Mimi Johnson & os Degenerado$: Retorno às Raízes do Rock And Roll
Por Mateus Rister
Fonte: Insanity Records
Postado em 12 de setembro de 2016
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Blues Power com atitude Rock And Roll, assim pode ser definida a sonoridade da banda MIMI JOHNSON & OS DEGENERADO$. Bebendo da fonte dos clássicos originais, o quinteto se destaca pela energia de seus shows. O grupo formado por antigos colegas de faculdade está ganhando cada vez mais espaço no cenário gaúcho e começa a planejar voos mais altos.
O vocalista e fundador da banda, Felipi Boca, nos concedeu a entrevista que pode ser conferida abaixo:
Mateus: Como surgiu a ideia de formar a banda?
Felipi Boca: A banda surgiu de uma conversa em Capão Canoa entre o baixista da banda Mateus Pairé, conhecido no meio musical como Bira, e eu. Ambos veranistas do Balneário de Capão da Canoa e colegas nos tempos de Universidade Federal do Rio Grande do Sul no curso de jornalismo. Esquematizamos há uns dois anos o sonho de formar uma banda com pegada própria, mas sem esquecer daquilo que é reconhecido como clássico, pois na mesma noite em que imaginamos formar um conjunto de Blues Power escutávamos o velho e bom JIMMY HENDRIX, o deus da guitarra elétrica. Além de nós dois, outro colega de faculdade, Daniel Dedavid, conhecido como Jesus, foi chamado como baterista e aceitou imediatamente. Mais tarde foi adicionada a presença do guitarrista bluseiro Kris Sonneboy Mann e do guitarrista e escritor Henrique Ribeiro da Silva, o Ricko.
Mateus: Há quanto tempo essa formação está reunida?
Felipi Boca: A banda está com essa formação fixa há um ano, após uma parada para reciclagem sonora. Eu sou o vocalista, principal compositor das letras e toco violão em algumas canções também. Henrique e Kristiano são os guitarristas, o primeiro toca gaita de boca também. A cozinha fica por conta do Bira e do Jesus, baixista e baterista respectivamente.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Mateus Rister: Quais são as influências da banda?
Felipi Boca: Somos uma banda multifacetada, gostamos e ouvimos diferentes gêneros musicais do rock à música nativista, de baião ao rock de galpão, do blues de raiz ao pop, com passagem principalmente pelo Rock And Roll, Heavy Metal e rock brasileiro. Alguns nomes que são constantemente lembrados pelos membros são do guitarrista porto-alegrense MIMI LESSA, da banda BLUES ETÍLICOS, dos cantores e compositores baianos RAUL SEIXAS, GILBERTO GIL e PEPEU GOMES, como também de artistas do blues como HOWLLIN’ WOLF, MUDDY WATERS e ARTHUR BIG BOY CRUDUP, sem esquecer é claro de artistas do porte de BOB DYLAN, JOHNNY CASH, ROLLING STONES, RAMONES, METALLICA e DIO.
Mateus: Como funciona o processo de composição do grupo?
Felipi Boca: O processo de composição do grupo se dá de diversas maneiras, entre elas a composição espontânea: num ensaio em que um ritmo qualquer executado na guitarra, por exemplo, traz a tona uma nova levada em que é acrescentada uma letra posteriormente, ou então quando são acrescentadas as letras um arranjo feito pela banda, ou como diz o guitarrista Sonny Boy Mann "faremos um desarranjo".
Mateus: A banda pretende gravar o material autoral?
Felipi Boca: A banda já está gravando um material bem substancial com músicas autorais. No trabalho vai constar algumas baladas românticas como a canções "Ding Ling", "A Bruxa e o Poeta" e "Tudo Bem Meu Bem", rocks mais dançantes como "Olho Gordo no Rock", "Fique Fria Meu Bem" e "Ao Som de Jerry Lee", também estarão presentes um gênero ao qual chamamos de Blues Power carregado de timbres furiosos em que se destacam as bluseiras "Velho Jack", "Sanatório Partenon", "Patrícia Letícia" e "1,2,3 e Já", além da música nativista "Vida Galopeira".
Mateus: Como está a agenda de shows?
Felipi Boca: A agenda de shows está agitada se analisarmos que este inverno foi muito rigoroso. Nossos últimos dois shows foram em agosto, e agora em setembro já na primeira quinzena do mês faremos mais dois shows: o próximo show será dia 06 de setembro no Signos Pub, famoso bar da cena Underground da cidade de Porto Alegre, e depois participaremos do festival Underock no Pub Divina Comédia, também no bairro Cidade Baixa em Porto Alegre. Estamos esperando a confirmação definitiva para participar de alguns festivais como o Morrostock em 4 de Dezembro .
Mateus: Fale sobre a oportunidade de tocar no Festival Morrostock?
Felipi Boca: A oportunidade de tocar no Morrostock ainda não está confirmada, embora possa ser uma realidade já que preenchemos todos os requisitos solicitados e com muita antecedência preparando um material considerado nosso melhor material, com vídeos, áudios e fotos. O material foi escolhido pelos próprios fãs em votação pela internet há cerca de um mês atrás, através da rede social da banda. Já o festival Vacarock que será realizado em novembro na cidade de Vacaria deu como certa a participação da Banda Mimi Johnson & Os Degenerado$, neste que pretende ser o maior festival de rock alternativo da serra gaúcha.
Mateus: Deixamos este espaço para você falar diretamente para o público:
Felipi Boca: O que a nossa banda sempre esperou foi poder tocar em um local onde houvesse uma grande concentração de pessoas. O nosso lance é falar, cantar e tocar para o maior número de pessoas possíveis. Como os nossos números são carregados de atitude, presença de palco e controversas, temos a certeza que a multidão seria nossa maior aliada, já que o que as pessoas desejam ver num show de rock é atitude e espetáculo. O que nós gostamos, além de tocar, é de provocar a plateia e a instigar a cantar, assobiar, dançar, uivar, pular, enfim participar dessa comemoração e comunhão que é a música.
Fotos: Glauco Malta
Contatos com a banda:
http://www.mjohnsondg.com.br/
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