Regis Tadeu: "Sepultura pode dizer que tem carreira internacional, mas Luan Santana não"
Por Gustavo Maiato
Postado em 13 de abril de 2022
O jornalista musical Regis Tadeu realizou uma live em que comentou sua visão sobre artistas brasileiros que apresentam carreira internacional. De acordo com seu argumento, é possível criar uma carreira internacional "fake".
"Esse tema é muito controverso porque as pessoas são muito burras. Quais brasileiros realmente fazem sucesso no exterior? As pessoas têm dificuldade de entender. É possível criar uma falsa carreira internacional. Existem fã clubes fakes e também tem o fato de as audições dos serviços de streaming serem facilmente fraudadas. O Spotify, por exemplo, apresentou uma lista no final do ano com as mais ouvidas e centenas de milhares de usuários reclamaram que apareceram na lista de mais ouvidas vários artistas que nunca ouviram. Ou seja, dá para fazer uma carreira internacional de mentira", disse.
Em seguida, Regis Tadeu passou a dar exemplos de artistas brasileiros que, em sua visão, apresentam carreira internacional consolidada, como Sérgio Mendes e Roberto Carlos. Para o jornalista, se um músico se apresenta no exterior, mas apenas para brasileiros, isso não pode ser considerado uma carreira internacional de sucesso.
"Artistas como Sérgio Mendes e Ivan Lins, por exemplo, sem sombra de dúvidas têm relevância fora do Brasil. Eles têm realmente carreira internacional. Principalmente o Sérgio Mendes, que tem uma discografia longuíssima lançada nos EUA desde os anos 1960. E isso em um mercado altamente competitivo, que é o americano. O Roberto Carlos também é um nome de respeito e tem carreira internacional. Ele faz shows nos EUA e América Latina, já fez na Europa. E não é só para o público brasileiro. Tem dupla sertaneja, por exemplo, que diz que iniciou carreira internacional, mas só faz show em três cidades nos EUA, com enorme comunidade brasileira. Quando o Luan Santana faz show lá, é para brasileiros com saudade da terrinha. Isso não é carreira internacional", explicou.
Por fim, Regis Tadeu lembrou de exemplos relacionados ao heavy metal brasileiro que possuem carreira no exterior.
"Só quem faz turnês no exterior, com vários shows, e para um público que não é só formado por brasileiros é que pode dizer que tem carreira internacional. Você pega por exemplo o Sepultura, Krisiun, e mais recentemente a Nervosa. Se você ver a agenda de shows delas, tem show praticamente de segunda a segunda no exterior. Isso sim é carreira internacional", concluiu.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Aquiles Priester é batizado: "Toda a glória seja dada a Deus! Dia maravilhoso"
10 álbuns dos anos 70 abriram caminho para o heavy metal nos anos 80
A banda que Steven Tyler aponta como verdadeira criadora do heavy metal
Gravação de ensaio do Guns N' Roses em 1986 vaza online
O cover inusitado de música do Black Sabbath que deixou Tony Iommi impressionado
5 músicas que nenhum metaleiro consegue ouvir sem fazer air drums
As bandas brasileiras que se apresentarão no Wacken Open Air 2026
O Queen pode voltar à estrada para uma nova turnê? Baterista Roger Taylor responde
A canção do Pink Floyd que fazia Ozzy Osbourne lembrar de seus dias de loucura
Os 18 álbuns de rock e metal mais aguardados até o fim de 2026, segundo a Loudwire
A canção de uma banda clássica de rock que Brian May considera um exemplo perfeito de pop
Festival Bangers Open Air divulga o aftermovie oficial de sua quarta edição
A curiosa origem da introdução de "Sweet Leaf", clássico do Black Sabbath
A reação de Rafael Bittencourt ao saber que Baden Powell recusou a Casa Branca
A maior voz do rock de todos os tempos, segundo George Harrison dos Beatles

8 clássicos do metal lançados por músicos que mal tinham saído da adolescência
5 músicas que quando tocam no show todo fã de metal entra no mosh na hora
A opinião de Luis Mariutti sobre a turnê de despedida do Sepultura
10 músicas do metal brasileiro lançadas após 2000 que já entraram para a história
A melhor música do Alice in Chains, na opinião de Max Cavalera
Como foi o último show do Sepultura com Max Cavalera, segundo os membros da banda
O que poderia ter mudado a história do Sepultura, na visão de Max Cavalera
A música do Anthrax que Andreas Kisser considera "quase prog"
Max Cavalera e Andreas Kisser usaram uma guitarra e uma palheta nas gravações de "Schizophrenia"
Em 1994, Max Cavalera alfinetou Engenheiros do Hawaii durante entrevista a João Gordo
O protagonismo do Sepultura em relação a Anitta, segundo João Gordo


