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As 10 "maiores" do Rush segundo Neil Peart, com as explicações dele

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Postado em 29 de janeiro de 2026

Neil Peart não tratava esse tipo de pergunta como quem está montando "top 10" pra agradar os fãs. Quando a CBC pediu que ele listasse dez músicas do Rush (via Far Out), ele foi para o terreno dele: como a banda pensava, onde estava apertando, o que nasceu de uma escolha consciente e o que nasceu de um tropeço bem aproveitado. Em alguns casos, ele ainda se dava o direito de olhar pra trás com a honestidade de quem não precisa vender mito.

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Foto: Promo DW - Sabian
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Em "Xanadu", por exemplo, ele lembra do Rush ainda esticando os próprios limites, tentando colocar mais coisas na mesa sem deixar de ser um trio. A forma como ele descreve isso é quase uma foto antiga guardada na gaveta, deixando claro que não se tratava de uma obra definitiva, mas sim como uma banda se testando: "Quando eu olho pra aquilo, é um sorriso indulgente. Depois a gente faria melhor, mas não havia nada de errado ali. Eu descrevi uma vez como jovem, tolo e corajoso."

Já "Time Stands Still" entra num lugar mais pessoal, porque ele assume que a letra tem um lado autobiográfico, aquela vontade de segurar o instante antes que ele escorra. "Uma música de que eu ainda gosto muito. Autobiográfica, em certo sentido. Essa vontade de desacelerar e absorver o momento." E ele completa com uma frase que, do jeito dele, vira regra: "Eu fico frustrado quando as pessoas dizem 'para onde foi o tempo'. Você só não estava prestando atenção."

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A parte curiosa é que, quando a música é instrumental, ele não fica "filosofando" pra preencher espaço. Em "YYZ", ele conta o gatilho da ideia como quem narra uma coincidência simples: "A gente estava voando para Toronto num avião particular e ouviu o bip do código Morse, e aquilo virou o ritmo fundador da música." Aí vem o salto: ele diz que pensou a faixa como uma "trilha sonora" de aeroporto, tentando costurar a correria, os reencontros, as despedidas, aquele clima meio emocional que ninguém imagina num lugar cheio de gente andando rápido.

Em "Red Barchetta", ele vai por outro caminho: pegar um texto (de um amigo, Richard Foster) e transformar em narrativa de música, com cenas, cortes e mudança de clima. Ele se orgulha de ter deixado aquilo com cara de "curta-metragem", sem precisar virar uma suíte infinita: "É provavelmente uma das nossas melhores nesse sentido de ser um curta-metragem, e cada seção é um acompanhamento cinematográfico para a letra." E é curioso ele falar isso justamente numa faixa do "Moving Pictures", que tem várias músicas "grandes" em poucos minutos.

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"Subdivisions" ele trata como um marco porque mexe no método da banda. Teclado passou a puxar a escrita, e isso não era só "adicionar um instrumento": mudava a função de cada um. Mas era apenas uma reorganização interna, não uma mudança de figurino: "Foi um passo importante pra gente, a primeira música escrita baseada em teclados... isso fez Alex [Lifeson] e eu virarmos a seção rítmica."

Em "Limelight", ele deixa claro que a letra foi uma tentativa de entender a própria situação: "Uma tentativa de esclarecer para mim mesmo - e, espero, para outros - algo que eu aprendi: nunca reclamar, nunca explicar." E ele ainda comenta como músicos chegavam até ele com aquela sensação de "essa aí me pegou": "Outros músicos vão me dizer: 'essa música "Limelight", eu entendo.'" É a parte menos glamourosa de ser "o cara no palco", colocada em termos bem objetivos.

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Quando chega em "La Villa Strangiato", ele praticamente entrega a faixa como um retrato do guitarrista: "Isso é o cérebro do Alex, e cada seção da música são sonhos diferentes que ele contava pra gente..." E, no meio da maluquice, ele assume um capricho pessoal: "Tem também uma parte de big band ali, que foi absolutamente para mim, porque eu sempre quis tocar nessa pegada." É um jeito bem Peart de elogiar: ele não diz "genial", ele mostra por que aquela música existe daquele jeito.

As três que "seguram a parede" dessa lista dizem muito sobre como ele enxergava o Rush por dentro. Em "2112", ele coloca o contexto de trabalho pesado e nervos à flor da pele: "Nós fizemos três álbuns em 18 meses desde que eu entrei na banda... quando fizemos '2112' a gente teve um mês inteiro para escrever, ensaiar e gravar... e nós estávamos com muita raiva naquela época."

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Em "Tom Sawyer", ele dá o detalhe que parece pequeno, mas define uma era: "Eu me perdi e eu abri caminho na marra e, de algum jeito, voltei para o primeiro tempo do compasso... foi um erro, e eu dei sorte de conseguir sair dele." E em "The Spirit of Radio", ele descreve a música como se estivesse trocando de estação ao vivo, com cada trecho puxando um estilo de propósito: "Musicalmente, a canção está mudando entre estações de rádio... o segundo verso é new wave, eu estou tocando como um baterista punk ali, e isso tudo foi intencional."

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Sobre Bruce William

Quando Socram chegou no Whiplash.net era tudo mato, JPA lhe entregou uma foice e disse "go ahead!". Usou vários nomes, chegou a hora do "verdadeiro". Nunca teve pretensão de se dizer jornalista, no máximo historiador do rock, já que é formado na área. Continua apaixonado por uma Fuchsbau, que fica mais linda a cada dia que passa ♥. Na foto com a Melody, que já virou estrelinha...
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