Por que Kiko Loureiro fica mais feliz com riffs do que solos que traz ao Megadeth
Por Igor Miranda
Postado em 29 de outubro de 2022
Há quem pense que Kiko Loureiro, guitarrista notório por sua habilidade no instrumento, fique mais satisfeito ao contribuir com grandes solos para o Megadeth. Na verdade, o brasileiro se sente mais realizado ao oferecer riffs para a banda – e ele explica o porquê.
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Em entrevista ao canal IgorMiranda.com.br no YouTube, Kiko disse que um de seus maiores feitos em "The Sick, the Dying... and the Dead!", novo álbum do Megadeth, é ter criado riffs de guitarra. Isso certamente o ajudou a bater recorde de colaborações ao lado de Dave Mustaine: ele é citado como coautor de oito das 12 faixas do disco em sua tracklist convencional.
"Um dos maiores feitos pra mim nesse álbum é ter feito riff de guitarra. Não os solos, isso aí não importa. Queria fazer de guitarra que fã ouvisse e falasse: ‘nossa, o Dave Mustaine está f#da, fez um p#ta riff’ e na verdade fui eu que fiz", declarou.
Na visão de Kiko, foi possível participar mais do processo autoral deste trabalho – e consequentemente oferecer mais riffs – porque ele "entendeu" o que é o Megadeth. "O Dave Mustaine obviamente toca do jeito dele lá e vira, né? Tipo a introdução da primeira música lançada como single, ‘We’ll Be Back’, que deu uma cara de Megadeth total – e eu que fiz o negócio", disse.
Mas como é que Mustaine abriu espaço para colaborações de Loureiro se, no passado, ex-colegas o criticavam justamente por não aceitar ideias de outros integrantes? O brasileiro entende que conquistou "respeito" do líder do Megadeth por demonstrar que "joga para o time". "É a melhor explicação para isso", concluiu, em referência aos diversos créditos autorais recebidos no novo disco.
"The Sick, the Dying... and the Dead!" foi lançado no último dia 2 de setembro e pode ser ouvido em todas as plataformas digitais. Assista à entrevista completa com Kiko Loureiro no player de vídeo a seguir.
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