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Edu Falaschi: um retorno ao direcionamento musical dos seus tempos de Symbols e Angra

Resenha - Vera Cruz - Edu Falaschi

Por Valmar Oliveira
Em 12/05/21

Nota: 10

Três longos anos após o lançamento do seu primeiro EP em carreira solo, "The Glory Of The Sacred Truth", o vocalista EDU FALASCHI regressa aos holofotes do cenário mundial, com a disponibilização do ambicioso álbum "Vera Cruz". Com um retorno ao direcionamento musical dos seus tempos de Symbols e Angra, principalmente no quesito de técnica vocal e composição, o cara não se furtou de utilizar um verdadeiro arsenal de referências, que vão desde a MPB, passando pelo Power/Prog Metal e, inovando, ao modernizar toda essa salada com inserções de ritmos étnicos, temas celtas e até orientais (árabes).

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Sim, o "Vera Cruz" é um álbum extremamente complexo e riquíssimo, porém, ao mesmo tempo, é extremamente palatável. Afinal de contas, estamos aqui falando de um dos maiores compositores da história do Metal brasileiro, que já nos presenteou com clássicas como "Heroes ofSand", "Nova Era", Angels And Demons" e "Spread YourFire", apenas para citar algumas. Partido desta premissa, não esperem a reinvenção da roda, até porque a proposta aqui visivelmente não é essa, principalmente pela celebração dos seus 30 anos de carreira. A mensagem que esse disco me transmitiu, enxergando ele por completo, é a de continuidade de um trabalho que ele ajudou a desenvolver no início dos anos 2.000, e que foi interrompido por questões que não precisam ser apontadas ou aprofundadas neste texto.

Então, caro leitor, se você busca um material que enaltece o estilo que o EDU FALASCHI ajudou a criar e desenvolver nos seus tempos de Symbols, Angra e Almah, principalmente, você está no lugar certo. Caso contrário, se você procura ideias fora da caixinha, invencionices e a eterna e utópica busca por algo original em pleno 2021, recomendo outros trabalhos.

Antes de entrarmos na parte musical da obra, propriamente dita, vale ressaltar o massivo trabalho de marketing encabeçado pela gravadora MS Metal Recordse pela equipe da Agência Artística, talvez algo inédito no país. São notícias relevantes todas as semanas que antecederam o lançamento do disco, disponibilização de uma web série online, lives, trailer contendo o início da estória, promoções envolvendo fãs nos grupos do artista e, principalmente, o acabamento luxuoso dos produtos físicos, e para falar deles, vamos precisar de um novo parágrafo.

O "Vera Cruz" já nasce com toda a pompa de clássico, e isso já começa a ficar claro com o extremo carinho e dedicação aos seus produtos físicos. A versão regular do álbum é um belíssimo livro de vinte páginas, totalmente em português, com capa dura envernizada, o CD completo e um DVD exclusivo para o mercado brasileiro. Confesso que tive acesso ao produto e tive pena de deslacrar, tamanha é a qualidade dele. Mas não para por aí, com a finalização da produção deste, a gravadora anunciou um digipack que contém luva com letras em prateado, oitopainéis, vinte páginas de encarte contabilizando cinco lâminas, uma faixa adicional para o público brasileiro, e um pop-up que é inédito em produções nacionais. Acredite, eu nunca vi algo assim lançado em terras brasileiras, para um artista brasileiro. É de se levantar da cadeira e aplaudir de pé!

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Eis que é chegado o momento principal desta análise e, para facilitar a leitura e seu entendimento, vou organizar minhas ideias abaixo dentro de um formato "faixa a faixa", para que nada seja esquecido ou escanteado. Sendo assim, me acompanhem na sequência...

BURDEN - Eis aqui uma bela e teatral faixa de abertura, que já apresenta o trabalho do primeiro convidado especial na obra, Pablo Greg. O cara foi responsável por todas as orquestrações do disco, e nesta em específico tem sua assinatura registrada com louvor. "Burden" foi lançada como primeiro single, dentro de um novo formato (mais um ponto pro pessoal do marketing), como Graphic Trailer no YoutTube. Quem não conferiu, confira, pois o resultado ficou belíssimo e nos faz mergulhar de cabeça na narrativa do álbum. Já imagino os shows da próxima tour com a "Burden" rolando nos PAs, e o vídeo sendo exibido em um telão de LED. Será uma experiência de fato emocionante! Essa introdução nos faz pensar que estamos dentro de um filme! É muito emocionante!

THE ANCESTRY - Essa é de fato a primeira música do álbum, e que certamente abrirá os shows da próxima turnê. Aqui EDU FALASCHI e ROBERTO BARROS assinam juntos, e já demonstram logo de cara o que o ouvinte encontrará pela frente: Power Metal, com requintes de virtuose, melodias marcantes e inserções de elementos extraídos do Progressivo. "The Ancestry" exigiu, certamente, 101% de todos os músicos da banda. Ela é rápida, ao mesmo tempo que, muito variada em sua estrutura. É bem provável que o Edu a usou pra passar um recado muito claro, de que voltou à velha forma, usando e abusando de tons altíssimos usando voz de peito como fazia no tempos de Symbols por exemplo! Sempre com muita qualidade, soando encorpado o tempo todo. "The Ancestry" é um verdadeiro soco no estômago, e para os que gostam de comparações, imaginem uma "Spread Your Fire" mais violenta, técnica e melodiosa!

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SEA OF UNCERTAINTIES - A "Sea Of Uncertainties" vem na sequência mantendo o ouvinte conectado com a narrativa. Ela tem mais elementos progressivos, contendo muitas mudanças de andamento e um refrão muito marcante. Destaque para o trabalho coeso da cozinha formada por RAPHAEL DAFRAS e AQUILES PRIESTER. Ela soa mais moderna, principalmente se compararmos com a sua antecessora, porém carrega consigo muitos elementos do estilo de composição que o Edu empregou nas suas fases de Angra e Almah, dos álbuns "Temple of Shadows" e "Fragile Equality", respectivamente. O segredo desta, e que a torna atrativa, é justamente a miscelânea do Power/Prog raiz com texturasmais vanguarda.

SKIES IN YOUR EYES - É sabido por todos que acompanham a carreira do EDU FALASCHI, que ele domina a arte de compor baladas, sejam elas mais emocionais ou românticas. Exemplos não faltam, e poderíamos citar "Bleeding Heart", "Heroes of Sand", "Wishing Well", "Breathe" e muitas outras. "Skies In YourEyes" é, provavelmente, uma das melhores neste formato que esse cara já escreveu. Ela é mais emocional e fica em algum lugar entre "Bleeding Heart" e "Wishing Well". Nela encontramos diversos elementos de música celta, o que acabou enriquecendo mais ainda o resultado final obtivo. Canção linda, que pode vir a ser um novo sucesso do Edu, e que, como ocorreu com "Bleeding Heart" no passado, pode vir a romper as barreiras do segmento.

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FROL DE LA MAR – Mais uma faixa assinada pelo Pablo Greg e que serve como prelúdio para "Crosses", que vem na sequência. Mais um trabalho incrível, e que torna a audição do álbum com a leitura do livro simultaneamente, meio que obrigatória. Foi neste momento que me senti mais conectado com a estória, e me importando de fato com alguns personagens. Incrível um trabalho fonográfico conseguir isso! A impressão que tive, é que eles conseguiram musicar um filme ou uma peça de teatro.

CROSSES - "Crosses" é um Power Metal old school e é uma das que mais me remeteu ao passado do Edu com o Angra. Bumbos duplos em profusão, temas e dobras de guitarra bem melodiosos, refrão marcante, inserções de elementos da música brasileira e o vocalista conduzindo tudo isso com personalidade, alternando tons mais altos e graves em toda a duração da faixa. Espero que ela ganhe espaço nos shows, assim como "Winds Of Destination" e "Running Alone" ganharam nas últimas turnês solo do cara.

LAND AHOY - Mais uma composição assinada por EDU FALASCHI e ROBERTO BARROS. Neste momento a experiência com a audição vai lá pra cima. "Land Ahoy" é uma música étnica, com duração de quase dez minutos, e que traz diversos elementos em sua estrutura. Acredito que esse tenha sido o melhor desempenho do Edu em muitos anos como cantor. Da pra sentir sua emoção nessa gravação!

A emoção que senti ouvindo o seu refrão, foi meio que similar quando ouvi "Heroes of Sand" pela primeira vez. Porém entenda, "Heroes of Sand" não conversa em nada com "Land Ahoy", mas o sentimento é tão forte quanto. Nesta constatamos ainda um solo incrível de Roberto ao violão, algo que pode levar facilmente os fãs às lágrimas, e a participação mais que especial do pianista Tiago Mineiro. Sem medo de errar, "Land Ahoy"é uma das composições mais emblemáticas da carreira de EDU FALASCHI, englobando aí tudo que ele fez de mais relevante no Symbols, Angra e Almah. Incrível! Ouso dizer que essa música é a "Bohemian Rhapsody" do Edu.

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FIRE WITH FIRE - "Fire With Fire" é mais voltada para o progressivo, "Mid tempo" e ganha uma conotação interessante com algumas inserções de música árabe, que torna o resultado inusitado, e eleva o fator da imprevisibilidade artística vários níveis acima. Orquestrações são mais acentuadas aqui, e um refrão bem grudento gera no ouvinte (pelo menos comigo foi assim), um sorriso de orelha a orelha. Ela tem certamente uma influência da música clássica do período romântico iniciada por Beethoven!

MIRROR OF DELUSION - A minha preferida dentre todas. Power Metal na pegada do Angra, com um dos refrães mais bem compostos pelo EDU FALASCHI em sua carreira. Quando eu estava ouvindo o álbum, e essa música terminou, me peguei voltando ela três vezes, antes de seguir para a próxima. Obrigatória nos shows! É meio que improvável um cara ser fã da fase do Edu no Angra e não gostar dessa música. Vale ressaltar o qualidade técnica dos violōes executados pelo Edu nessa música! Aliás, fora do solo da Land Ahoy, Edu Falaschi gravou todos os violões do álbum!

BONFIRE OF THE VANITIES - Segunda balada do álbum e é a faixa de menor duração do disco. Essa aqui é peça chave e introduz o terceiro ato da narrativa, e que ainda contou com um solo de Tito Falaschi e a participação do violoncelista Federico Puppi. A interpretação do Edu me remeteu MUITO aos seus melhores momentos no Angra. É tão evidente isso que se você fechar os olhos e imaginar aquele cara de vinte anos atrás, vai ficar boquiaberto. O que fica em "Bonfire of theVanities" são as mensagens do total resgate e da continuidade da carreira de Falaschi, iniciada na primeira metade dos anos 2.000.

FACE OF THE STORM - Épica! Não tem outro adjetivo que se aplique melhor em "Face Of The Storm". Só o Metal mesmo para unir três monstros sagrados em uma composição: MAX CAVALERA, EDU FALASCHI e AQUILES PRIESTER. É aqui onde a magia de fato acontece. Elementos do Thrash Metal se fundem ao Power Metal com um dueto que conversa o tempo todo, de forma natural e, por incrível que possa parecer, se complementam. Nela, que também tem a assinatura de ROBERTO BARROS, podemos conferir o melhor solo do cara em todo o material. Enfim, quem é fã do Sepultura da época dos irmãos Cavalera, vai se sentir homenageado com essa composição. Parabéns aos envolvidos, e espero que esse encontro também aconteça nos palcos.

RAINHA DO LUAR – "Rainha do Luar" é endereçada para os nordestinos, com direito até a melodias de sanfona do músico Rafael Meninão e as participações do violoncelista Federico Puppi e do pianista Tiago Mineiro. Nela temos também a presença mais que especial de Elba Ramalho, e como canta essa mulher! Voz forte e emocional, trazendo assim um grau de dramaticidade elevadíssimo para a canção. Se você, querido leitor do Whiplash, conseguiu não se emocionar até aqui (o que eu acho bem difícil), a sua hora de se render ao álbum é essa! Grand Finale simplesmente apoteótico! Emocionante ao extremo, mesmo!!!!!!! E meus amigos, durante o disco todo eu parecia estar ouvindo o Edu Falaschi de 20 anos atrás! Maravilhoso esse rejuvenescimento!

"Vera Cruz" foi produzido por EDU FALASCHI e ROBERTO BARROS, co-produzido por Thiago Bianchi e contou com a mixagem e masterização do renomado Dennis Ward, que já assinou trabalhos como "Temple ofShadows" e "Rebirth" do Angra. Então, por tudo que já foi mencionado, acredito que estamos diante de um trabalho que elevou uns três sarrafos acima, o que o Edu e os seus ex-companheiros de Angra conseguiram no início dos anos 2.000, quando lançaram o "Temple Of Shadows", por exemplo.

Este é um disco que merece alcançar o maior número de pessoas que curtem boa música, mas não se enganem! "Vera Cruz" é um material muito detalhado e rico. Recomendo várias audições, para que mais e mais camadas sejam gradativamente percebidas e, se possível, que seja apreciado com o livro em mãos, acompanhando a narrativa! Clássico!

NOTA DO REDATOR: O digibook do álbum "Vera Cruz" conta com um DVD exclusivo para o mercado brasileiro, que traz os depoimentos de todos os envolvidos no projeto. Além dos músicos, participações especiais, gravadora, equipe de produção, marketing, estão presentes. O material contém pouco mais de uma hora e deve ser assistido após uma primeira audição, por conter diversos spoilers.
MS METAL RECORDS - 2021

Tracklist de "Vera Cruz":

01 – Burden
02 – The Ancestry
03 – Sea Of Uncertainties
04 – Skies In Your Eyes
05 – Frol De La Mar
06 – Crosses
07 – Land Ahoy
08 – Fire With Fire
09 – Mirror Of Delusion
10 – Bonfire Of The Vanities
11 – Face Of The Storm – feat. Max Cavalera
12 – Rainha do Luar – feat. Elba Ramalho

Ano de Lançamento: 2021
Gravadora: MS Metal Records

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