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Scott Weiland: "nosso objetivo era criar um legado"

Por Rafael Tavares
Fonte: Brave Words
Em 04/05/08

Evan Serpick, da RollingStone.com, recentemente falou com o frontman do STONE TEMPLE PILOTS, Scott Weiland, sobre sua recente saída do VELVET REVOLVER.

Você disse que a história do STP nunca pareceu ter terminado e que você achava que ainda teria mais um capítulo. Agora que parece estarmos nele, como você se sente estando de volta com esses caras?

Weiland: "É ótimo, na verdade. E eu acho que a razão pra tal é que isso não foi planejado. Eu não fui procurado pelo meu empresário. Eu não fui procurado por algum agente ou grupo de promotores. Eu recebi um telefonema de Dean [DeLeo] quando eu estava em turnê com o [Velvet] Revolver, e ele disse, 'Hey olha, você está sentado? Tem um monte de festivais tentando chegar até nós.' Eu nunca achei que a nossa primeira reunião seria uma turnê tocando nossos hits. Embora não tenha absolutamente nada de errado com isso, essa é uma das grandes coisas que nós conquistamos. Basicamente o nosso objetivo era criar um legado. Quando nós estávamos juntos no carro dirigindo por aí, promovendo shows locais, era, 'Um dia nós seremos uma dessas bandas que têm um legado criativo.' Nós fomos capazes de conquistar isso, mas nós sentimos que há mais para se dizer. Então nós meio que sentimos que isso seria pelo desafio de fazer músicas novas. Essa seria a voz da reunião do STP".

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"Eu sempre achei que éramos uma banda muito interessante ao vivo, que nós poderíamos fazer rock quando queríamos e então vagar por este espaço real, lugares viajantes onde você não sabia bem aonde estava até que voltássemos naquele grande riff de novo. Então nós tínhamos essas músicas aonde se você tirasse o volume, soariam como músicas de Burt Bacharach com melodias que eram um pouco diferentes, e um pouco mais mórbidas. Mas isso é o que fez a banda ser tão única."

Este telefonema do Dean veio num momento onde as coisas já pareciam desmoronar com o VELVET REVOLVER?

Weiland: "Não, as coisas estavam funcionando muito bem com o Velvet naquela época e eu não queria mencionar isso para eles até que tivéssemos um plano e alguns shows que estivessem mesmo confirmados. Slash e eu éramos os únicos que costumavam conversar entre si primeiro sobre certas coisas, então nós falávamos com os outros caras. E, infelizmente por causa do ego de certas pessoas, eu entrei em uma situação onde haviam muitos problemas. Eu tinha muitos problemas entrando na minha situação. Eu estava em uma banda onde no final, era praticamente três caras contra um. E então eu tenho muita certeza de que foi assim que deve ter sido para o Axl também. Eu tenho que dizer isso, e não estou falando isso apenas pela situação a qual passei, mas eu ouvi um monte de histórias do GUNS N' ROSES que vocês da imprensa nunca ouvirão. Todo mundo fez do Axl essa pessoa totalmente louca, este vilão, e eu não o conheço bem de forma alguma. Ele e eu, seja lá por qual razão, fomos praticamente jogados nessa briga sem importância na mídia por um momento, porque um dos nossos companheiros de banda foi até lá pra dizer que ele disse alguma coisa. Então, o que quero dizer é que estando em uma banda com o VELVET REVOLVER por cinco anos e meio, eu não tenho tanta certeza de que foi tudo culpa do Axl".

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"É como, porque tudo tem que ser culpa do vocalista? Matt Sorum na minha frente, era o cara mais legal do mundo. Mas houve algumas vezes, do nada, o cara simplesmente me odiava. Nós todos carregávamos os nossos próprios problemas naquela banda. De certa forma, é por isso que as pessoas estavam intrigadas, você sabe, especialmente pelos primeiros anos. Pois eles estavam meio que esperando que os trens batessem. Eles só acharam que isso aconteceria muito mais cedo."

Leia o artigo completo na rollingstone.com

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Sobre Rafael Tavares

Nascido em 1987, descobri o rock and roll já cedo, aos 6 anos de idade, quando ouvi "I Don't Care About You" com o Guns N' Roses em algum momento de 1993. De lá pra cá minha paixão pela música pesada e, especialmente pelo Guns N' Roses (que estará para sempre marcado em minha pele, alma e coração) cresceu exponencialmente. Sebastian Bach me fez querer virar cantor e o resto é história. Produtor fonográfico, formado em Letras e professor. Tão diversificado quanto o Rock and Roll, essa é minha vida, esse é meu clube. =D

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