Matérias Mais Lidas

Metallica: James Hetfield está cético sobre vacina e é contra passaporte vacinadoMetallica
James Hetfield está cético sobre vacina e é contra "passaporte vacinado"

Mayhem: banda lançará EP em julho, com cover do Ramones; confira capa e tracklistMayhem
Banda lançará EP em julho, com cover do Ramones; confira capa e tracklist

Inglaterra: 25 grandes bandas de rock e metal que não são de LondresInglaterra
25 grandes bandas de rock e metal que não são de Londres

Loudwire: o pior álbum de 25 grandes bandas de rock e heavy metal, por Joe DivitaLoudwire
O pior álbum de 25 grandes bandas de rock e heavy metal, por Joe Divita

Yngwie Malmsteen: guitarrista anuncia novo álbum Parabellum e libera single; ouçaYngwie Malmsteen
Guitarrista anuncia novo álbum "Parabellum" e libera single; ouça

Sepultura: Iggor explica como criou bateria de Refuse/Resist, unindo metal e sambaSepultura
Iggor explica como criou bateria de "Refuse/Resist", unindo metal e samba

Pantera: há 25 anos, era lançado The Great Southern Trendkill, álbum mais extremo da bandaPantera
Há 25 anos, era lançado "The Great Southern Trendkill", álbum mais extremo da banda

Pensilvânia: do rock and roll ao death metal, 10 grandes bandas que surgiram no estadoPensilvânia
Do rock and roll ao death metal, 10 grandes bandas que surgiram no estado

Dragonforce: cena metal nega a existência do racismo, segundo Herman LiDragonforce
Cena metal nega a existência do racismo, segundo Herman Li

Iron Maiden: por que Paul Di'Anno adotava visual tão diferente de outros do metalIron Maiden
Por que Paul Di'Anno adotava visual tão diferente de outros do metal

Ozzy Osbourne: Clufetos diz que não foi fácil deixar Rob Zombie para tocar com o MadmanOzzy Osbourne
Clufetos diz que não foi fácil deixar Rob Zombie para tocar com o Madman

Slipknot: o que Clown pensa sobre os Beatles?Slipknot
O que Clown pensa sobre os Beatles?

Raimundos: Canisso reforça que Digão surtou pois chama até João Gordo de pela sacoRaimundos
Canisso reforça que Digão surtou pois "chama até João Gordo de pela saco"

The Pit: As 20 maiores músicas pesadas especificamente sobre fumar maconhaThe Pit
As 20 maiores músicas pesadas especificamente sobre fumar maconha

Kiss: as cirurgias às quais Paul Stanley precisou ser submetido devido às turnêsKiss
As cirurgias às quais Paul Stanley precisou ser submetido devido às turnês


MOPD
Arte Musical
Stamp

G3 e Robert Fripp: Combinações indigestas para deixar artistas deslocados

Por Thiago Sarkis
Em 11/12/04

Se você já está pronto para ir ao mural de mensagens detonar este artigo só pelo título e xingar até a minha quinta geração familiar, ótimo, achei quem eu procurava. Traga um refresco, firme sua bunda na cadeira, e vamos conversar um pouquinho.

O G3 deu repercussão equivalente à magnitude de seus integrantes, mas deixou muita gente surpresa por comentários negativos ao invés de grandes comemorações. Além disso, parece ter aberto um fórum de partidos e endeusamentos: de um lado os que amam Vai e Satriani, do outro os admiradores de Robert Fripp. O que sinceramente me espanta é não terem percebido que tudo isto estaria acontecendo um dia após o show, e que renderia discussões por semanas, meses... anos!?

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Por maior que seja o meu respeito pelos dois 'cabeças' do projeto, parece-me que eles leram e levaram à cabo a famosa apostila do homem por trás do Rock In Rio, Roberto Medina: "Como fazer combinações indigestas, deixando artistas deslocados e em situações constrangedoras." Abdução, é isto o que aconteceu com os heróis da guitarra. Triste, mas o resultado não é novidade para os brasileiros, já experientes por três edições do mega-evento sobredito.

Há vários aspectos fundamentais ao analisarmos, em especial, o sentimento de desgosto em relação a Fripp e uma posterior 'disputa' efervescente entre os seguidores deste e os seus ferrenhos críticos instantâneos. Por este motivo, divido o texto em três partes: "A conceituação do G3"; "A alegação 'masturbatória'"; "O percurso e a personalidade de Robert Fripp".

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

A conceituação do G3

A forma como o G3 foi conceituado pelo próprio público está ultrapassada e, no mais, mesmo Joe Satriani discordaria de tais concepções acerca de sua criação, e ficaria decepcionado ao ver como elas deturparam seu significado real.

O que deveria conservar um encontro histórico de legendários músicos, iniciado por Steve Vai, Joe Satriani e Eric Johnson, tornou-se, para muitos, a reunião dos três melhores guitarristas do planeta, num misto de desinformação, idolatria perene e má fé.

Estilos diferentes e a própria particularidade na escolha dos ‘favoritos’ são suficientes para findarem esta idéia. Também a rotatividade que deu a tônica às turnês, deixando a marca da pluralidade, e o vasto leque de opções para shows do G3. Diversamente de uma rigidez ou necessidade de escolha pelo "melhor".

Em 1996, antes mesmo da gravação oficial do primeiro CD, houveram apresentações com Adrian Legg, o qual retornaria em 1997 na Europa. Neste mesmo ano, Robert Fripp estreou na festa, passando pela América do Norte, no segundo semestre, acompanhado de Satch e Kenny Wayne Shepherd. As anotações e resenhas dos shows do trio na época merecem destaque. Cada participante tinha suas músicas relatadas em lista, o que é normal em qualquer parte do mundo. Todavia, nas menções a Fripp, a mensagem " não toca nos conformes de um set list tradicional " foi recorrente.

Um ano depois, Satriani estaria excursionando ao lado de Michael Schenker e Uli Jon Roth. Por fim, em 2001, o aclamado John Petrucci (Dream Theater) viria à cena, antes do novo álbum "Rockin’ In The Free World" com Yngwie J. Malmsteen (2003).

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

O erro de incluir o líder do King Crimson na conjuntura G3 repetiria-se logo na seqüência e o Brasil finalmente entrava na rota do incrível espetáculo das guitarras. Expectativas demais, impecavelmente moldadas pra rolarem penhasco abaixo frente a reclamações extremamente previsíveis e concretizadas antecipadamente em Budapeste, Hungria, no mês de Julho de 2004. O jornalista local Endre Hübner chama o que viu de G2 e 1/3, e classifica a performance de Fripp de "interessante por alguns segundos." Apesar do público húngaro não vaiar, faz questão, após o show, de entrar na "alegação masturbatória" que domina os dois lados da moeda, e que ecoa no Brasil.

A alegação ‘masturbatória’

A alegação masturbatória é, por si só, a punheta sem fim, mal-sucedida. Um antro de argumentos desarazoados de ambas as partes num caminho de furos e tropeções.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Os fãs de Robert Fripp, longe de figurarem entre os apreciadores do estilo de Satriani e Vai – em sua grande maioria -, bradam: "estes caras tocam bilhões de notas por segundo. É só sobe e desce de escalas, pura masturbação." Diabos, é uma idéia bem interessante e não descarto a possibilidade de que as guitarras sejam extensões corporais e, especificamente, complementos penianos para noventa e nove por cento dos músicos que tocam-na (aliás "tocar" pode significar diversas coisas. Termo ambíguo, não?). Todavia, a percentagem dada é só uma tentativa imbecil que faço de evitar cair na generalização. Um fracasso particular, posso assim dizer, pois não encontro este "um por cento" de transcendentais da realização sexual e, conseqüentemente, incluo Fripp entre os "punheteiros".

O que hei de ressaltar é que independentemente do estilo de fricção, ressalta-se aqui a multiplicidade de considerações acerca da "masturbação". Por informações obtidas neste último século, não creio que ela persista como um crime, ou algo a ser censurado. É uma prática bem comum, tradicional e de formatos variados.

Digamos que Steve Vai "toque" de mão cheia, e Robert Fripp siga um estilo clássico e singelo, levando seu instrumento com dois, três dedos, quase tomando um vinho. Vai, vai rápido; Fripp, mais lento. Vai segue o Kama Sutra; Fripp é guiado pelas noções tântricas. O impacto visual da prática de Vai atinge logo de fronte uma massa maior. Para Fripp, calma, paciência, e compreensão abrangentes são indispensáveis na via do alcance do prazer. Os dois extremos obtêm sucesso, satisfação própria, e suas músicas e histórias provam isto.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Quem dança nisso tudo são os que "masturbam" falácias de afrontas e contra-ataques, preferindo estas ao (re-) conhecimento do talento do incômodo. Por fim, perdendo a chance de transformar a parte "estranha-a-si" em familiar, integrando o próprio corpo e construindo maiores possibilidades à ejaculação, já atingida há tempos por seus ídolos.

O percurso e a personalidade de Robert Fripp

Entre todos os indicados ao G3, Robert Fripp é disparado o nome menos adequado (e enfatizemos a adequação aqui). Boas explicações para isso estão para além de seu estilo diferenciado. Falamos de percurso e personalidade.

Músicos de vias alternativas que poderiam ‘co-presidir’ um evento destes são muitos e dentre eles acharemos vários com potencial a cair no desgosto. Steve Hackett do Genesis, dependendo do repertório que escolhesse, poderia desagradar ou causar insatisfação a uma considerável gama dos fãs do "estilo Satch". Seria respeitado e compreendido, contudo. O mesmo para Vernon Reid (Living Colour) se decidisse por explorar seu álbum "Mistaken Identity" no palco; ou Nuno Bettencourt, caso optasse por "Schizophonic". Porém, há uma distinção entre todos eles e Fripp e esta se encontra principalmente na maneira de inserção no mundo da música.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Nem é preciso chegar ao ‘mainstream’. O King Crimson trouxe, através de seus ricos trabalhos, o estranho dentro do já não convencional. Quebrou barreiras com qualidade tamanha que pôde dizer, simbolicamente à indústria fonográfica, aquilo que Zagallo emocionadamente repetia à imprensa esportiva: "Vocês vão ter que me engolir." E assim foi.

Falar mal da banda, sem se explicar basicamente pelo puro gosto pessoal, é pleitear ignorância. Criações magníficas, e de originalidade tal conquistaram o meio musical, se não por gosto, no mínimo, pelo respeito merecido. Pete Townshend do The Who expressou o pródigo Robert Fripp / King Crimson com clareza inigualável ao definir o debute "In The Court Of The Crimson King" (1969) como "uma estrambótica obra-prima."

Um culto à esquisitice e ao fora de parâmetro que, além da contribuição irrefutável no passado, persiste vivo e atual, soando contemporaneamente desafiador como pouquíssimas bandas de rock (novas ou velhas) são capazes de soar. A intensidade imposta por Robert Fripp nas composições deve mesmo esvaziá-lo de expressões faciais e contatos ‘pessoais’, ‘verbais’. Está tudo exposto em sua música.

A sobrevivência na colocação de um caráter próprio que se fez respeitar, passando por várias formações ao longo dos anos, e incluindo monstros como Tony Levin, Bill Bruford, Greg Lake, John Wetton, Boz Burrell, Adrian Belew, Ian Wallace, Trey Gunn, transformou o King Crimson na "galinha dos ovos de ouro" da música. Se Fripp desovasse, era melhor correr e checar a preciosidade da vez. De "Red" (1974) a "The Power To Believe" (2003), perpassando épocas, superando modismos, dentro e fora do rock, e inspirando grandes sucessos da atualidade como o mais evidente filhote do grupo, o Tool (com o qual o King Crimson excursionou em 2001). Também há aqueles confessos admiradores influenciados, e incluem-se aí Primus, Living Colour, Corrosion Of Conformity, Entombed, Saxon e Metallica.

Se isto não bastar como referencial, e você, como autêntico filho de São Tomé precisar ver para crer, achando assim outros motivos para respeitar o King Crimson, bem, procure pelo DVD "Eyes Wide Open" (2003).

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Excêntrico, Robert Fripp é bem capaz de ser provocativo e se comportar à sua ‘natural maneira esquizóide’ frente a um público despreparado, ao qual ele não quer dar maiores explicações, após três décadas e meia de carreira e uma irrupção desigual na cena musical. Atitude sensata, ainda que possa ser chamada de "chata", "anti-social", etc. Um homem que derrubou paradigmas, inovou e revolucionou como ele, recebe o título de "notório saber" e não precisa passar por ‘provas’ ou ‘bancas examinadoras’.

Há, não obstante, o lado do brasileiro que nada compreendeu daquilo dada a uma desqualificação por falta de acesso. Em outras palavras, eliminado deste histórico King Crimson antes mesmo de escolher se quer ou não fazer parte dele.

Qualquer material da banda no Brasil, quando encontrado, sai, no mínimo, à bagatela de trinta reais. Todavia, freqüentemente o resultado das buscas é um "NÃO DISPONÍVEL" em frustrantes letras garrafais. Praticamente tudo é importado, exceto "The Power To Believe" e o DVD, lançados pela BMG, que finalmente parece ter caído na real, apesar de não aliviar no preço também.

Enfim, nos subterrâneos do G3, construíram-se dois alicerces para uma relação tensa e insustentável nos palcos brasileiros, cujo lamentável resultado foi a vaia. No entanto, pela postura de Fripp e suas dificuldades de comunicações não musicais, posso garantir que a apupada foi mais ofensiva aos fãs do que a ele mesmo.

Adrian Legg
Adrian Legg
G3 com Kenny Wayne Shepherd
G3 com Kenny Wayne Shepherd
G3 com Michael Schenker e Uli Jon Roth
G3 com Michael Schenker e Uli Jon Roth
G3 com John Petrucci
G3 com John Petrucci
Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

💬 Ler e postar comentários


Korzus
Edu Falaschi - Vera Cruz
Pentral
publicidade
Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp


Robert Fripp: ele revela a música que mais curtiu fazer cover com a esposa ToyahRobert Fripp
Ele revela a música que mais curtiu fazer cover com a esposa Toyah

Robert Fripp: com barbas e tesouras, ele toca ZZ Top com a esposa Toyah; vejaRobert Fripp
Com barbas e tesouras, ele toca ZZ Top com a esposa Toyah; veja

Robert Fripp: ele revela por que topou fazer vídeos divertidos com a esposa ToyahRobert Fripp
Ele revela por que topou fazer vídeos divertidos com a esposa Toyah

Robert Fripp: cover de Ace of Spades, do Motörhead, com Toyah vestida de empregadaRobert Fripp
Cover de "Ace of Spades", do Motörhead, com Toyah vestida de empregada

Robert Fripp: cover de Girls, Girls, Girls, do Mötley Crüe, junto de ToyahRobert Fripp
Cover de "Girls, Girls, Girls", do Mötley Crüe, junto de Toyah

Robert Fripp: ele e esposa fazem cover de Toxic em apoio a Britney SpearsRobert Fripp
Ele e esposa fazem cover de "Toxic" em apoio a Britney Spears

Robert Fripp: veja cover de Everlong, do Foo Fighters, com esposa segurando cobraRobert Fripp
Veja cover de "Everlong", do Foo Fighters, com esposa segurando cobra

Robert Fripp: cover de Poison, de Alice Cooper, com a esposa Toyah de enfermeiraRobert Fripp
Cover de "Poison", de Alice Cooper, com a esposa Toyah de enfermeira

Robert Fripp: por que ele ficou puto com o primeiro vídeo viral junto da esposaRobert Fripp
Por que ele ficou puto com o primeiro vídeo viral junto da esposa

Robert Fripp: ao lado da esposa, cover da vez é I Love Rock 'n' RollRobert Fripp
Ao lado da esposa, cover da vez é "I Love Rock 'n' Roll"

Robert Fripp: como ele conheceu a esposa Toyah Wilcox, que bomba nos vídeos viraisRobert Fripp
Como ele conheceu a esposa Toyah Wilcox, que bomba nos vídeos virais

Robert Fripp: veja cover de Welcome to the Jungle com esposa segurando halteresRobert Fripp
Veja cover de "Welcome to the Jungle" com esposa segurando halteres

Robert Fripp: novo cover de Billy Idol, agora com esposa vestida de cheerleaderRobert Fripp
Novo cover de Billy Idol, agora com esposa vestida de cheerleader

Robert Fripp: veja cover de Enter Sandman com esposa na bicicleta ergométricaRobert Fripp
Veja cover de "Enter Sandman" com esposa na bicicleta ergométrica


Robert Fripp: como ele conheceu a esposa Toyah Wilcox, que bomba nos vídeos viraisRobert Fripp
Como ele conheceu a esposa Toyah Wilcox, que bomba nos vídeos virais

Robert Fripp: veja cover de Welcome to the Jungle com esposa segurando halteresRobert Fripp
Veja cover de "Welcome to the Jungle" com esposa segurando halteres

Robert Fripp: por que ele ficou puto com o primeiro vídeo viral junto da esposaRobert Fripp
Por que ele ficou puto com o primeiro vídeo viral junto da esposa


Iron Maiden: Fã em cadeira de rodas emociona Bruce em Belo HorizonteIron Maiden
Fã em cadeira de rodas emociona Bruce em Belo Horizonte

Dead Fish: A proposta mais indecente que a banda já recebeu pelo FacebookDead Fish
A proposta mais indecente que a banda já recebeu pelo Facebook


Sobre Thiago Sarkis

Thiago Sarkis: Colaborador do Whiplash!, iniciou sua trajetória no Rock ainda novo, convivendo com a explosão da cena nacional. Partiu então para Van Halen, Metallica, Dire Straits, Megadeth. Começou a redigir no próprio Whiplash! e tornou-se, posteriormente, correspondente internacional das revistas RSJ (Índia - foto ao lado), Popular 1 (Espanha), Spark (República Tcheca), PainKiller (China), Rock Hard (Grécia), Rock Express (ex-Iugoslávia), entre outras. Teve seus textos veiculados em 35 países e, no Brasil, escreveu para Comando Rock, Disconnected, [] Zero, Roadie Crew, Valhalla.

Mais matérias de Thiago Sarkis no Whiplash.Net.