Sammy Hagar: "'ainda amo' o Eddie Van Halen"

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth.net, Tradução
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A autobiografia do lendário roqueiro Sammy Hagar (CHICKENFOOT, VAN HALEN), "Red: My Uncensored Life In Rock" ("Vermelho: Minha vida sem censura no Rock" em tradução livre), será lançada em brochura no dia 13 de março. Ela conterá um posfácio sobre as experiências de Hagar desde o lançamento do livro original há um ano.

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Quando perguntado por Michael Christopher do LA Weekly se ele chegou a se preocupar por estar sendo honesto demais no livro, Hagar disse, "Por várias vezes eu disse 'Eu não devia falar isso'. Mas achava que meus fãs, que estiveram comigo esse tempo todo, mereciam uma história verdadeira; eles precisar ouvir o porquê e entender por que eu sou assim e por que eu me tornei o que sou e como eu fiz isso e pelo que eu passei para isso. Eu apenas vi nesse ponto da minha vida que ia contar a história toda. Muito dela tem a ver com o VAN HALEN; sempre houve uma controvérsia sobre quem disse o que e 'Ele fez isso e ele fez aquilo', e eu queria contar a verdade sobre isso tudo."

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Hagar, que assumiu os vocais no VAN HALEN após David Lee Roth ter deixado a banda, disse que ele ainda não tinha ouvido o novo álbum do VAN HALEN, "A Different Kind Of Truth" — o primeiro com Roth desde o lançamento do "1984" em janeiro de 1984.

"O fato deles estarem em turnê agora (pelo 'A Different Kind Of Truth') é legal demais; fico muito feliz por eles estarem fazendo isso – mas veja quanto tempo levou", disse Hagar a respeito da atual formação do VAN HALEN. "É muito disfuncional e sabe lá quanto tempo vai durar e eu não posso fazer parte de algo assim".

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Ele acrescentou, "Não acho que tenha diminuido o ritmo e parado de provar alguma coisa naquela maldita banda até a reunião em 2004, mas então já era tarde demais. O Eddie (Van Halen) não estava bem na época, mas ouvi que ele está ótimo agora e fico realmente feliz por ele supostamente estar sóbrio e tocando ótimamente e passando bem. As pessoas pensam 'Ah, você odeia o cara'. Eu não odeio o cara. Eu odeio o que ele fez comigo em 2004 na turnê de reunião, mas tirando isso, eu ainda amo o cara".

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Leia mais no LA Weekly:

http://blogs.laweekly.com/westcoastsound/2012/03/sammy_hagar...




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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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