Marilyn Manson: a matemática e a sequência Fibonacci
Por Narcissus Narcosis
Fonte: The Nachtkabarett
Postado em 22 de dezembro de 2013
"Quando você procurar por suas próprias respostas, você encontrará Mercúrio, o número 15, Adão e algo ainda mais obscuro que o Fibonacci. Tudo tem relevância quando o "Holy Wood" se revela diante de você. Isso é algo que eu venho escolhendo durante dez anos e espero que inspire você em sua própria transformação."
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MARILYN MANSON, desde muito tempo, vem experimentando vários conceitos em seus trabalhos, muitos deles ligados ao cinema, à literatura, à cabala, à psicologia, ao tarô, às religiões e – principalmente – à numerologia. Esse último tem sido um artifício constante em toda a concepção e construção da personagem, seja em suas expressões imagéticas ou em seu campo lírico e sonoro. A sequência Fibonacci, conhecida na matemática desde o século XIII, está presente em seus álbuns a partir da ópera-rock "Antichrist Superstar", lançada em 1996.
A ideia da sequência foi desenvolvida por Leonardo de Pisa, conhecido como Leonardo Fibonacci, um matemático italiano que descobriu a sequência Fibonacci e que teve forte contribuição na introdução dos números arábicos na Europa, fazendo dele um dos mais famosos da Idade Média.
A sua sucessão consiste em uma série de números cujo atual, ou ponto de partida, deve ser somado ao anterior para gerar o próximo. Ou seja, 1-1-2-3-5-8-13-21-34-55-89-144-233-377......[infinito]
A sequência Fibonacci está intrinsecamente relacionada ao que os matemáticos chamam de Proporção Áurea, Número de Ouro ou Razão de Phídias. Essa proporção é também chamada de "Impressão Digital de Deus", pois ela está em todos os objetos e estruturas da terra.
A Proporção Áurea (PHI) foi utilizada na concepção do Parthenon e de outras obras-primas da humanidade, como a "Monalisa", de DaVinci e "O Nascimento de Vênus", de Botticelli. MARILYN MANSON também pintou um de seus quadros, "Fibonacci", usando a proporção:
Em "Antichrist Superstar", MANSON usou pela primeira vez a proporção no interior do encarte do álbum, em sua versão de "O Homem Vitruviano", de Leonardo DaVinci.
Na concepção musical, ela pode ser notada em algumas das músicas do álbum "Holy Wood (In The Shadow of the Valley of Death)":
Faixa 1 - "GODEATGOD": Antes da guitarra soar, segue uma sequência de batidas que seguem 1,1,2,3,5. Um barulho, outro em sucessão, três em sucessão, cinco e depois a música começa.
Faixa 2 - "The Love Song": o número de batidas da base da bateria são 8, que se repetem 2 vezes antes da música começar.
Faixa 3 - "The Fight Song": O número de stacacato de notas tocadas antes da música começar é 13.
Faixa 5 - "Target Audience (Narcissus Narcosis)": 21 batidas soando como um trem são executadas antes da música começar.
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