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Cannibal Corpse: a música que fez George Corpsegrinder querer cantar death metal

Por Mateus Ribeiro
Em 27/01/22

O músico George "Corpsegrinder" Fisher, vocalista da banda norte-americana Cannibal Corpse, participou da edição mais recente do programa "Fan First", que foi ao ar nesta segunda-feira (24), no canal da Revolver Magazine no Youtube. Durante a sua participação, que teve trechos transcritos e publicados pelo Blabbermouth, o frontman falou sobre como outro ícone da música pesada mudou a sua vida para sempre.

Segundo Corpsegrinder, Chuck Schuldiner, guitarrista e vocalista da banda Death, foi quem mais influenciou em sua maneira de cantar. "Eu vi o Death tocar em Baltimore, Maryland [EUA], de onde sou, em 1987 ou 1988. Pode até ter sido um pouco mais tarde, mas não tenho certeza. Eu sei que ‘Leprosy’ [segundo disco do Death] ainda não tinha saído. Tínhamos ‘Scream Bloody Gore’ [primeiro disco do Death, lançado em 1987]. E 'Scream Bloody Gore' foi ótimo, mas eu realmente não entendia o poder da voz de Chuck Schuldiner até aquele show. E havia, tipo, 25 pessoas lá; quase não havia ninguém lá (...) E eu estava literalmente bem na frente de Chuck Schuldiner, ele estava bem na minha frente cantando e tocando. E quando eles tocaram ‘Infernal Death’, [e Chuck cantou] ‘Die! Die!’, quando ele fez a nota alta, isso mudou meu mundo inteiro, mudou meu mundo como o Black Sabbath fez. Eu disse a mim mesmo: ‘Eu quero cantar assim. É isso que eu quero fazer", afirmou o frontman, que rasgou elogios ao saudoso fundador da banda Death, que faleceu em 2001.

"Chuck fazia menos vocal gutural do que, digamos, a maioria dos cantores de death metal modernos, como Glen Benton [Deicide] ou John Tardy [Obituary]. Mas esses gritos altos, se você já nos ouviu, então definitivamente ele tem a maior mão em mim querendo fazer isso. Chuck Billy, do Testament, em ‘First Strike Is Deadly’, o grito nessa música e alguns dos outros gritos mais altos que ele deu naqueles discos, foi incrível. Rob Urbinati, do Sacrifice, [também]. Mas Chuck Schuldiner era o único (...). Parecia muito fácil. Ele estava cantando como se fosse um cara de 250 libras que poderia levantar 700 libras e te jogar do outro lado da rua com uma mão. E ele era um cara despretensioso, um cara legal. Mas ele soava como Satanás. Isso mudou meu mundo. Isso me fez realmente pensar: ‘Ok, eu não estou tentando mais fazer isso. Eu vou ser um cantor de death metal. Eu não tenho reservas sobre o caminho que eu vou seguir. Eu estou indo para este lado e apenas para este lado".

Como você deve ter imaginado, Corpsegrinder fez a escolha correta, já que se tornou um dos maiores vocalistas da história do metal extremo. Após mais de 25 anos como frontman do Cannibal Corpse, Corpsegrinder lançará seu primeiro álbum solo no dia 25 de fevereiro.

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Sobre Mateus Ribeiro

Fã de Ramones, In Flames e Soilwork. Ouve (quase) tudo, desde rock clássico até black metal.

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