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Alice Cooper: Along Came A Spider é concisamente conceitual

Resenha - Along Came A Spider - Alice Cooper

Por Neimar Secco
Postado em 28 de maio de 2019

Sheryl Cooper, a eterna namorada /esposa de Alice abre os trabalhos, narrando a introdução da história do serial killer desse disco conceitual em "Prologue". Along Came A Spider talvez seja o álbum mais concisamente conceitual de Alice desde Welcome To My Nightmare (1975) ou From The Inside (1978); mais que Brutal Planet (2000) ou Dragontown (2001). Este álbum narra a saga de um único personagem, um serial killer que enumera seus feitos, adicionando a cada novo crime , uma nova pata à aranha (spider).

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A expectativa para o lançamento desse álbum foi grande, alimentada tanto pelo próprio Alice, como pelo ótimo vídeo promocional, que a gravadora divulgou semanas antes do lançamento. Tudo indicava que embarcaríamos em um trem-fantasma ao longo de um thriller que causaria fortes arrepios e sustos memoráveis.

Sim, Along Came A Spider tem ótimos momentos: a já citada "Prologue", seguida por "I Know Where You Live" e Vengeance Is Mine" são pesadas e cheias de energia como seus títulos sugerem. O "fiel e dual" escudeiro Eric Singer, talvez o mais emblemático elo entre Alice Cooper e o Kiss garante o peso e ritmo nas baquetas. Slash comparece em "Vengeance Is Mine", também de forma marcante e inconfundível.

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Já, "Wake The Dead", co-escrita com Ozzy Osbourne e, dizem, com participação sua tocando harmônica, não tem o mesmo pique, e Alice parece um tanto apagado, cantando essa parte da história, embora o refrão seja marcante. "Catch Me If You Can" é bem parecida com "Wake The Dead" e como o "Wicked Young Man", principalmente no refrão marcante. Alice lembra um pouco os tempos de Brutal Planet e Dragontown nessa faixa. "In Touch With Your Feminine Side" aparentemente aguça o sentido mais primitivo do serial killer em que ele se deleita, imaginando o destino que pretende dar à sua vítima. E é em "Wrapped In Silk", que o personagem/narrador soa mais cruel em suas intenções macabras.

Aqui chegamos a um ponto: será que tem muito mais a ser dito ou cantado sobre uma história em que a intenção de completar a saga de um serial killer parece ser autossuficente? Onde vamos chegar?

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É nesse ponto da história que Alice revisita seus melhores tempos de baladas românticas/reflexivas da década de 1970. Nosso personagem "sanguinário" se vê preso na armadilha (teia) do sentimento oposto ao que alimenta seu espírito original. "Killed By Love" o faz questionar (denunciar) que ao ser morto pelo amor, quem mais tem a perder é ele próprio. Não que nesse ponto da história ele se regenere totalmente. Ainda há espaço para seus instintos animalescos em I’m Hungry" e em "The One That Got Away".

Por fim, "Salvation" e "I Am The Spider/Epilogue" fecham os trabalhos. Na primeira, o Alice Cooper cristão, com o qual nos acostumamos, principalmente a partir de The Last Temptation", seu álbum de 1994, ressurge, cheio de arrependimentos e esperando que ainda possa existir salvação para ele.

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Se, por um lado, a trama de Along Came A Spider é bem amarrada e a história bem contada, sonoramente falta (ou sobra) algo. Há momentos em que parece que a sequência fica cansativa. Eu, particularmente, sinto a falta de uma sonoridade mais marcante ou destacada do baixo. Não que Danny Saber e Chuck Garric não desempenhem bem suas funções, mas talvez, a mixagem final tenha feito o som de baixo ficar aquém do que constumamos sentir em álbuns anteriores de Alice.

Credits
• Backing Vocals – Bernard Fowler
• Drums – Eric Singer
• Engineer –  Jeremy McKenzie
• Executive-Producer – Danny Saber, Greg Hampton
• Executive-Producer, Vocals, Written-By – Alice Cooper (2)
• Guitar, Keyboards, Backing Vocals, Strings – Danny Saber, Greg Hampton
• Mastered By – Eddie Schreyer*
• Mixed By – Danny Saber
• Photography By – Gabrielle Geiselman

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Musicians:

• Alice Cooper – lead and backing vocals
• Danny Saber – lead guitar, bass, keyboards, backing vocals
• Greg Hampton – lead guitars, keyboards, backing vocals
• Chuck Garric – bass, backing vocals
• Eric Singer – drums

Guest musicians
• Keri Kelli – guitars (5, 7 and 9)
• Jason Hook – guitars (5)
• Slash – lead guitar (2)
• David Piribauer – drums (8 and 10)

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Sobre Neimar Secco

Welcome to my nightmare. Sou professor de inglês e de português e também tradutor eventual. Rock sempre foi e continua sendo a minha trilha sonora de todas as horas. Minhas preferências são hard rock, progressivo e classic rock em geral (anos 60, 70 e 80). Bandas favoritas: Alice Cooper, Led Zeppelin, Black Sabbath, Ozzy Osbourne, Pink Floyd, Beatles, Creedence, The Doors, Dire Straits, entre muitas outras.
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