The Doors: livro que pertenceu a Jim é avaliado em 10 mil dólares
Por Daniel Brasil
Fonte: Classic Rock Magazine
Postado em 28 de fevereiro de 2014
Um livro dado por Jim Morrison, vocalista do The Doors ao seu colega de quarto na faculdade foi avaliado em dez mil dólares, tendo sido assinado pelo falecido músico em 1963.
Ed Martin, professor aposentado, levou sua cópia do livro A History Of Magic cujo autor é Kurt Seligman na versão norte-americana do programa Antiques Roadshow. Timothy Gordon, fã e experto em The Doors, avaliou o livro em apenas cem dólares.
Martin, que frequentou a Universidade do Estado da Flórida com Jim Morrison, recorda: "eu estava morando em uma pensão e havia outro camarada lá, e nós ficamos amigos. Não tinhamos carro, então íamos a pé até a faculdade."
"Pela sua idade, eu diria que ele era uma pessoa profundamente intelectualizada e que lia bastante. Ele estava interessado na perspectiva de que, talvez, os criminosos fossem realmente santos; e os santos, realmente criminosos."
"No verão seguinte ele foi para a California – e o resto é história. Quando ele partiu, eu pensei que estava decido a se tornar um ator. Na Universidade da Flórida ele participou de algumas peças dramáticas com ótimo desempenho de palco."
"Ele nunca cantava ou demostrava maior interesse em música, até chegar a casa numa tarde e dizer: ’Venha, você precisa ouvir isto,’ e mostrou-me um álbum do Bob Dylan."
"À noite ele escutava um rádio portátil bem próximo do ouvido para pegar no sono. Então, por volta de uma ou duas horas da madrugada, sintonizava uma estação de rádio Mexicana muito barulhenta. Eu tinha que me levantar e desligar o rádio porque, além disso, eu não tinha nenhum interesse em música."
Martin admite que nunca foi um fã do The Doors, peferindo òpera, e afirma: "Quando ele se tornou famoso eu estava casado e começando uma carreira de professor"
Acrescentando um valor de oito a dez mil dólares sobre o livro, devido à sua importância, Gordon comenta: "Ele tem todos os componetes do valor: beleza, morte precoce, inteligência, rusticidade – Eis aí um amálgama de Jim Morrison. Uma visão maravilhosa da sua precoce vida. Quando nós sairmos daqui, você quer beber uma cerveja?"
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rammstein registra novas músicas e deixa fãs na expectativa
Judas Priest lança coletânea que abrange várias fases da discografia
Ouça tributo ao Rainbow com verdadeira seleção de astros do rock e metal
"A banda de abertura mais difícil que já tivemos foi o Guns N' Roses", revela Bruce Dickinson
O ex-jogador que ouvia heavy metal antes dos jogos para se motivar
Tributo a Syd Barrett une Pink Floyd, David Bowie, Violeta de Outono e John Paul Jones
Edguy esgota ingressos do primeiro show em mais de uma década
A banda punk que Bono considera a melhor de todos os tempos
As 11 melhores bandas de rock progressivo dos EUA, segundo a Loudwire
Mamonas Assassinas: a história das fotos dos músicos mortos, feitas para tabloide
A banda dos anos 2000 que mais orgulhava Geddy Lee por seguir os passos do Rush
A banda southern que Steve Harris considera das melhores que abriu para o Iron Maiden
As 15 músicas que o Faith No More mais tocou ao vivo
A banda que fez Phil Collins perceber que o tempo do Genesis havia passado
Jeff Walker diz que sua única técnica vocal é beber uísque antes do show
Max Cavalera: "Não dou a mínima para o que pensa o pessoal do Korn ou qualquer outro!"
As dez músicas que deram origem ao Thrash Metal, segundo Scott Ian, do Anthrax
A banda que Renato Russo detestava, e com a qual a Legião Urbana chegou a ser comparada


A canção que fez Ray Manzarek decidir montar os Doors com Jim Morrison
4 hits de rock de 1971 que praticamente sumiram do rádio, segundo a American Songwriter
O vocalista que recusou The Doors e Deep Purple, mas depois entrou em outra banda gigante
O dia em que guitarrista do The Doors tocou na TV com olho roxo devido a soco recebido
Os 10 piores músicos que passaram por bandas de rock clássicas
Bandas que duraram pouco tempo, mas ficaram marcadas para sempre



