Regis Tadeu explica por que Roger Waters continua um imbecil
Por Bruce William
Postado em 21 de janeiro de 2026
Regis Tadeu voltou ao assunto Roger Waters lembrando que a história envolvendo Ozzy Osbourne não morreu como se fosse apenas uma faísca isolada. Na leitura dele, uma entrevista recente reabriu o tema com força total, e o vídeo é justamente pra mostrar por que isso "explodiu tudo de novo".
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Logo de cara, ele já avisa que, assim como Roger, não vai amenizar o tom das palavras: "Meu amigo e minha amiga, numa recente entrevista com o famoso jornalista britânico, o Piers Morgan, dias atrás rolou mais um ápice da arrogância do Roger Wrers, que é um sujeito que aos 82 anos ainda acha que a opinião dele é a lei divina e que empatia é algo opcional quando não se alinha com a agenda política dele." A partir daí, Regis descreve a conversa como "desastrosa" e um "show de horrores", com Waters em mais uma rodada de declarações políticas que costumam render barulho aliadas com o que foi descrito por Regis como "uma arrogância patológica".
O vídeo também revisita o episódio do ano passado, quando Waters falou sobre Ozzy pouco tempo depois da morte do cantor. Regis insiste que o problema não é ele gostar ou não gostar do Black Sabbath - é o timing e o desprezo no meio do luto. Ele lembra que Waters teria reduzido Ozzy a um personagem e ignorado o tamanho do impacto do Sabbath, o que, na prática, jogou gasolina numa situação que já estava sensível.
Regis comenta a resposta da família Osbourne, que veio no modo "sem filtro", com Sharon e os filhos reagindo de forma dura, com xingamentos e provocações públicas. Ele cita, inclusive, a história da camiseta com Ozzy mijando na capa de The Wall e a frase "Another prick in the wall", que virou parte do deboche na época.
A entrevista com Piers Morgan entra como o capítulo mais recente. Regis diz que ali Waters poderia ter mostrado um mínimo cuidado, mas "dobrou a aposta" quando foi confrontado sobre empatia e sobre o efeito que aquilo teve numa família que tinha acabado de perder alguém. E aí o vídeo entra no trecho mais explosivo: a maneira como Regis descreve o que Waters disse ao ser pressionado por um pedido de desculpas.
É nessa hora que ele reproduz o que, pra ele, ultrapassou novamente todos os limites: "Então ele veio então e deu golpe baixo, cara. Ele disse que ele iria fazer isso, mas que ele não tem tempo para a Sharon Osbourne, chamou ela de sionista furiosa, que inclusive o acusou de todo tipo de coisa, porque faz parte do lobby israelense.". Do jeito que Regis coloca, a conversa deixa de ser só uma discussão de gosto musical e vira um ataque pessoal atravessado por uma briga política que Waters arrasta pra tudo.
Depois disso, Regis diz que a discussão sobre pedido de desculpas fica quase sem sentido. Ele insiste que o que aparece ali é padrão de comportamento: uma mistura de ego, provocação e desprezo que ignora completamente o luto alheio. A conclusão dele é direta: "O que eu assisti foi a essência da personalidade cretina do Roger Waters fora dos palcos. Uma arrogância patológica que transforma tudo num caldeirão político"
No fechamento, ele amplia o diagnóstico e coloca Waters como alguém incapaz de separar opinião de ofensa e de tratar discordância sem transformar o outro em inimigo. "Ele virou um octagenário rico que prega a empatia global, só que ele não consegue demonstrar um pingo desta empatia para o luto alheio".
O vídeo de Regis Tadeu falando sobre Roger Waters pode ser conferido no player abaixo.
Roger Waters menospreza Ozzy e família Osbourne rebate
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