A Sorrowful Dream: Debut Toward Nothingness completa dez anos
Por Maicon Leite
Fonte: Maicon Leite
Postado em 08 de agosto de 2019
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
A banda gaúcha de Dark Metal A SORROWFUL DREAM está iniciando as comemorações de dez anos do lançamento de "Toward Nothingness", seu primeiro álbum, disponibilizado em novembro de 2009 e produzido por Sebastian Carsin do Estúdio Hurricane. O vocalista Éder Macedo comenta que há planos de fazer uma comemoração especial sobre esta data tão importante, mas que ainda é cedo para confirmar: "Temos todos os planos possíveis... e nenhum (risos). Na verdade, não queremos que essa data passe em branco. Afinal, foi nosso primeiro full-length e tem um papel importantíssimo na construção de nossa identidade sonora e pessoal. Estamos ainda em tratativas, por isso, ainda, não vamos divulgar nada até que esteja 100% confirmado... Mas algo acontecerá!".
Até chegar a "Toward Nothingness" a banda havia lançado inúmeras demos e singles, conquistando um ótimo público, não apenas no Rio Grande do Sul. Mas era uma época diferente, sobretudo na década de 90, quando a internet ainda não era utilizada como hoje. Éder conta do que sente mais falta daquela época e faz uma comparação dos dias atuais: "Ah! Anos 90! Sentimos falta de nossa juventude e vitalidade! (risos) Na verdade, é uma situação bem diferente da de hoje. Quando comparamos aos dias de hoje, no quesito acesso à informação e a bandas, percebemos que tínhamos acesso a praticamente nada e tínhamos que batalhar muito para conseguirmos o mínimo. Essa a saudade que fica: a batalha. Lembro-me de uma coletânea de Doom Metal, em K7, que o Agnaldo, da Serpent Rise, passou para um de nossos amigos. Não conhecíamos a banda A Serpent Rise ainda e a ASD ainda não existia. Cultuávamos aquela K7. Ouvíamos banda por banda, discutíamos os detalhes de cada música em audições regadas a vinho barato. Havia uma "tosquice" que nos unia e que também unia a cena Metal. Assim, tínhamos excursões para shows, festivais no interior em ônibus apertados, dormíamos em rodoviárias, tocávamos em festivais em pequenas cidades e palcos apertados... Enfim, sentimos falta disso e do tempo que dispúnhamos para fazer parte da cena - a vida adulta hoje nos impede de muita coisa.".
E foram justamente com a experiência adquirida com estes inúmeros lançamentos nas décadas de 1990 e 2000 que a banda forjou uma sonoridade bem característica, juntando influências que vão do Gótico/Pop dos anos 80 até o Metal Extremo e música clássica. Entretanto, para o vocalista, o grande segredo desta sonoridade é a soma de todas as influências dos integrantes: "Não acredito que sejamos muito originais. Na verdade, nunca priorizamos a originalidade. Claro, também nunca visamos ao plágio. O que queríamos era fazer um som que estivesse em acordo com as individualidades dos sete integrantes da banda. É isso! Se, de alguma forma, ele parece original é porque nossas composições, por mais que, em sua grande maioria, partam do Lucas, são sempre submetidas a um processo no qual cada um contribui e busca deixar sua marca. Acreditamos nas individualidades e no crescimento musical de cada um, logo, dizer que a banda tem uma sonoridade própria é dizer que cada indivíduo nela possui uma sonoridade que o caracterize. E anos e anos de convivência também contribuem para a construção de uma identidade.".
Hoje formado por Éder Macedo (vocal), Josie Demeneghi (vocal), Geovane "Tuko" Lacerda (baixo), Mari Vieira (teclados), Aurélio Martins (guitarra), Lucas Vargas (guitarra/violinos) e Marcelo Dornel (bateria), o grupo se concentra no término das edições de dois novos video clipes, que serão disponibilizados nos próximos meses. Além disso, há o processo de composição do terceiro álbum, sucessor de "Passion" (2015). Éder revela mais um pouco da identidade musical do grupo: "Vou contar um segredo! Em meio ao processo de composição em que estamos, acabamos percebendo que, em um trecho da música, estávamos plagiando a nós mesmos. Interessante, não! O mais interessante é que, para nós, isso não se trata de um problema: primeiro, porque o trecho se encaixava perfeitamente no todo da música; segundo, porque ele revela que há uma identidade natural da banda, que não é construída, pois surgiram a partir de trabalho em grupo, convívio, concordâncias, discordâncias, afinidades, enfim...".
Ouça "Toward Nothingness" no Spotify:
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Regis Tadeu não foi ao AC/DC e não se arrepende nem um pouco, saiba o motivo
O melhor baixista da história do heavy metal, segundo o Loudwire
Nem Robert Plant se atreve: a música que ele diz não conseguir cantar de jeito nenhum
O melhor disco de death metal de cada ano, de 1985 até 2025, segundo o Loudwire
A música que Brian Johnson chamou de uma das melhores do rock: "Tão bonita e honesta"
A única banda que Jack Black coloca no "mesmo patamar" dos Beatles; "lava criativa"
O melhor disco de heavy metal lançado em 1988, de acordo com o Loudwire
Veja vídeo inédito de alta qualidade do Angra com Andre Matos ao vivo em 1999 na França
Rob Dukes ficou um ano sem falar com os músicos do Exodus após ser demitido
Joe Satriani não se considerava ideal para tocar com Alex Van Halen e David Lee Roth
Ex-Arch Enemy, Alissa White-Gluz anuncia sua nova banda, Blue Medusa
O melhor e o pior disco do Sepultura, de acordo com a Metal Hammer
Pink Floyd é homenageado em nova espécie de peixe raro descoberta por pesquisadores brasileiros
A melhor música do primeiro disco do Iron Maiden, segundo o Loudwire
O melhor guitarrista de todos os tempos, segundo o lendário Bob Dylan
A opinião de Matt Sorum sobre bastidores do Guns N' Roses e perfil de Axl Rose
Iron Maiden: Somewhere In Time é um álbum injustiçado?
Bandas: Por que ninguém está indo a seus shows?


Sexo e rock n' roll; banda grava e vende pornô para bancar despesas
Dream Theater: os segredos do álbum Octavarium
Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, diz não haver muito diálogo na banda
Emos: 23 músicas que já estiveram na sua playlist
Demissão de Joey Jordison foi a decisão mais difícil da carreira do Slipknot
O hino do Rock que Max Cavalera odiava e só foi compreender quando ficou velho



