Avenged Sevenfold: baixista fala da criação de Hail To The King

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Por Fernando Portelada, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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O AMH Network recentemente conduziu uma entrevista com o baixista do AVENGED SEVENFOLD, Johnny Christ. Alguns trechos desta conversa estão disponíveis abaixo:

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AMH Network: O AVENGED SEVENFOLD oficialmente deu boas vindas a Arin Ilejay como um membro em tempo integral recentemente. Como ele se adaptou nestes últimos dois anos?

Christ: "Ele está indo muito bem, cara. Ele chegou um pouco verde, para ser honesto. Ele era quase como um garoto tímido, mas isto está funcionando perfeitamente. Ele é um incrível baterista e uma ótima pessoa. Ele ainda precisa aprender alguns movimentos, mas está indo muito bem. Ele pode tocar o terror na bateria. Ele foi matador neste último disco. Tínhamos uma visão, dissemos o que queríamos do ritmo e após alguns dias ele absolutamente destruiu neste disco. Estou muito orgulhoso dele."

AMH Network: O que você diria que foi diferente no processo de composição para o seu vindouro sexto álbum, "Hail To The King"?

Christ: "Foi um pouco mais difícil. Nós chegamos e descobrimos o que queríamos fazer e aonde queríamos ir desde o início. Sempre tentamos fazer algo melhor do que no último disco; fazer algo diferente e evoluir como uma banda. Nós realmente queríamos fazer um disco de rock eclético que batesse sonicamente [...]. Nós realmente estudamos o que algumas bandas fizeram antes de nós, como o LED ZEPPELIN e o AC/DC, e ficamos ouvindo para saber como alcançaríamos aquilo. Nós notamos que muito daquilo era feito com o espaço. Você realmente deve brincar com o espaço de um riff para que ele lhe deixe respirar. nós queríamos que todos ouvissem ao álbum e ficassem quase que batendo cabeça automaticamente com ele. Para nós, é algo que nós sabíamos que era algo que iria precisar de certa maturidade. Qualquer hora que queríamos colocar uma camada de coisas no topo do riff que estávamos trabalhando, ele se perdia. O Riff não podia aguentar. Ele não tinha mais lugar naquela música. Todo riff tinha que ser perfeito e pesado, tinha que ser o que buscávamos coletivamente. Se tinha uma pessoa na sala insatisfeita, nós jogávamos a música inteira fora. Acho que isto parece como maturidade de composição para nós. Isso fez com que demorássemos mais. Nós olhamos música por música. Deu trabalho e tomou um pouco mais de tempo, provavelmente seis ou nove meses só para composição, antes de podermos gravá-lo."

AHM Network: Você gravou com Mike Elizondo [produtor] novamente. Como foi gravar a segunda vez com ele, agora com mais familiaridade?

Christ: "Foi ótimo. Já sabíamos como trabalhávamos. ele gosta muito de metal e vem de diferentes tipos de música, como nós. Nós ouvimos coisas muito ecléticas. Ele é um incrível músico e compositor. Quando dava sua opinião nós realmente o escutávamos. Quando estávamos compondo as músicas, nós mandávamos tudo diretamente para ele, dizendo: 'Ei, cara, estamos no caminho certo? Você acha que é uma ideia boa ou devemos jogar isso fora?' Ele era honesto. É outro cara da onde tiramos ideias sobre o som. Nós sabemos que podemos confiar nele e que ele vai ser honesto. Ele entende o que estamos tentando fazer. Trabalhar com ele novamente não foi nem discutido. Nós sabíamos o disco que queríamos fazer e contamos isto a ele [...]."




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Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.

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