Kiss: veterano de guerra conta como foi contratado

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Por Leonardo Daniel Tavares da Silva, Fonte: Kissonline.com, Tradução
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Matéria de 27/07/12. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Por Paul Jordan

Meu nome é Paul Jordan e eu trabalho para o KISS. É o meu emprego dos sonhos. Mas como tudo aconteceu? Por que o KISS, e por me contratar?

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Tudo começou em 1975, quando eu tinha 4 anos de idade. Um garoto que morava perto de mim veio para minha casa e perguntou se eu sabia tocar. Minha mãe mandou-o para meu quarto. Ele era alguns anos mais velho que eu e entrou no meu quarto vestindo um colete e agindo muito sorrateiro.

Ele puxou um disco pra fora do colete e nós tocamos no meu pequeno toca-discos de plástico. Ele disse para mantê-lo baixo, pois tinha uma palavra maldita nele. Em 1975, foi uma grande coisa, e bastante inédita.

Assim que a música "Black Diamond" começou, ouvimos a palavra "bitch" (cadela/puta) e cobrimos nossas bocas, em diversão e descrença. Peguei a capa do álbum para dar uma olhada mais atento a estes malucos com fantasias e pintura facial. O álbum era "Alive!" do KISS. Eu estava fisgado pro resto da vida e tenho sido um fã desde então.

Em 1989, eu vi um vídeo dos Rangers do Exército em um escritório de recrutamento e entrei para o Exército como um soldado de infantaria. Durante os meus quase 21 anos de serviço, eu tenho estado em todo o mundo, incluindo duas missões de paz na ex-Iugoslávia (Bósnia e Kosovo) e combates no Oriente Médio (duas vezes no Iraque e uma vez no Afeganistão).

Eu me aposentei em novembro de 2010. Desde então, os únicos empregos que eu poderia encontrar era através de agências de trabalho temporário no setor industrial. Enviei meu currículo para inúmeras empresas, apenas para receber e-mails que afirmavam que as posições estavam preenchidas, mas que meu currículo seria mantido em arquivo (quando eu sequer recebia alguma resposta. Foi muito frustrante.

Um dia em março, um amigo no Facebook postou um artigo que me disse que a iniciativa Hiring Our Heroes para colocar os veteranos militares de volta no mercado de trabalho, da NBC News e da Câmara de Comércio dos EUA, tinha se juntado ao KISS para contratar um veterano como roadie para a turnê da banda com o MOTLEY CRUE em 45 cidades em todos os EUA neste verão. Eu disse a mim mesmo: "Sou eu!"

Enviei meu currículo e comecei um evento no Facebook para que as pessoas escrevessem cartas de recomendação em meu nome. Eu era muito ativo, mas eu nunca pensei que eu iria ser escolhido. Então eu recebi a ligação de James Cunningham, da Hiring Our Heroes. Ele perguntou se eu ainda estava interessado, me entrevistou e perguntou se eu poderia voar para Nova York para estar no show hoje como um dos três finalistas.

Então, ao vivo na TV, com milhões de espectadores em todo o país, Gene Simmons anunciou-me como o vencedor. Eu nunca imaginei que eu estaria trabalhando para o KISS.

E assim começa a aventura....

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Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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