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A história de "Robocop Gay", escrita sob encomenda para político e que tinha outro nome

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Postado em 16 de dezembro de 2023

No cenário musical brasileiro, poucos conseguiram marcar uma geração como os Mamonas Assassinas. Com sua irreverência e humor ácido, a banda conquistou fãs de todas as idades, deixando um legado inesquecível. No quadro "Enigmas do Rock", Fabricio Mazocco revela detalhes sobre a criação de um dos maiores hits da banda, "Robocop Gay".

Mamonas Assassinas - Mais Novidades

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
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A história por trás da música começa no início da década de 1990, quando o vocalista Dinho, conhecido por sua veia cômica, estava com a banda Utopia, que basicamente era o nome anterior dos Mamonas. Dinho, sempre convidado para imitar figuras públicas em eventos, acabou participando de mais de 60 showmícios durante as eleições de 1994. O convite para a última apresentação veio do candidato Geraldo Celestino, que concorria a deputado.

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Em uma conversa telefônica, Celestino questionou se poderiam fazer algo diferente naquele evento. Foi então que Dinho, no carro com seus companheiros da Utopia, teve a ideia de criar uma música para a ocasião. Assim nasceu "Demerval, o Machão", uma performance que conquistou o público presente, que pediu bis por três vezes.

O sucesso da apresentação inspirou Dinho a buscar novas oportunidades. No mês seguinte, em outubro de 1994, Dinho conseguiu acesso a um estúdio com o produtor Rick Bonadio. Lá, gravaram "Pelados em Santos". Mas a história não parou por aí.

A emblemática "Robocop Gay" começou a ganhar forma quando Dinho, juntamente com os outros membros da banda, decidiu dedicar uma atenção especial à música. Inicialmente, a letra estava curta, e para atender às expectativas, Dinho escreveu a segunda parte. A fita com "Pelados em Santos" e "Robocop Gay" chegou às mãos de Rick Bonadio, que ficou impressionado com o trabalho dos Mamonas Assassinas.

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O produtor não hesitou e ligou para Dinho, expressando seu entusiasmo e interesse em gravar mais músicas com a banda. Esse encontro crucial foi o catalisador que lançou os Mamonas Assassinas ao estrelato nacional. A partir daí, a história da banda se transformou em um fenômeno que transcendeu gerações, e "Robocop Gay" se tornou um hino do humor brasileiro.

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Sobre Gustavo Maiato

Jornalista, fotógrafo de shows, youtuber e escritor. Ama todos os subgêneros do rock e do heavy metal na mesma medida que ama escrever sobre isso.
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