As I Lay Dying: Banda cristã explica a proximidade com o Behemoth

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Por RazorB (Luís Ferraz), Fonte: Way Too Loud!, Tradução
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Way Too Loud! conduziu em 2008 uma entrevista com o baterista Jordan Mancino, do AS I LAY DYING, onde, dentre outras coisas, foi questionada a proximidade do grupo com bandas ditas satânicas:

Way Too Loud!: Vocês já fizeram turnês com bandas satânicas antes, especialmente com BEHEMOTH duas vezes, e soube que tiveram bons momentos estando com eles, e até tiveram seus nomes citados na lista de agradecimentos de um de seus discos (mais especificamente "Demigod"). Você acha que está mandando uma mensagem diferente, uma mensagem boa, excursionando com bandas que tem pontos de vista sobre religião tão diferente das suas?

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Jordan Mancino: "Sim! Acho que estamos enviando a mensagem correta, independente de ser diferente do que as outras bandas tenham dito, não sei... Acho que existe uma parcela da comunidade cristã que não aceita esse tipo de coisa. Eles dizem 'não toque, não chegue perto, não se envolva, não se afilie a isso', mas como banda e como cristãos, não nos importa se eles são de uma banda, se eles são de uma banda cristã ou uma banda satânica. Queremos tocar com essas bandas! Se isso ajuda a criar uma amizade, é ótimo!
Eu, pessoalmente, tive diversas conversas boas (com BEHEMOTH) sobre cristianismo, e sobre o que eles acreditam, no ponto de vista anti-cristão de Nergal (vocalista do BEHEMOTH). Conversamos muito, e no que diz respeito a filosofias religiosas e de vida, não acho que houve muito progresso para nenhuma das partes no final das contas, mas conseguimos entender um ao outro, e de onde estávamos vindo. Eu entendo o ponto de vista dele muito mais, e entendo as origens dele, e no fim das conversas, ainda tínhamos respeito mútuo um pelo outro. Viemos de lados diferentes de um espectro, e ainda assim queremos tocar juntos".

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"Você não precisa necessariamente concordar com alguém para ser amigo dessa pessoa e aceitá-la. Como cristão, que bem faço pregando ao coro? E o mesmo com eles. E eles vão e tocam, por exemplo, em igrejas satânicas todo dia, qual será o proveito da mensagem deles? Eles são apaixonados pelo que fazem, então querem tocar para diferentes públicos, onde podem expressar sobre o que eles acreditam para aquele público. Cabe ao público acreditar ou não nas crenças deles, e é o mesmo com a gente".

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"Eles estão olhando para oportunidades de proteger as crenças deles e de compartilhar o que eles acreditam, e são apaixonados por isso, da mesma forma que nós".

Comente: Existe algum problema em pessoas com posturas religiosas diferentes se respeitarem?



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