Slipknot: Corey Taylor é grato ao que a banda fez por ele
Por Paulo Ferreira
Fonte: Blabbermouth
Postado em 21 de outubro de 2008
Steve Tauschke, da revista australiana Beat, entrevistou recentemente Corey Taylor, do SLIPKNOT, que falou sobre a gratidão que tem para com a banda, dentre outros assuntos.
Motivo de usar máscaras nos shows:
"Elas são muito desconfortáveis. Tendem a se desgastar e cortam o rosto".
"Elas sempre representam mais o lado artístico e expressivo. Claro que há um choque de início, mas depois se começa a entender a realidade que existe por trás disso tudo e fica tudo certo. Digo, nunca usamos as máscaras para nos escondermos, isso foi algo que veio mais tarde como uma imposição dos fãs".
"Para mim, foi mais sobre estar em contato com a pessoa dentro de mim que precisava ser ouvida, pois todos temos diferentes lados. Eu me encontrava em um estado de raiva e fúria por um longo tempo, e essa foi a melhor maneira de me libertar".
O quarto álbum do Slipknot lançado recentemente, "All Hope is Gone":
"Veja, acho que este álbum é muito mais pesado que o último. 'Vol.3' era muito mais melódico e neste disco há mais atitude. Eu acho que as pessoas queriam este álbum mais calmo, 'meloso', e não vejo de onde tiraram isso. Claro, há músicas como 'Snuff' e 'Gehenna', mas são as únicas duas lentas enquanto no 'Vol.3' tem quatro. Eu acho que arranjamos um jeito de juntar as coisas, e quando você tem algo que deu certo, você não pensa em mudar. Cada um trouxe suas idéias e começamos a juntar os pedaços. Foi muito excitante quando escutei a música".
"As músicas tem a mesma vibração e energia frenética. Nós fomos capazes de fazer uma coisa dessas, bem, você entende, passados quatro meses e eu continuo escutando as músicas. Eu realmente tentei me envolver mais nessa gravação. Eu fiz mais arranjos, apenas quis dar um passo a mais e me importar com a banda. Dessa vez eu tentei ajudar a conduzir o projeto e provavelmente são as melhores letras e performances vocais que eu já fiz".
"All Hope Is Gone" em primeiro lugar nos EUA:
"Isso foi como algo que você anseia a vida toda, mas nunca espera que acontecerá graças ao jeito como as coisas acontecem na indústria musical. Estávamos perto do primeiro lugar e isso para mim foi maior que o 'Grammy', maior que o 'American Music Award', são as pessoas se levantando e dizendo 'nós realmente gostamos disso'. É umas das realizações que eu tenho o orgulho de dizer que conseguimos".
"Quero dizer, esta banda provavelmente já fez muita mais por mim do que eu pude imaginar. Me permitiu colocar uma grana nos fundos para faculdade das crianças, comprar minha própria casa e uma para minha mãe – que foi a primeira coisa que eu comprei. Me permitiu cuidar da pessoas com quem me importo".
Leia a matéria completa (em inglês) neste link.
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