Scorpions: Uli Jon Roth comenta por que saiu da banda nos anos 1970
Por Igor Miranda
Fonte: Rock Music Star
Postado em 02 de abril de 2019
O guitarrista Uli Jon Roth falou, em entrevista ao Rock Music Star, sobre o seu período final no Scorpions. O músico integrou a banda alemã entre os anos de 1973 e 1978, tendo gravado os álbuns "Fly To The Rainbow" (1974), "In Trance" (1975), "Virgin Killer" (1976) e "Taken By Force" (1977), além do registro ao vivo "Tokyo Tapes" (1978).
Inicialmente, Uli Jon Roth respondeu por que o Scorpions nunca excursionou pelos Estados Unidos enquanto ele estava na banda. "Estávamos com uma gravadora internacional, a RCA. Ela não existe mais, porém, na época, era uma das principais. Fazíamos sucesso na Europa, mas o departamento americano da gravadora tinha um executivo que não gostava do Scorpions. Por isso, nunca nos apoiaram até que o sucesso ficou óbvio, começamos a ter discos de ouro no Japão até que, enfim, uma oferta para uma turnê americana veio", disse.
Apesar da oferta ter chegado, Uli Jon Roth não quis ficar no Scorpions - ele já havia anunciado que sairia. "Naquela época, eu disse que queria deixar a banda, então, recusei a turnê americana - o que, em retrospecto, talvez tenha sido um erro. Acho que eu deveria ter ficado para a primeira turnê americana. Poderia ter ficado alguns meses a mais, mas não consegui", afirmou.
Em seguida, Roth revelou por que optou por sair do Scorpions. "Meu tempo com a banda acabou. Comecei a fazer músicas que eu já sabia que não caberiam no âmbito da banda. E eu queria fazer outra coisa. Poderia ter continuado com o Scorpions, mas ficaria infeliz. Não importa o tamanho da conta bancária: se você não está mais feliz no palco ou em estúdio, não é algo bom. Fiquei feliz no Scorpions por muitos anos e foi tudo ótimo, mas, no fim, achei que deveria seguir em frente", disse.
Por fim, o guitarrista falou sobre "Tokyo Tapes", que é elogiado por muitos fãs e críticos como um grande álbum ao vivo. "Estávamos no auge naquela época e esse disco mostra isso. Quando saiu, eu não estava tão contente com o som, mas eu era o único. Ninguém mais reclamou", afirmou.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O clássico do rock que mostra por que é importante ler a letra de uma música
A sincera opinião de Pitty sobre Guns N' Roses, System of a Down e Evanescence
O guitarrista favorito de todos os tempos de James Hetfield do Metallica
Os 5 álbuns de rock que todo mundo deve ouvir pelo menos uma vez, segundo Lobão
Para Geezer Butler, "13" não foi um álbum genuíno do Black Sabbath
"Até quando esse cara vai aguentar?" O veterano que até hoje impressiona James Hetfield
A melhor música de heavy metal de cada ano da década de 1980, segundo a Loudwire
O disco de thrash metal gravado por banda brasileira que mexeu com a cabeça de Regis Tadeu
A melhor banda ao vivo de todos os tempos, segundo Joe Perry do Aerosmith
Peter Criss não escreveu "Beth" e bateria não é instrumento musical, diz Gene Simmons
Quando Janis Joplin resolveu se vingar dos Rolling Stones por causa da "invasão britânica"
Rob Halford, o Metal God, celebra 40 anos de sobriedade
A banda que era "maior do que Jimi Hendrix" para Ritchie Blackmore, e que hoje poucos conhecem
A banda de rock que Rita Lee achava pura bosta: "Prefiro ouvir Ratos de Porão e Cólera"
O triste destino da primeira guitarra de Kiki Wong, do Smashing Pumpkins

Dave Mustaine cutuca bandas que retomaram atividade após turnês de despedida
Saída do Scorpions marcou queda irreversível de James Kottak: "Bebia o tempo todo. Dia e noite"
Álbum ao vivo do Scorpions alcança o 2º lugar na parada alemã
Mikkey Dee revela gravidade de doença que quase o matou um ano atrás
O momento que melhor representa o Scorpions na história, segundo Rudolf Schenker


