Korzus: Em 1996, um álbum que trouxe grandes aprendizados
Resenha - KZS - Korzus
Por Ricardo Cunha
Postado em 20 de julho de 2020
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O grupo surgiu em meados de 1983. Sua primeira aparição data de outubro daquele ano, quando a formação trazia Marcello Pompeu (vocal), Marcello Nicastro (guitarra), Silvio Golfetti (baixo) e Luiz Maurício S. Oliveira "Brian" (bateria). O primeiro nome da banda foi Hand Of Doom, tirado de uma música da lendária banda Black Sabbath. Porém, logo mudaram para Korzus, que foi tirado literalmente da porta do armário da casa do baterista Zema, – era uma espécie de pichação feita pelo guitarrista Marcos Kekas (Ethan). Dois anos depois, já contando com Silvio, Dick e Pompeu, além de Eduardo Toperman (guitarra) e Maurício "Brian" (bateria), fizeram sua estreia fonográfica com as faixas Guerreiros do Metal e Príncipe da Escuridão na famosa coletânea "SP Metal 2.

KZS foi o primeiro disco que ouvi do Korzus e devo confessar: não fiquei impressionado com aquele thrash metal na linha Biohazard. O som era agressivo e cheio de quebradas legais, mas eu esperava algo na linha dos trabalhos anteriores. Do ponto de vista de um banger inexperiente e radical, claramente, a banda decidiu fazer um mais mais comercial com vista a (talvez) alcançar um público maior, e na ocasião (1996), não aceitei isso muito bem. Aliás, naquela época era muito comum os grupos nacionais buscarem inspiração no som de bandas como Biohazard, Prong e Pantera, ou seja, no que estava na moda. Então, o que temos aqui não é algo, exatamente original, mas cumpriu uma função muito importante na trajetória desta banda. O referido álbum não foi bem aceito pela base de fãs conservadores (na qual me incluía) da banda e, talvez, isso tenha dificultado um pouco as coisas para a banda, pois só vieram a lançar o próximo, Ties of Blood (do qual falaremos em breve) quase 1o anos depois. Ocorre que a banda já demonstrava visão de negócio, além da visão musical que toda banda deve ter. E, fazendo as parcerias certas, a banda voltou em 2004 com discos absolutamente matadores. Todavia, se KZS não é um dos melhores momentos, ele proporcionou lições importantes para a banda (serviu como marco de autocrítica e aprendizado), e para os fãs (mostrou que nenhuma banda pode sobreviver por muito tempo somente de ideais).
A formação que gravou o disco contava como Marcello Pompeu (vocal), Silvio Golfetti (guitarra), Marcelo Nejem (guitarra), Dick Siebert (baixo) e Fernando Schaefer (bateria).
CURIOSIDADE:
Uma das coisas mais legais sobre esse disco é que durante os trabalhos de divulgação, a banda foi convidada para fazer um comercial de biscoitos (cuja marca não lembro), e apareceu nas TVs do Brasil inteiro pagando mico de ator(es). Mas, na prática, foi divertido ver marmanjos com cara de mau se derretendo com os deliciosos biscoitos levados pela vovó. Internally, que era a música de trabalho, foi usada na propaganda e o resultado foi bem interessante.
FONTE: Esteriltipo Blog
https://wp.me/p16vjm-6W1
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música do Nightwish que conquistou Steve Harris, líder do Iron Maiden
Como o Queen, Sylvester Stallone e uma guitarra quebrada produziram o maior hit de 1982
Tainá Bergamaschi (Crypta) toca "Territory" com o Sepultura em Dublin
As 40 melhores músicas da história do nu metal, segundo a Louder
As únicas quatro músicas próprias que o Guns N' Roses ainda não tocou ao vivo
A banda que Lemmy viu ainda nova e percebeu que seriam como os Beatles e Stones
A grande discordância entre Kiko Loureiro e Paul Gilbert, segundo Marcos de Ros
Os 50 melhores discos de todos os tempos, segundo a Classic Rock
O álbum mais subestimado do Black Sabbath, de acordo com a Metal Hammer
Morrissey e Johnny Marr deixam guerra de lado para algo relacionado ao The Smiths
O único assassino que ainda tem uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood
A melhor música de Bob Dylan de todos os tempos, segundo Paul McCartney
A música do Megadeth inspirada em personagem da Marvel
Vocalista do Steelheart lança projeto com ex-guitarrista do In Flames
O verso de "Pintura Íntima" que fez muitos pensarem que casal da letra usou cocaína
A banda punk a que Jimmy Page tirou o chapéu: "É impecável, simplesmente muito boa"
Quando Gene Simmons deu aula de baixo para Geddy Lee, que não sabia o que eram aquelas notas
A bebedeira que pode ter originado título de álbum clássico dos anos 80



10 músicas do metal brasileiro lançadas após 2000 que já entraram para a história
Slayer marca show com Kreator e Korzus em São Paulo com "Reign in Blood" na íntegra
RHCP: O monstro saiu da jaula com um de seus melhores trabalhos



