Slayer: relembrando aniversário, músicos relatam o início
Por Karina Detrigiachi
Fonte: Portal Novo Metal
Postado em 08 de abril de 2009
O site Portal Novo Metal publicou um trecho da entrevista publicada originalmente (em inglês) no site Filter-Mag em que os integrantes do SLAYER falam sobre a história da banda, que está prestes a completar 30 anos.
Sobre o aniversário, os integrantes comentaram:
Tom Araya (vocalista/baixista): "Essa banda mais ou menos em que eu estava arrumou um novo guitarrista - um professor de música com quem Kerry havia estudado. Quando esse guitarrista foi chutado do grupo, Kerry o substituiu, e me mandaram embora também. Isso foi no colegial, em 1979. Eu estava trabalhando num hospital e estudando para ser um terapeuta respiratório. Eu entrei em contato com o Kerry quase um anos depois; ele me disse que queria formar uma nova banda comigo".
Jeff Hanneman (guitarrista): "Em 1981 começamos a tocar covers, e então eu comecei a ficar por dentro do punk, e isso mudou a minha vida. Não lembro especificamente das bandas porque a gente tocava em festinhas, mas tinha a ver somente com a raiva e a velocidade do punk... Não sei como descrever isso. Eu não escrevo música; não leio notas. Tocávamos riffs obscuros - na época que o metal era mais melódico, pesado e tinha padrões mais pesados no modo de tocar; mas o punk era só... raiva. Era rápido, e naquele momento eu pensei, "Foda-se ficar ouvindo metal, isto é mais interessante, mais energético".
Dave Lombardo (baterista): "No início, o mais interessante pra nós era misturar metal e punk e com isso criar o estilo Slayer. Fomos influenciados por bandas como Iron Maiden, Venom, Mercyful Fate e muita coisa punk. Assim, tudo surgiu daquilo a que estávamos expostos na época".
Kerry King (guitarrista): "Nós éramos de Los Angeles, e todos diziam que a Bay Area era o berço do thrash. Nós nunca entendemos o que havia com Los Angeles; porque os caras se vestiam como garotas, e porque as garotas gostavam disso - Poison, Ratt, L.A. Guns. Não compreendíamos isso. Então nos vestimos com couro, pregos e correntes e nos maquiamos como o Alice Cooper no primeiro álbum. Foi o modo que encontramos de nos rebelar e sermos anti-Los Angeles. O lance deles era tão agradável que pode ser um dos motivos que nos levaram a ir no caminho totalmente oposto".
Leia mais um trecho no link abaixo. E a matéria completa (em inglês) está aqui.

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