Sinhá Vitória lançando seu terceiro álbum
Por Dilson Duran
Fonte: Sinhá Vitória - site oficial
Postado em 24 de maio de 2006
(Press-release)
Rock com melodia. A força da música com peso para ouvidos afinados. Essa é a proposta da SINHÁ VITÓRIA, banda de Rock formada em Curitiba em 2000 e que vem conquistando seu espaço no país, mostrando que qualidade ainda tem lugar no cenário musical.
Formada por Nilton Paris (voz), Fábio Serpe (guitarra e viola), Ricardo "Peu" Grassi (bateria) e David Kawamura (baixo e piano), a banda está começando a divulgação de seu terceiro CD independente, "Nenhuma Sombra Por Perto". O nome foi inspirado no poema "Retirante" de Lupércio Mundim, que aborda a dificuldade enfrentada pelo povo nordestino. O título é uma analogia aos percalços enfrentados pela personagem de Graciliano Ramos (inspiração do nome da banda) e as dificuldades que as bandas independentes encontram no cenário nacional.
A Sinhá Vitória traz nesse novo trabalho as mesmas influências do Rock dos anos 60 e 70, com pegada forte, som vigoroso, instrumental, letras e riffs marcantes, mas com algumas novidades. Há a presença de viola caipira ("Superfície", "Pra Muito Longe", "Nenhuma Sombra Por Perto") além de uma música acompanhada pelo piano e viola ("Só Por Um Instante", que já está na programação normal da FM Palermo de Buenos Aires).
Na revista Guitar Player de março de 2006: "Letras e riffs marcantes, pegada forte e influência do rock dos anos 60 e 70 são os ingredientes do terceiro disco da banda curitibana Sinhá Vitória, 'Nenhuma Sombra Por Perto'.
Em seu novo trabalho, a Sinhá Vitória mostra um som consistente e maduro, provando que o Brasil tem ótimas bandas que fazem rock em português".
Drop Music, janeiro de 2006: "Nenhuma Sombra Por Perto, novo disco dos paranaenses da Sinhá Vitória é puro rock, mais até que seu álbum anterior, que por sinal levava o nome de Rock. Mas isso não é nenhuma surpresa, esse é o caminho que a banda percorre desde o trabalho de estréia, lá pelo começo do século - para os íntimos, 2001 - Neste terceiro trabalho as influências continuam as mesmas, o bom e velho hard rock setentista, blues e metal, mas sem esquecer do pop. Essa é a receita para um bom álbum, recheado de bons arranjos e muito bem produzido e com boas letras. Ao todo são onze canções, mesclando rocks com baladas pegajosas, 'Nenhuma Sombra Por Perto' merecia ter saído por uma grande gravadora, contando com boa publicidade e divulgação, pelo menos assim o grande público teria uma chance maior de ouvir belas canções como 'Cortina de Fumaça', o rockão de 'Até o Fim' ou as belas baladas 'Superfície' e 'Só Por Um Instante'. Uma pequena amostra do pop que boa parte dos ouvintes de rádio não conhece. Se você está cansado das mesmas bandas, procure pelo disco da Sinhá Vitória".
"Rock", o segundo CD da banda, lançado em 2003, trouxe estampado no nome o estilo que a Sinhá Vitória vem pra mostrar. Várias músicas ainda estão tocando nas rádios de todo Brasil e da Argentina, sendo, inclusive, o clipe de "Sinhá Vitória" veiculado na MTV e Multishow.
Pela Revista da MTV (nº 33, janeiro de 2004), sobre o álbum "Rock": "o grupo (cujo nome homenageia Graciliano Ramos e seu "Vidas Secas") faz rock setentão de boa cepa. Além de ótimas composições próprias, o CD traz uma versão hard para 'Admirável Gado Novo', de Zé Ramalho". A regravação, aliás, rendeu elogios do próprio Zé Ramalho.
A boa aceitação vem desde o primeiro CD, "Sinhá Vitória" (2001), quando, com sua primeira formação (com Zica no baixo e Edinho de Ramos na bateria), a banda foi campeã de votos em Curitiba do Festival de Bandas Semp Toshiba Transamérica 2002. De quebra, ainda conquistaram o título de Melhor Grupo Musical Paranaense na VI Edição do Prêmio Saul Trumpet (o mais importante do Estado do Paraná), antes mesmo de terem feito seu primeiro show.
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