Monsters of Rock: um elogio à ausência de "Pista VIP"
Por Pedro Zambarda de Araújo
Postado em 25 de outubro de 2013
Apesar de problemas nas regulagens de alguns sons de shows, a falta de algumas bandas (na opinião de algumas pessoas) e o calor no sambódromo, o festival Monsters of Rock foi bem organizado, com entrada larga para visitantes e atividades paralelas interessantes. Além de conferir show de new metal e hard rock, os headbangers também conferiram apresentações de bandas menores no estande do WikiMetal e puderam tocar guitarra no game-simulador Rocksmith.
Monsters Of Rock - Mais Matérias
No entanto, o grande triunfo do evento foi justamente a ausência do espaço privado chamado em shows de ¨Pista VIP¨ ou de ¨Pista Premium¨. Esse espaço normalmente custa o preço de dois ingressos da pista normal e tem como vantagem a maior proximidade com o palco. Torna a relação do público com a banda uma exclusividade de quem tem mais dinheiro.
Como os ingressos de shows de rock internacionais no Brasil chegam ao patamar de, pelo menos, R$ 100, a Pista VIP não sai por menos de R$ 200. E os fãs dos grupos, por mais que saibam que o preço é absurdo, topam pagar tal valor.
No Monsters of Rock não foi assim. Quem era mais fã, podia livremente se esforçar e tentar chegar até a grade diante do palco dos shows. Em apresentações mais mornas e vazias, as pessoas iam para trás com tranquilidade, dando espaço para outras darem uma conferida nas bandas de perto. Sem uma grade separando as pessoas por dinheiro e ingressos "diferenciados", os roqueiros, metaleiros e a galera do hard rock dividiam as emoções ali.
E você, o que pensa sobre o conceito de Pista VIP? Acha mesmo que o fã hardcore deve pagar mais para ver a banda de perto? Não ganhamos todos com shows sem divisões? Não deixe de comentar.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Elton John mantém tradição de tocar hit que "só é conhecido no Brasil" com show no Rock In Rio
A música que coloca Elton John no topo do Rock in Rio 2026, segundo Estadão
"Não chego aos pés dele"; o guitarrista contemporâneo admirado por Jimmy Page
O melhor baterista de todos os tempos, segundo Lito Sousa, do Aviões e Músicas
De AC/DC a ZZ Top, os 20 melhores discos lançados em 1981, segundo a Louder
Os 10 vídeos mais vistos do Iron Maiden no YouTube incluem show no Brasil
"Foi adorável": Ian Gillan fala sobre reencontro do Deep Purple com Ritchie Blackmore
Robert Plant disponibiliza o EP "All That Glitters..." em outubro
Os clássicos da literatura que Nando Reis não suporta: "Esse cara é antipático"
Baterista do Joy Division e New Order não entende o Rock and Roll Hall of Fame
Jornalista rastreia os elogios ao Rock in Rio e diz ter encontrado um padrão estranho
Slipknot lança "Arsenal", música que marca a estreia do baterista brasileiro Eloy Casagrande
Em trecho de nova biografia, Dave Mustaine fala sobre demissão de David Ellefson do Megadeth
Quando Tony Iommi tentou fugir do som do Black Sabbath e criou um de seus riffs mais pesados
O que Corey Taylor pensa da primeira música do Slipknot com Eloy Casagrande
Cradle Of Filth: Dani Filth explica seu conceito de religião
Joe Satriani revela o guitarrista que ele ouve e diz: "Eu jamais alcançarei isso!"
As faixas do "Black Album" que James Hetfield e Lars Ulrich não curtem

Onde vende a régua para medir se uma música é boa ou ruim?
O heavy metal continua proporcionando momentos inesquecíveis
A difícil arte de escolher os melhores discos de Heavy Metal
Por que o heavy metal segue relevante após mais de cinco décadas?
Os Headbangers não praticantes
Rock, Pop, Jazz, Metallica, Lulu: Quando o radicalismo cega



