Benvirá: lançando "Os Beats", de Harvey Pekar
Por Ingrid Abreu
Fonte: Verdana
Postado em 16 de outubro de 2010
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
A história do movimento e dos principais artistas do movimento Beat em graphic history.
Os Beats conta a história do movimento beat por meio das biografias de seus principais autores, revisitando temas que cercam a sua trajetória. O livro busca uma interpretação visual e narrativa que se diferencia de uma versão literária tradicional sobre o fenômeno beatnik. Assim como os beats, o livro ousa fugir da tradição e busca uma expressão inovadora: as histórias em quadrinhos. E ganhou ainda mais importância com a morte recente do seu autor, Harvey Pekar, um dos nomes mais importantes na história das HQs, que reuniu artistas para compor o livro e escreveu a maioria dos roteiros.
Em meados dos anos 1950 nos Estados Unidos, a geração beat foi responsável por uma reviravolta na literatura e no modo de vida de muitos jovens norte-americanos e depois do mundo. Forma de rejeição dos valores sociais do período pós-Segunda Guerra Mundial, os beats se caracterizaram pela boemia, o hedonismo, a aversão à ficção acadêmica e a adoção de uma narrativa de fôlego, que valorizava a prosa espontânea. Sua a escrita não linear foi influenciada pelos improvisos jazzísticos de Charlie Parker e Miles Davis e a liberdade na pintura, com o objetivo de alcançar diferentes possibilidades criativas.
Com sua literatura excêntrica e verdadeira, os beats exploravam em seus escritos aventuras pelas estradas dos Estados Unidos, como Kerouac em On The Road (Na estrada), suas relações com drogas e a crítica social, que influenciaram as ideias e o comportamento de toda uma geração e deixa seus traços na sociedade contemporânea.
O autor: Falecido em 12 de julho deste ano, Harvey Pekar foi um dos maiores artistas de quadrinhos adultos dos Estados Unidos. Sua série American Splendor é cultuada por fãs do estilo e sua vida, inspiradora de sua obra, foi retratada no filme "Anti-herói americano", que se tornou um clássico. Ele reuniu um excelente time de roteiristas e artistas para compor as histórias que formam Os Beats.
OS BEATS - Uma graphic history
Harvey Pekar
Tradução: Érico Assis
Editora Saraiva - Selo Benvirá
2010 / 1ª edição
R$ 39,90 / 208 páginas
ISBN: 978-85-02-10356-6
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O músico que Edu Falaschi lamenta que não estará com Angra no Bangers: "Seria simbólico"
O Big Four do heavy metal brasileiro, de acordo com Mateus Ribeiro
5 bandas de metalcore se tornaram "rock de pai", segundo a Loudwire
O melhor disco de heavy metal de cada ano da década de 80, segundo o Loudwire
O melhor solo de guitarra do Angra de todos os tempos, segundo Edu Falaschi
Rafael Bittencourt conta pela primeira vez a promessa que fez ao pai de Edu Falaschi
Baterista do Exodus, Tom Hunting conta como é a vida sem estômago
A viagem do Ramones que mudou a história da música para sempre; "A gente não sabe tocar"
Os melhores discos de metal de cada ano dos anos 2000 - de Iron Maiden a Mastodon
A música gravada pelo Whitesnake que só foi tocada ao vivo por Glenn Hughes
A inusitada ligação entre a criação do Helloween, uma barraca de frango e o Thin Lizzy
A melhor banda de abertura que o Foo Fighters já teve, segundo Dave Grohl
Filme com os últimos shows de John Lennon chega aos cinemas em abril
All Metal Stars anuncia gravação de DVD em tributo a Andre Matos no show em São Paulo
"Você também é guitarrista?": Quando a Rainha da Inglaterra conheceu lendas do instrumento
5 álbuns que salvaram carreiras: Artistas em declínio que ressurgiram das cinzas
Antes de morrer, John Lennon contou para Pelé que não sabia quanto tempo de vida tinha
Quando se tornou uma vergonha dizer que gostava de Raul Seixas

Seguidores do Demônio: as 10 bandas mais perigosas do mundo
Sílvio Santos: "The Number Of The Beast" em ritmo de festa
O significado de "estátuas e cofres e paredes pintadas" na letra de "Pais e Filhos" da Legião
Bandas nacionais de rock dos Anos 80 que o tempo esqueceu
Dave Mustaine: Não há solos no Nü Metal porque os guitarristas não sabem tocar
Morbid Angel: "banda satânica, eu jamais voltaria", diz Sandoval



