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Dee Dee Ramone comentando sua bizarra saída do Ramones para virar rapper

Por André Garcia
Em 23/05/22

Dee Dee Ramone, um dos fundadores do Ramones, ficou mundialmente famoso como baixista e principal compositor da banda. No entanto, em 1987, ele pegou a todos de surpresa lançando "Funky Man" um single solo como rapper. Confira o clipe abaixo.

No documentário "End of the Century", que conta a história da banda, tem um trecho, disponível no YouTube, que fala sobre o flerte do baixista com o rap.

Ritchie Ramone: Dee Dee, quando eu finalmente saí [dos Ramones, em 1987], queria sair também, mas acabou ficando por mais um ano, por aí. Ficou fazendo os shows com roupas de rapper [risos].

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Johnny Ramone: Dee Dee virou rapper por um tempo, foi um dos primeiros rappers brancos. Ele começou a usar aquelas roupas de rapper [risos] em vez de usar as roupas dos Ramones. Foi bizarro. Ele começou a falar como rapper e tudo.

Monte Melnick (road manager dos Ramones): Uma vez nós fomos para Washington e ele [Dee Dee] embarcou no avião usando um moletom de capuz e correntes de ouro... Parecia uma fantasia de rapper [risos]! John [Johnny Ramone] ficou p*to!

Em 1989, Dee Dee Ramone pegou a todos de surpresa novamente ao deixar os Ramones em definitivo para se dedicar ao rap. Uma matéria da MTV anunciou sua saída da seguinte forma:

"Dee Dee Ramone disse que deixou a seminal banda de punk rock [Ramones] em entrevista para a MTV News na última segunda. Dee Dee nos contou que as constantes turnês dos Ramones comprometeram sua saúde e sua determinação em evitar a bebida e as drogas. Ele declarou ainda ter recebido um baque pesado com seu recente divórcio, e que ele estava muito animado em se dedicar em tempo integral a sua nova banda de rap, Strength. Um porta-voz dos Ramones se mostrou cautelosamente otimista que Dee Dee possa mudar de ideia, ressaltando que ele já deixou a banda diversas vezes."

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Ao deixar o Ramones, com o pseudônimo Dee Dee King, o baixista lançou "Standing in the Spotlight" (1989), que foi um verdadeiro fiasco, chegando a ser considerado um dos piores de todos os tempos. "Eu não achei que valesse a pena lutar por aquilo", disse ele. "O álbum realmente não era bom. Sabe, eu não sei fazer rap. Eu estava tentando, eu não sabia como, não sou bom o bastante, não sou negro, não levo jeito para aquilo... Mas eu queria."

"Quando Schoolly D lançou aquele disco que dizia: 'Que horas são? É hora de um Gucci!', eu entendi aquilo! Era dar a volta por cima da opressão. Um negro tendo condições de comprar um relógio da Gucci... Ótimo! Eu senti essa mesma emoção quando pude comprar um relógio da Gucci e gastar muito dinheiro. Como um fora-da-lei!", concluiu.

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Sobre André Garcia

Sou redator e tradutor freelancer e escritor, autor do livro de contos Liber IMP. Ouço rock desde pequeno, leio coisas sobre bandas desde sempre e escrevo sobre ela já tem anos. Cresci como fã de Iron Maiden e paladino do rock, mas já me tratei. Hoje sou fã de nomes como Beatles, David Bowie, The Cure, Kraftwerk e Velvet Underground, e de cenas como a Londres psicodélica, a Nova Iorque proto-punk e a Manchester pós-punk. Escrevo notas e notícias rápidas para o Whiplash.Net visando compartilhar conteúdo relevante sobre música e cultura pop.

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