” e o excelente cover de “War Ensemble” do Slayer se sobressaíram, mas a banda demonstrou bastante desenvoltura no palco, com destaque para o baixista Eddie, que possui uma presença forte. Divulgando seu novo cd, “Inner Trauma”, a banda foi muito bem recebida pelo público, e detonou tudo com “Andralls on Fire”. Um excelente show.

Particularmente fiquei muito satisfeito ao saber que os cariocas do AVEC TRISTESSE tocariam no festival, pois seu último cd, “How Innocence Dies” é uma obra prima para os que gostam de death/doom metal. A banda se apresentou a caráter (todos vestidos de terno e gravata), e detonou sons de seus dois cd´s, como “All Love is Gone”, “She, the Just” e “Angel After Dark”. Um grande momento foi participação especial da vocalista Fernanda Gollo (ASHTAR) em “Paean” (que também contou com Luiz Garcia, da mesma banda) e “Sceptical and Gone”. O único senão vai para a qualidade do som, péssima, que prejudicou a performance dos integrantes, mas tudo foi compensado por um excelente cover de “Seasons in the Abyss”, do Slayer.

O show seguinte seria uma das surpresas do festival: a volta do WIZARDS, que chegou a gravar um cd com outra formação, mas acabou retornando com seu “line-up” clássico. A banda entrou com tudo com “I´ll Believe” e tratou de ganhar o público logo em seguida tocando uma versão de “Future World” (Helloween). Apesar da falta de entrosamento, típica de uma banda que estava tocando junta pela primeira vez após anos foi compensada pela boa performance do vocalista Christian Passos e por músicas como “Fallen Angel”, “Thunderbolt” e uma boa versão de “Mr. Crowley”, que se encaixou perfeitamente a voz de Christian. Um bom retorno de uma banda que nunca deveria ter encerrado atividades.

Mas para dar uma freada no metal melódico nada melhor que um show do MALEFACTOR. Já conhecia o potencial desta banda baiana no show do BMU 2004, e esta apresentação só veio confirmar o quão talentoso é este grupo. O som ajudou, e músicas como “Followers of the Fallen”, “The Pit” e “Barbarian Wrath” foram verdadeiras porradas que mesclam heavy/death e em alguns momentos metal extremo. Lord Vlad é um excelente vocalista e um “frontman” de respeito. A banda ainda surpreendeu a todos executando “Flight of Icarus”, com show de Lord Vlad. Um showzaço, que só ratifica todos os elogios que o MALEFACTOR recebeu no BMU 2004.

E era hora da incógnita: Mário Linhares sobe ao palco com uma banda suporte e executa várias músicas do DARK AVENGER. Claro que foi um show do DARK AVENGER, pois o vocalista é o detentor do nome, além de ser o único membro original presente em todas os “line-ups” que a banda já teve. Enquanto tal atitude agradou a vários presentes, alguns fãs deixaram a área dos shows, mostrando que o fim da banda ainda não digerido por completo por todos. Mas voltando ao show, a banda suporte foi excelente, e músicas como “Armagedon”, “Rebellion”, “Dark Avenger” e “Crown of Thorns” foram muito bem recebidas. Mário continua sendo um senhor vocalista e prometeu a todos que enquanto pudesse cantar contiuaria a cantar as músicas do DA, pois o mesmo é parte de sua história. “Morgana” encerrou o show, que se não foi perfeito, foi digno para a despedida da banda. No dia seguinte Mário nos concederia uma rápida entrevista, que pode ser lida no review do show do HARLLEQUIN, sua nova banda, que abriria o show do dia 9.

Falar do KORZUS é falar do metal nacional em todas as suas fases. A banda, que lançou seu melhor cd (“Ties of Blood”) em 2004, ainda colhe os frutos de um trabalho muito bem feito. Pompeu é um agitador, Sílvio e Heros mandam bem nas guitarras e Dick já entrou para a galeria das figuras folclóricas do metal. “Respect”, “Catimba”, “What are You Looking For”, “Punisher” e “Correria” só fizeram aumentar o respeito pela banda, que fez com que várias rodas se abrissem na multidão. Um arregaço. Homenagem merecida e justificada, dentro e fora do palco.

Em 2004 falei que o ETERNA executou uma das melhores perfomances de todo o festival. Neste ano a banda (que é a única a tocar em todas as edições do BMU), fechou o primeiro dia de forma elegante, mas burocrática. Os músicos pareciam mais interssados em executar com perfeição as canções, deixando de lado (em parte) a garra do show no ano anterior. Ainda assim fizeram um show consistente, com excelentes momentos, como “Epiphany”, “Holy Spirit”, “Terra Nova”, “The World”, “Power for the Fools” e um belo cover de “God Gave Rock and Roll To You II” do KISS (embora o BRIDE também tenha feito uma versão para esta música). Um bom show, mas faltou algo...

O segundo dia do BMU, coincidentemente feriado em São Paulo, teve um comparecimento maior por parte do público, mas ainda assim ficou bem abaixo do esperado. E olha que grandes surpresas eram aguardadas para o show.

Antes da “performance” do HARLLEQUIN, que conta com Mário Linhares (DARK AVENGER), ex-membros do KHALLICE (que também tocaria nesta dia) e do ABHORRENT, falamos rapidamente com Mário, que nos deu detalhes do fim do DARK AVENGER e ainda falou sobre o HARLLEQUIN.

O DARK AVENGER chegou ao fim. Eu gostaria que você mandasse uma mensagem aos fãs, explicando tudo o que motivou tal situação, já que até agora apenas temos a nota oficial que foi enviada a imprensa.

Mário Linhares – O DARK AVENGER como banda acabou. Não pretendo usar e nem que seja usado o nome. Se a banda retornar um dia, será com esta mesma formação que encerrou atividades, por ética e respeito a todos. Se talvez um dia conseguirmos superar todos os problemas que ocorreram eu convidarei todos estes ex-membros, por respeito aos mesmos. Não tenho esta idéia. Só estou falando isso para que todos entendam que se houver um retorno será com a galera que terminou a banda, se eles quiserem. Não houve um culpado específico para o fim do DA, houve sim todo um cenário de dificuldades para a banda, (gravação, shows...) que refletiram internamente, gerando desapreço, desgosto, desilusão, e isso acabou por minar o estímulo que tínhamos como banda. E eu concluí que não valeria mais investir numa situação que não dava mais. Mas eu pretendo sempre continuar tocando as músicas do DA, pois eu as compus, e ontem a galera mostrou que curte os sons.

E o relacionamento entre você e os outros membros continua ok, já que para o BMU só você veio para o show.

Mário Linhares – Foi uma decisão unilateral minha de encerrar as atividades da banda, e isso de certa forma pegou de surpresa os caras. Até que nem tanto de surpresa, pois a frase “Eu estou de saco cheio” passou a ser parte de nosso vocabulário. O que chocou a todos foi o dia em que tomei isso, e gerou alguns desentendimentos. Mas eu estou certo de que foi a melhor decisão. Mas por conta dessa decisão abrupta não estamos nos falando. Mas não estou acusando nem atacando ninguém, pois não há quem acusar.

O HARLLEQUIN é sua banda agora. O que você diria às pessoas que especulam que esta banda será um novo DARK AVENGER, com relação aos problemas.

Mário Linhares – Aqui não temos um “band-leader”. Somos cinco caras que querem apenas tocar, não sou o dono. Não sou o compositor de todas, o Fabrício (guitarra) compõe bastante e estamos sempre vindo com idéias de todos os lados. Quer dizer, não existe um domínio por parte de um integrantes. Aqueles que supõem que o HARLLEQUIN será um novo DA devem primeiro conhecer a banda. Esta banda não é o Mário, e sim o HARLLEQUIN.

Fabrício – Cara.. o que posso dizer que é que vamos tocar o heavy metal mais honesto e possível, até porque o Mário está resolvendo seus problemas com a maior hombridade possível. Somos cinco caras sedentos por heavy metal e vamos fazer tudo o que pudermos para dar ao público um grande show.

E o HARLLEQUIN subiu ao palco executando músicas de seu primeiro CD, a ser lançado ainda em 2005. Sons como “Going to War”, “Hellakin Riders” e “King of the Dead” remetem ao DARK AVENGER do começo de carreira, mais crú e agressivo. A banda também transita pelo prog-metal e por passagens quase thrash, com Mário cantando de maneira mais agressiva e até mais agradável. O único senão fica pelo fato de tal mistura precisar ainda ser mais trabalhada, pois mesmo tendo um conjunto talentoso, o excesso de misturas ao qual a banda se propõe ainda soa um tanto confuso. Porém, talento não falta e eles serão capazes de atingir com sucesso sua proposta. Um inusitado “cover” de “Shattered”, do Pantera, fechou a apresentação.

O MAD DRAGZTER manja muito de thrash, e isso foi decisivo para um show forte e coeso. A banda veio com fúrio total, executando sons como “Break Down”, “Curriculum Mortis”, “Buried” e um bom cover para “Troops of Doom”, do Sepultura. A galera agitou muito e várias rodas foram abertas na multidão. A banda demonstrou boa presença de palco e encerrou o show com “Mad Dragzter”, deixando muita gente já cansada mesmo sendo apenas o começo da maratona.

Voltando ao melódico, era hora do pessoal do BURNING IN HELL, que subiram a palco vestidos no melhor estilo MANOWAR, executando músicas de seu primeiro cd, auto-intitulado. Sons como “Freedom”, “Never Surrender” e “Brave Warriors” são muito bons, mas a banda ainda está muito presa a suas influências, soando pouco original, coisa que poderá ser desenvolvida no próximo CD, que sairá ainda este ano. Para apimentar o show, a banda tocou os covers de “Be Quick or Be Dead” (Iron Maiden) e “Nova Era” (ANGRA), o último com a participação do baixista Felipe Andreoli, que serviram para ajudar a incendiar a galera. Bom show, mas falta personalidade.

Era hora da blasfêmia, da profanação, do “corpse-painting”, e do OCULTAN. Banda veterana, com 6 CD´s lançados, o quarteto subiu ao palco do BMU executando o mais crú, pútrido e profano Black Metal, sendo a primeira banda do estilo a se apresentar no festival. A galera curtiu muito, e alguns mais exaltados chegaram a soltar frases ofendendo o ETERNA (fato que mereceu uma sutil bronca do vocalista Daimoth após o show. Mas a banda cumpriu com maestria sua promessa, com sons como “Blasphemy”, “ Sodomizing the Whore, the Virgin Mary”, “O Vale dos Mortos” e “Ejaculating in the Nazarene´s Face”. Bom show, boa recepção do público e uma banda insana. Tudo funcionou, exceto o som...

Ainda com os ouvidos zumbindo a galera recebeu o KHALLICE, que é chamado por alguns de o “Dream Theater” brasileiro, o que realmente é uma verdade, pois a influência dos norte-americanos sobre o som da banda é gigantesca, a ponto de, em alguns momentos, comprometer a sonoridade e originalidade grupo. Mas a banda executou boas canções, como “Lonelinnes”, “Vampire” e “Spitritual Jewel”. O guitarrista Marcelo Barbosa possui forte influência do sueco Yngwie Malmsteen, e Alirio Netto é um bom vocalista. O público aplaudiu a banda, mas o show acabou sendo morno, dada alguns exageros por parte da banda... um novo CD pode corrigir tais fatos.

Era hora do heavy metal! Os paranaenses do DRAGONHEART sobem ao palco e detonam seu metal influenciado por Grave Digger e Blind Guardian. A banda usa o diferencial de ter três vocalistas para dar originalidade a seu som, e isso funciona muito bem em músicas como “Eyes of Hell”, “Silent Sentinel” (um sonzaço) e “Underdark”. O quarteto possui uma presença de palco simples, mas eficiente, e o talento coletivo se sobressai. A galera recebeu a banda com extrema empolgação, principalmente no já hino “The Blacksmith” e no bom “cover” para “Into the Storm” (BLIND GUARDIAN). Um dos grandes shows deste BMU.

Se no primeiro dia a homenagem ao KORZUS rendeu um show bombástico, no segundo o DR SIN não deixou barato. Dando uma prévia de seu novo cd “Listen to the Dr’s” (aonde a banda executa “covers” com o nome “Doctor” no título), o trio entrou com tudo brincando com “Detroit Rock City” e “Love Gun” do KISS, para depois mandar uma boa versão para “Calling Dr. Love”, seguida de “Time After Time” e do torpedo “Fire”. A galera recebeu com entusiasmo Ivan e Andria Busic e Eduardo Ardanuy (um dos melhores guitarristas do rock nacional), e vibraram com “Karma”, a bela “Miracles” e a festeira “Futebol, Mulher e Rock and Roll” (aonde a platéia participou como de costume). Um outro showzaço.

Quer fechar um festival com estilo? Chama o TORTURE SQUAD. O quarteto paulista, que já fechara a segunda noite em 2004, repetiu a dose em 2005 com adrenalina total. Sons como “Convulsion”, “A Soul in Hell”, “Asylum of Shadows” e “Pandemonium” incendiaram a galera que já mostrava sinais de cansaço (afinal eram quase 3 da matina). Mas a banda não se fez de rogada e pôs tudo mundo para agitar. O bateria Amílcar é um monstro no instrumento e Vítor é um agitador de multidões. Para fechar o show com estilo e peso, nada melhor que “Finally the Disgrace Reigns” e “The Unholy Spell”. O TORTURE há muito tempo vem se mostrando uma das melhores bandas de thrash do Brasil, e este show só confirma tal tendência.

Dezesseis shows, quase 13 horas de som, um ecletismo musical muito bem-vindo e uma dúvida: porque faltou público? Este é o questionamento que faço a todos que não compareceram ao BMU este ano... um festival que reúne apenas bandas nacionais, e que possibilita muitas delas uma boa exposição para a mídia e gravadoras não pode ser “desprezado”... tomara que em 2006 a galera volte a encher as lotações do CIE MUSIC HALL... mas quem foi merece os parabéns, pois esta é uma prova de apoio ao metal nacional.

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Sobre Rafael Carnovale

Nascido em 1974, atualmente funcionário público do estado do Rio de Janeiro, fã de punk rock, heavy metal, hard-core e da boa música. Curte tantas bandas e estilos que ainda não consegue fazer um TOP10 que dure mais de 10 minutos. Na Whiplash desde 2001, segue escrevendo alguns desatinos que alguns lêem, outros não... mas fazer o que?

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